Provérbios 25:9
Disputa tua causa com teu próximo, mas não reveles segredo de outra pessoa.
Disputa tua causa com teu próximo, mas não reveles segredo de outra pessoa.
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8Não sejas apressado para entrar numa disputa; senão, o que farás se no fim teu próximo te envergonhar?
10Para que não te envergonhe aquele que ouvir; pois tua má fama não pode ser desfeita.
27Prepara tua obra de fora, e a deixa pronta no campo; [somente] depois edifica tua casa.
28Não sejas testemunha contra teu próximo sem causa; por que enganarias com teus lábios?
29Não digas: Assim como ele fez a mim, assim também farei a ele; pagarei a cada um conforme sua obra.
28Não digas a teu próximo: Vai, e volta [depois] , que amanhã te darei; Se tu tiveres contigo [o que ele te pede] .
29Não planejes o mal contra teu próximo, pois ele mora tendo confiança em ti.
30Não brigues contra alguém sem motivo, se ele não fez mal contra ti.
17Não exagere teus pés na casa de teu próximo, para que ele não se canse de ti, e te odeie.
19Quem anda fofocando revela segredos; por isso não te envolvas com aquele que fala demais com seus lábios.
12Aquele que não tem entendimento despreza a seu próximo; mas o homem bom entendedor se mantêm calado.
13Aquele que conta fofocas revela o segredo; mas o fiel de espírito encobre o assunto.
17Aquele que primeiro mostra sua causa [parece ser] justo; mas [somente até] que outro venha, e o investigue.
2Que o estranho te louve, e não tua [própria] boca; o estrangeiro, e não teus [próprios] lábios.
8Ouviste tu o segredo de Deus? Reténs tu [apenas] contigo a sabedoria?
3Então faze isto agora, meu filho, e livra-te, pois caíste nas mãos de teu próximo; vai, humilha-te, e insiste exaustivamente ao teu próximo.
16Não falarás contra teu próximo falso testemunho.
20Não dirás falso testemunho contra teu próximo.
14E quando venderdes algo a vosso próximo, ou comprardes da mão de vosso próximo, não engane ninguém a seu irmão:
16Não andarás propagando boatos em teus povos. Não te porás contra o sangue de teu próximo: Eu sou o SENHOR.
17Não aborrecerás a teu irmão em teu coração: francamente repreenderás a teu próximo, e não consentirás sobre ele pecado.
9Para que não dês tua honra a outros, nem teus anos [de vida] aos cruéis.
3[Aquele que] não murmura com sua língua; não faz mal ao seu companheiro, nem aceita insulto contra seu próximo.
10Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia de tua adversidade; melhor é o vizinho que está perto do que o irmão que está longe.
24Aquele que reparte com o ladrão odeia sua [própria] alma; ele ouve maldições e não [o] denuncia.
30Mas se a outro, que estiver sentada, for revelada [alguma coisa] , cale-se o primeiro.
9Quem perdoa a transgressão busca a amizade; mas quem repete o assunto afasta amigos íntimos.
9Não fales aos ouvidos do tolo, porque ele desprezará a prudência de tuas palavras.
5Não creiais em amigo, nem confieis em príncipe; guardas as portas de tua boca daquela que dorme ao teu lado.
19Assim é o homem que engana a seu próximo, e diz: Não estava eu [só] brincando?
4Guardai-vos cada um de seu amigo, nem em irmão algum tende confiança: porque todo irmão só faz enganar, e todo amigo anda com falsidades.
18Para que não [aconteça] de o SENHOR veja, e o desagrade, e desvie dele sua ira.
25Para que não aprendas o caminho dele, e te ponhas numa armadilhas para tua alma.
9Seria bom [para vós] se ele vos investigasse? Enganareis a ele como se engana a algum homem?
10Certamente ele vos repreenderá, se em oculto fizerdes acepção de pessoas.
15Porém, se teu irmão pecar contra ti, vai repreendê-lo entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste o teu irmão.
25Faze acordo depressa com teu adversário, enquanto estás com ele no caminho, para não acontecer que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te lancem na prisão.
17Porque não há coisa oculta, que não venha a ser apresentada; nem coisa escondida, que não haja de ser conhecida, e vir à luz.
5Melhor é a repreensão clara do que o amor escondido.
6Não honres a ti mesmo perante o rei, nem te ponhas no lugar dos grandes;
20Somente duas coisas não faças comigo; então eu não me esconderei de teu rosto:
6Tua boca te condena, e não eu; e teus lábios dão testemunho contra ti.
21Reconcilia-te, pois, com [Deus] , e terás paz; assim o bem virá a ti.
10Não difames do servo ao seu senhor, para que ele não te amaldiçoe e fiques culpado.
5O homem que lisonjeia a seu próximo arma uma rede para seus pés.
10Se alguém houver dado a seu próximo asno, ou boi, ou ovelha, ou qualquer outro animal a guardar, e se morrer ou se for aleijado, ou for levado sem vê-lo ninguém;
20No esconderijo de tua presença tu os escondes das arrogâncias dos homens; em [tua] tenda tu os encobres da rivalidade das línguas.