Provérbios 17:7
Não é adequado ao tolo falar com elegância; muito menos para o príncipe falar mentiras.
Não é adequado ao tolo falar com elegância; muito menos para o príncipe falar mentiras.
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10O luxo não é adequado ao tolo; muito menos ao servo dominar sobre príncipes.
3Na boca do tolo está a vara da arrogância, porém os lábios dos sábios os protegem.
6A coroa dos idosos [são] os filhos de seus filhos; e a glória dos filhos são seus pais.
1Melhor é o pobre que anda em sua honestidade do que o perverso de lábios e tolo.
4O malfeitor presta atenção ao lábio injusto; o mentiroso inclina os ouvidos à língua maligna.
9Não fales aos ouvidos do tolo, porque ele desprezará a prudência de tuas palavras.
7Os lábios dos sábios derramam conhecimento; mas o coração dos tolos não [age] assim.
2Que o estranho te louve, e não tua [própria] boca; o estrangeiro, e não teus [próprios] lábios.
20O perverso de coração nunca encontrará o bem; e quem distorce [as palavras de] sua língua cairá no mal.
21Quem gera o louco [cria] sua própria tristeza; e o pai do imprudente não se alegrará.
22Os lábios mentirosos são abomináveis ao SENHOR, mas dos que falam a verdade são seu prazer.
23O homem prudente é discreto em conhecimento; mas o coração dos tolos proclama a loucura.
2A língua dos sábios faz bom uso da sabedoria, mas a boca dos tolos derrama loucura.
13Os lábios justos são do agrado dos reis, e eles amam ao que fala palavras direitas.
13Melhor é o garoto pobre e sábio, do que o rei velho e tolo, que não aceita mais receber advertência.
18Aquele que esconde o ódio [tem] lábios mentirosos; e o que produz má fama é tolo.
19Na abundância de palavras não há falta de transgressão; mas aquele que refreia seus lábios é prudente.
12As palavras da boca do sábio são agradáveis; porém os lábios do tolo o devoram.
25O filho tolo é tristeza para seu pai, e amargura para aquela que o gerou.
26Também não é bom punir ao justo, nem bater nos príncipes por causa da justiça.
27Quem entende o conhecimento guarda suas palavras; [e] o homem de bom entendimento [é] de espírito calmo.
28Até o tolo, quando está calado, é considerado como sábio; [e] quem fecha seus lábios, como de bom senso.
7Afasta-te do homem tolo, porque [nele] não encontrarás lábios inteligentes.
24A coroa dos sábios é a sua riqueza; a loucura dos tolos é loucura.
11O louco mostra todo o seu ímpeto; mas o sábio o mantém sob controle.
12O governante que dá atenção a palavras mentirosas, todos os seus servos serão perversos.
18Emudeçam os lábios mentirosos, que falam coisas duras contra o justo, com arrogância e desprezo.
10Nos lábios do rei estão palavras sublimes; sua boca não transgride quando julga.
6Não honres a ti mesmo perante o rei, nem te ponhas no lugar dos grandes;
7Porque é melhor que te digam: Sobe aqui;Do que te rebaixem perante a face do príncipe, a quem teus olhos viram.
5O tolo despreza a correção de seu pai; mas aquele que presta atenção à repreensão age com prudência.
6Os lábios do tolo entram em briga, e sua boca chama pancadas.
7A boca do tolo é sua [própria] destruição, e seus lábios [são] armadilha para sua alma.
3Com sua maldade alegram ao rei, e com suas mentiras aos príncipes.
8O sábio de coração aceita os mandamentos; mas o louco de lábios será derrubado.
4Não respondas ao tolo conforme sua loucura; para que não te faças semelhante a ele.
17As palavras dos sábios devem ser ouvidas em quietude, mais do que o grito daquele que domina sobre os tolos.
17Aquele que fala a verdade conta a justiça; porém a testemunha falsa [conta] o engano.
7A sabedoria é alta demais para o tolo; na porta [do julgamento] ele não abre sua boca.
1Assim como a neve no verão, como a chuva na colheita, assim também não convém a honra para o tolo.
24Afasta de ti a perversidade da boca; e põe para longe de ti a corrupção dos lábios.
7[Assim] como não funcionam as pernas do aleijado, assim também é o provérbio na boca dos tolos.
20Viste um homem precipitado em suas palavras? Mais esperança há para um tolo do que para ele.
3As palavras da boca dele são malícia e falsidade; ele deixou de [fazer] o que é sábio e bom.
8O presente é [como] uma pedra preciosa aos olhos de seus donos; para onde quer que se voltar, [tentará] ter algum proveito.
23O coração do sábio dá prudência à sua boca; e sobre seus lábios aumentará a instrução.
16O príncipe que tem falta de entendimento aumenta as opressões; mas aquele que odeia o lucro desonesto prolongará [seus] dias.
16Todo prudente age com conhecimento, mas o tolo espalha sua loucura.
13Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falar falsidade.
19O lábio da verdade ficará para sempre, mas a língua da falsidade [dura] por [apenas] um momento.