Provérbios 18:6
Os lábios do tolo entram em briga, e sua boca chama pancadas.
Os lábios do tolo entram em briga, e sua boca chama pancadas.
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7A boca do tolo é sua [própria] destruição, e seus lábios [são] armadilha para sua alma.
12As palavras da boca do sábio são agradáveis; porém os lábios do tolo o devoram.
13O princípio das palavras de sua boca é tolice; e o fim de sua boca [é] uma loucura ruim.
3Na boca do tolo está a vara da arrogância, porém os lábios dos sábios os protegem.
1A resposta suave desvia o furor, mas a palavra pesada faz a ira aumentar.
2A língua dos sábios faz bom uso da sabedoria, mas a boca dos tolos derrama loucura.
18Aquele que esconde o ódio [tem] lábios mentirosos; e o que produz má fama é tolo.
19Na abundância de palavras não há falta de transgressão; mas aquele que refreia seus lábios é prudente.
3Açoite para o cavalo, cabresto para o asno; e vara para as costas dos tolos.
4Não respondas ao tolo conforme sua loucura; para que não te faças semelhante a ele.
5Responde ao tolo conforme sua loucura, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.
6Quem manda mensagens pelas mãos do tolo é como quem corta os pés e bebe violência.
7[Assim] como não funcionam as pernas do aleijado, assim também é o provérbio na boca dos tolos.
11O louco mostra todo o seu ímpeto; mas o sábio o mantém sob controle.
13Nos lábios do bom entendedor se acha sabedoria, mas uma vara está às costas daquele que não tem entendimento.
14Os sábios guardam consigo sabedoria; mas a boca do tolo [está] perto da perturbação.
7Os lábios dos sábios derramam conhecimento; mas o coração dos tolos não [age] assim.
7Afasta-te do homem tolo, porque [nele] não encontrarás lábios inteligentes.
10A repreensão entra mais profundamente no prudente do que cem açoites no tolo.
15O caminho do tolo é correto aos seus [próprios] olhos; mas aquele que ouve o [bom] conselho é sábio.
16A ira do tolo é conhecida no mesmo dia, mas o prudente ignora o insulto.
9Não fales aos ouvidos do tolo, porque ele desprezará a prudência de tuas palavras.
2O tolo não tem prazer no entendimento, mas sim em revelar sua [própria] opinião.
29Julgamentos estão preparados para zombadores, e açoites para as costas dos tolos.
14O coração prudente buscará o conhecimento, mas a boca dos tolos se alimentará de loucura.
9Como espinho na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.
21Os lábios dos justo apascentam a muitos; mas os tolos, por falta de entendimento, morrem.
23O coração do sábio dá prudência à sua boca; e sobre seus lábios aumentará a instrução.
7A sabedoria é alta demais para o tolo; na porta [do julgamento] ele não abre sua boca.
8O sábio de coração aceita os mandamentos; mas o louco de lábios será derrubado.
16Todo prudente age com conhecimento, mas o tolo espalha sua loucura.
1Melhor é o pobre que anda em sua honestidade do que o perverso de lábios e tolo.
3E até quando o tolo vai pelo caminho, falta-lhe [bom-senso em seu] coração, e diz a todos que é ele é tolo.
3É honroso ao homem terminar a disputa; mas todo tolo nela se envolve.
23O homem prudente é discreto em conhecimento; mas o coração dos tolos proclama a loucura.
3A loucura do homem perverte seu caminho; e seu coração se ira contra o SENHOR.
5O tolo despreza a correção de seu pai; mas aquele que presta atenção à repreensão age com prudência.
28Até o tolo, quando está calado, é considerado como sábio; [e] quem fecha seus lábios, como de bom senso.
31A boca do justo produz sabedoria, mas a língua perversa será cortada fora.
20O perverso de coração nunca encontrará o bem; e quem distorce [as palavras de] sua língua cairá no mal.
23Quem guarda sua boca e sua língua guarda sua alma de angústias.
17Quem se ira rapidamente faz loucuras, e o homem de maus pensamentos será odiado.
7Não é adequado ao tolo falar com elegância; muito menos para o príncipe falar mentiras.
6Tua boca te condena, e não eu; e teus lábios dão testemunho contra ti.
32Se agiste como tolo, exaltando-te, e se planejaste o mal, [põe tua] mão sobre a boca;
10Aquele que pisca os olhos maliciosamente gera dores; e o louco de lábios será derrubado.
4O malfeitor presta atenção ao lábio injusto; o mentiroso inclina os ouvidos à língua maligna.
25O filho tolo é tristeza para seu pai, e amargura para aquela que o gerou.
24Afasta de ti a perversidade da boca; e põe para longe de ti a corrupção dos lábios.
9O homem sábio que disputa no julgamento contra um tolo, mesmo se perturbado ou rindo, não terá descanso.