Provérbios 27:7
A alma saciada recusa o favo de mel; mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce.
A alma saciada recusa o favo de mel; mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce.
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16Achaste mel? Come o que te for suficiente; para que não venhas a ficar cheio demais, e vomites.
17Não exagere teus pés na casa de teu próximo, para que ele não se canse de ti, e te odeie.
6Fiéis são as feridas [feitas] por um amigo, mas os beijos de um inimigo são enganosos.
13Come mel, meu filho, porque é bom; e o favo de mel é doce ao teu paladar.
20De modo que sua vida detesta [até] o pão, e sua alma a comida deliciosa.
6Por acaso se come o insípido sem sal? Ou há gosto na clara do ovo?
7Minha alma se recusa tocar [essas coisas] , que são para mim como comida detestável.
17O pão da mentira é agradável ao homem; mas depois sua boca se encherá de pedregulhos.
17As águas roubadas são doces; e o pão escondido é agradável.
25O justo come até sua alma estar saciada; mas o ventre dos perversos passará por necessidade.
9Porque ele fartou a alma sedenta, e encheu de bem a alma faminta;
25Porém outro morre com amargura de alma, nunca tendo experimentado a prosperidade.
103Como são doces tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel em minha boca.
24Favo de mel são as palavras suaves: doces para a alma, e remédio para os ossos.
6Não comas o pão de quem tem olho maligno, nem cobices suas comidas gostosas.
7Porque ele calcula [seus gastos] consigo mesmo. Assim ele dirá: Come e bebe; Mas o coração dele não está contigo;
8Vomitarias o pedaço que comeste, e perderias tuas palavras agradáveis.
7Todo o trabalho do homem é para sua boca; porém sua alma nunca se satisfaz.
10[São] mais desejáveis que ouro, mais do que muito ouro fino; e mais doces que o mel, e o licor de seus favos.
5Famintos e sedentos, suas almas neles desfaleciam.
27Comer muito mel não é bom; assim como buscar muita glória para si.
18A alma deles perdeu o interesse por todo tipo de comida, e chegaram até às portas da morte.
30Não se despreza ao ladrão, quando furta para saciar sua alma, tendo fome;
19O desejo realizado agrada a alma, mas os tolos abominam se afastar do mal.
2Cada um comerá do bem pelo fruto de sua boca, mas a alma dos infiéis [deseja] a violência.
8Como a ave, que vagueia de seu ninho, assim é o homem que anda vagueando de seu lugar.
9O óleo e o perfume alegram ao coração; assim é a doçura de um amigo com um conselho sincero.
25Porque terei saciado a alma cansada, e enchido toda alma entristecida.
9E eu fui até o anjo, dizendo-lhe: Dá-me o livrinho.E ele me disse: Toma-o, e come-o; e fará amargo o teu ventre, mas em tua boca será doce como mel.
10E eu tomei o livrinho da mão do anjo, e comi; e ele era em minha boca doce como o mel; mas quando eu o comi, meu ventre ficou amargo.
12Se o mal é doce em sua boca, e o esconde debaixo de sua língua;
15Fartou-me de amarguras, embebedou-me de absinto.
25E todo o povo do país chegou a um bosque de onde havia mel na superfície do campo.
26Entrou, pois, o povo no bosque, e eis que o mel corria; mas ninguém havia que chegasse a mão à sua boca: porque o povo temia o juramento.
29E respondeu Jônatas: Meu pai perturbou o país. Vede agora como foram aclarados meus olhos, por haver provado um pouco deste mel:
14Sua comida se mudará em suas entranhas, veneno de cobras será em seu interior.
3Não desejes as comidas gostosas dele, porque são pão de mentiras.
5Os fartos se alugaram por pão: E cessaram os famintos: Até a estéril deu à luz sete, E a que tinha muitos filhos enfermou.
20O mundo dos mortos e a destruição nunca estão fartos; assim também os olhos do homem nunca estão satisfeitos.
20Do fruto da boca do homem seu ventre se fartará; dos produtos de seus lábios se saciará.
17Melhor é a comida de hortaliças tendo amor, do que a de boi cevado tendo em si ódio.
15Manteiga e mal ele comerá, pois saberá como rejeitar o mal e escolher o bem.
3Porque o ouvido prova as palavras, assim como o paladar experimenta a comida.
29Mel, manteiga, ovelhas, e queijos de vacas, para que comessem; porque disseram: Aquele povo está faminto, e cansado, e terá sede no deserto.
14Suas bocas estão cheias de maldição e amargura.
22E será que, por causa da abundância de leite que lhe derem, ele comerá manteiga; e comerá manteiga e mel todo aquele que for deixado no meio da terra.
6E agora nossa alma se seca; que nada a não ser maná vem [diante dos] nossos olhos.
4Porém seu fim é mais amargo que o absinto; é afiado como a espada de dois fios.
11Por acaso o ouvido não distingue as palavras, e o paladar prova as comidas?
17Não verá correntes, rios, [e] ribeiros de mel e de manteiga.