Jó 20:17
Não verá correntes, rios, [e] ribeiros de mel e de manteiga.
Não verá correntes, rios, [e] ribeiros de mel e de manteiga.
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12Se o mal é doce em sua boca, e o esconde debaixo de sua língua;
13Se o guarda para si, e não o abandona; ao contrário, o retém em sua boca.
14Sua comida se mudará em suas entranhas, veneno de cobras será em seu interior.
15Engoliu riquezas, porém as vomitará; Deus as tirará de seu ventre.
16Veneno de cobras subará; língua de víbora o matará.
18Restituirá o trabalho e não o engolirá; da riqueza de seu comério não desfrutará.
20Por não ter sentido sossego em seu ventre, nada preservará de sua tão desejada riqueza.
21Nada [lhe] restou para que devorasse; por isso sua riqueza não será duradoura.
22Estando cheio de sua fartura, [ainda] estará angustiado; todo o poder da miséria virá sobre ele.
23Quando ele estiver enchendo seu vendre, Deus mandará sobre ele o ardor de sua ira, e [a] choverá sobre ele em sua comida.
24[Ainda que] fuja das armas de ferro, o arco de bronze o atravessará.
18Ele é ligeiro sobre a superfície das águas; maldita é sua porção sobre a terra; não se vira para o caminho das vinhas.
28E habitou em cidades desoladas cidades, em casas desabitadas; que estavam prestes a desmoronar.
29Ele não enriquecerá, nem seu patrimônio subsistirá, nem suas riquezas se estenderão pela terra.
30Não escapará das trevas; a chama secará seus ramos, e ao sopro de sua boca desparecerá.
22As árvores sombrias o cobrem, cada uma com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam.
23Ainda que o rio se torne violento, ele não se apressa; confia ainda que o Jordão transborde até sua boca.
24Poderiam, por acaso, capturá-lo à vista de seus olhos, [ou] com laços furar suas narinas?
6Pois será como um arbusto no deserto, e não sente quando vier o bem; ao invés disso morará nas securas no deserto, em terra salgada e inabitável.
20Seus olhos vejam sua ruína, e beba da ira do Todo-Poderoso.
22E será que, por causa da abundância de leite que lhe derem, ele comerá manteiga; e comerá manteiga e mel todo aquele que for deixado no meio da terra.
8Como um sonho voará, e não será achado; e será afugentado como a visão noturna.
9O olho que já o viu nunca mais o verá; nem seu lugar olhará mais para ele.
20A mãe se esquecerá dele; doce será para os vermes; nunca mais haverá memória [dele] , e a perversidade será quebrada como um árvore.
13Fê-lo subir sobre as alturas da terra, E comeu os frutos do campo, E fez que chupasse mel da rocha, E azeite da dura pederneira;
15Manteiga e mal ele comerá, pois saberá como rejeitar o mal e escolher o bem.
13Come mel, meu filho, porque é bom; e o favo de mel é doce ao teu paladar.
19Pode, por acaso, a tua riqueza te sustentar para que não tenhas aflição, mesmo com todos os esforços de [teu] poder?
16Achaste mel? Come o que te for suficiente; para que não venhas a ficar cheio demais, e vomites.
10Nunca mais voltará à sua casa, nem seu lugar o conhecerá.
16Por debaixo suas raízes se secarão, e por cima seus ramos serão cortados.
17Sua memória perecerá da terra, e não terá nome pelas ruas.
18Será lançado da luz para as trevas, e expulso será do mundo.
19Não terá filho nem neto entre seu povo, nem sobrevivente em suas moradas.
20Medos o tomarão como águas; um turbilhão o arrebatará de noite.
17Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides, e falte o produto da oliveira, os campos não produzam alimento, as ovelhas sejam arrebatadas, e não haja vacas nos currais,
20De modo que sua vida detesta [até] o pão, e sua alma a comida deliciosa.
21Sua carne desaparece da vista, e seus ossos, que antes não se viam, aparecem.
12Em vez disso, morrerá no lugar aonde o levaram cativo, e nunca mais verá esta terra.
24Porém não se estende a mão para quem está em ruínas, quando clamam em sua opressão?
12Sua força se tornará em fome, e a perdição está pronta ao seu lado.
16Este morará nas alturas; fortalezas de rochas serão seu abrigo; ele será provido de pão, [e] suas águas serão garantidas.
17Teus olhos verão o rei em sua formosura; [e] verão uma terra que [se estende] até longe.
7Ele beberá do ribeiro no caminho, então levantará a cabeça.
7A alma saciada recusa o favo de mel; mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce.
33Os torrões do vale lhe são doces; e todos o seguem; e adiante dele estão inúmeros.
24Seus baldes estando cheios de leite, e o tutano de seus ossos umedecido.
25Porém outro morre com amargura de alma, nunca tendo experimentado a prosperidade.
21Sua boca é agradável como a manteiga, mas seu coração [deseja] a guerra; suas palavras [parecem] mais suaves que o azeite, mas são espadas prontas para o ataque.
17Quem ama o prazer sofrerá necessidade; aquele que ama o vinho e o azeite nunca enriquecerá.