Provérbios 3:28
Não digas a teu próximo: Vai, e volta [depois] , que amanhã te darei; Se tu tiveres contigo [o que ele te pede] .
Não digas a teu próximo: Vai, e volta [depois] , que amanhã te darei; Se tu tiveres contigo [o que ele te pede] .
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27Não detenhas o bem daqueles que possuem [o direito de recebê-l] o, se tiveres em tuas mãos poder para o fazeres.
29Não planejes o mal contra teu próximo, pois ele mora tendo confiança em ti.
30Não brigues contra alguém sem motivo, se ele não fez mal contra ti.
27Prepara tua obra de fora, e a deixa pronta no campo; [somente] depois edifica tua casa.
28Não sejas testemunha contra teu próximo sem causa; por que enganarias com teus lábios?
29Não digas: Assim como ele fez a mim, assim também farei a ele; pagarei a cada um conforme sua obra.
8Não sejas apressado para entrar numa disputa; senão, o que farás se no fim teu próximo te envergonhar?
9Disputa tua causa com teu próximo, mas não reveles segredo de outra pessoa.
17Não exagere teus pés na casa de teu próximo, para que ele não se canse de ti, e te odeie.
42Dá a quem te pedir; e não te desvies de quem quiser de ti tomar emprestado.
25Se deres a meu povo dinheiro emprestado, ao pobre que está contigo, não te portarás com ele como agiota, nem lhe imporás juros.
26Se tomares em penhor a roupa de teu próximo, a pôr do sol o devolverás a ele:
10Quando deres a teu próximo alguma coisa emprestada, não entrarás em sua casa para tomar-lhe penhor:
11Fora estarás, e o homem a quem emprestaste, te tirará fora o penhor.
12E se for homem pobre, não durmas com seu penhor:
13Precisamente lhe devolverás o penhor quando o sol se ponha, para que durma em sua roupa, e te bendiga: e te será justiça diante do SENHOR teu Deus.
8Mas abrirás a ele tua mão generosamente, e com efeito lhe emprestarás o que basta, o que houver necessidade.
9Guarda-te que não haja em teu coração perverso pensamento, dizendo: Próximo está o ano sétimo, o da remissão; e tua olho seja maligno sobre teu irmão necessitado para não dar-lhe: que ele poderá clamar contra ti ao SENHOR, e se te imputará a pecado.
10Sem falta lhe darás, e não seja teu coração maligno quando lhe deres: que por ele te abençoará o SENHOR teu Deus em todos os teus feitos, e em tudo o que puseres mão.
13Não oprimirás a teu próximo, nem lhe roubarás. Não se deterá o trabalho do assalariado em tua casa até a manhã.
3Então faze isto agora, meu filho, e livra-te, pois caíste nas mãos de teu próximo; vai, humilha-te, e insiste exaustivamente ao teu próximo.
1Não te orgulhes do dia de amanhã; porque não sabes o que o dia trará.
15Em seu dia lhe darás seu salário, e não se porá o sol sem o dar a ele: pois é pobre, e com ele sustenta sua vida: para que não clame contra ti ao SENHOR, e seja em ti pecado.
14E quando venderdes algo a vosso próximo, ou comprardes da mão de vosso próximo, não engane ninguém a seu irmão:
30E a qualquer que te pedir, dá; e ao que te tomar o teu, não o peças de volta.
21O perverso toma emprestado, e paga de volta; mas o justo se compadece e dá.
37Não lhe darás teu dinheiro a juros, nem tua comida a ganho:
14Porém se alguém houver tomado emprestado animal de seu próximo, e for ferido ou morto, ausente seu dono, deverá pagá-lo.
27Se não tens como pagar, por que razão tirariam tua cama debaixo de ti?
22Não digas: Devolverei o mal; Espera pelo SENHOR, e ele te livrará.
16Não falarás contra teu próximo falso testemunho.
1Não verás o boi de teu irmão, ou seu cordeiro, perdidos, e te retirarás deles: precisamente os devolverás a teu irmão.
10Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia de tua adversidade; melhor é o vizinho que está perto do que o irmão que está longe.
26Ele fica desejando suas cobiças o dia todo; mas o justo dá, e não deixa de dar.
20Não dirás falso testemunho contra teu próximo.
3Não me jogues fora com os perversos, nem com os praticantes da maldade, que falam de paz com sem próximo, porém [há] o mal no coração deles.
25Quando entrares na plantação de teu próximo, poderás cortar espigas com tua mão; mas não aplicarás foice à plantação de teu próximo.
17Não aborrecerás a teu irmão em teu coração: francamente repreenderás a teu próximo, e não consentirás sobre ele pecado.
18Não te vingarás, nem guardarás rancor aos filhos de teu povo: mas amarás a teu próximo como a ti mesmo: Eu sou o SENHOR.
13Ide agora, vós que [estais] dizendo: Hoje e amanhã iremos a uma tal cidade, e lá passaremos um ano e negociaremos e ganharemos;
9Para que não dês tua honra a outros, nem teus anos [de vida] aos cruéis.
10Para que estranhos não se fartem de teu poder, e teus trabalhos [não sejam] aproveitados em casa alheia;
3[Aquele que] não murmura com sua língua; não faz mal ao seu companheiro, nem aceita insulto contra seu próximo.
8Detém a ira, abandona o furor; não te irrites de maneira alguma para fazer o mal.
3Do estrangeiro exigirás o pagamento: mas o que teu irmão tiver teu, o perdoará tua mão;
10Se alguém houver dado a seu próximo asno, ou boi, ou ovelha, ou qualquer outro animal a guardar, e se morrer ou se for aleijado, ou for levado sem vê-lo ninguém;
11Juramento do SENHOR terá lugar entre ambos de que não lançou sua mão à riqueza de seu próximo: e seu dono o aceitará, e o outro não pagará.
27Quem dá ao pobre não terá falta; mas o que esconde seus olhos [terá] muitas maldições.
22Quem tem pressa para ter riquezas é um homem de olho mau; e ele não sabe que a miséria virá sobre ele.