Jó 24:18
Ele é ligeiro sobre a superfície das águas; maldita é sua porção sobre a terra; não se vira para o caminho das vinhas.
Ele é ligeiro sobre a superfície das águas; maldita é sua porção sobre a terra; não se vira para o caminho das vinhas.
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19A seca e o calor desfazem as águas da neve; [assim também] o mundo dos mortos [faz aos que] pecaram.
17Porque a manhã é para todos eles como sombra de morte; pois são conhecidos dos pavores de sombra de morte.
4Abre um poço onde não há morador, lugares esquecidos por quem passa a pé; pendurados longe da humanidade, vão de um lado para o outro.
15Eis que, [quando] ele detém as águas, elas se secam; [quando] ele as deixa sair, elas transtornam a terra.
20Medos o tomarão como águas; um turbilhão o arrebatará de noite.
6No campo colhem sua forragem, e vindimam a vinha do perverso.
17Que no tempo do calor se secam e, ao se aquecerem, desaparecem de seu lugar;
18Os cursos de seus caminhos se desviam; vão se minguando, e perecem.
16Por debaixo suas raízes se secarão, e por cima seus ramos serão cortados.
17Sua memória perecerá da terra, e não terá nome pelas ruas.
18Será lançado da luz para as trevas, e expulso será do mundo.
6Pois será como um arbusto no deserto, e não sente quando vier o bem; ao invés disso morará nas securas no deserto, em terra salgada e inabitável.
4Até quando lamentará a terra, e a erva de todo o campo ficará seca? Pela maldade dos que nela habitam, os animais e as aves perecem; porque dizem: Ele não verá ele nosso fim.
17Não verá correntes, rios, [e] ribeiros de mel e de manteiga.
33Ele torna os rios em deserto, e as saídas de águas em terra seca.
34A terra frutífera em salgada, pela maldade dos que nela habitam.
32Porque da vide de Sodoma é a vide deles, E dos sarmentos de Gomorra: As uvas deles são uvas venenosas, cachos muito amargos têm.
11Entre suas paredes espremem o azeite; pisam os lagares, e [ainda] têm sede.
4Ele repreende o mar, e o faz secar; e deixa secos todos os rios. Basã e o Carmelo se definham, e a flor do Líbano murcha.
18Eles serão como palha diante do vento, como o restos de palha que o turbilhão arrebata.
8Como a lesma, que se desmancha, que [assim] saiam embora; como o aborto de mulher, [assim também] nunca vejam o sol.
9Antes que vossas panelas sintam os espinhos, tanto vivos, como aquecidos, ele os arrebatará furiosamente.
29Ele não enriquecerá, nem seu patrimônio subsistirá, nem suas riquezas se estenderão pela terra.
30Não escapará das trevas; a chama secará seus ramos, e ao sopro de sua boca desparecerá.
14Ao tempo da tarde eis que há pavor; [mas] antes que amanheça não há mais: Esta é a parte daqueles que nos despojam, e o futuro reservado para aqueles que nos saqueiam.
14Para que todas as árvores bem [regadas] com águas não se elevem em sua estatura, nem levantem seu topo no meio dos ramos espessos, nem todas as que bebem águas se tornem poderosas de tão altas; porque todos estão entregues à morte, no meio dos filhos dos homens, para abaixo da terra.
25Meus dias foram mais rápidos que um homem que corre; fugiram, e não viram o bem.
15Por acaso deste atenção para o velho caminho que pisaram os homens injustos?
16Tais foram cortados antes de tempo; [sobre] o fundamento deles foi derramada uma enchente.
11As águas se vão do lago, e o rio se esgota, e se seca.
23Se ele lhes dá descanso, nisso confiam; [mas] os olhos de [Deus] estão [postos] nos caminhos deles.
24São exaltados por um pouco [de tempo] , mas [logo] desaparecem; são abatidos, encerrados como todos, e cortados como cabeças das espigas.
24Mal foram plantados, mal foram semeados, mal seu caule forma raízes na terra; e [logo] ele sopra neles, e se secam, e um vento forte os leva como palha fina.
22Porque os que são por ele abençoados herdarão a terra; mas os que são por ele amaldiçoados serão removidos.
10Por isso seu povo volta para cá, e as águas lhes são espremidas por completo.
17As sementes se apodreceram debaixo de seus torrões, os celeiros foram assolados, os depósitos foram derrubados; porque o trigo se secou.
17Porque comem pão da maldade, e bebem vinho de violências.
7O suco de uva chora, a vinha se enfraquece; todos os alegres de coração [agora] suspiram.
21Aflige à mulher estéril, [que] não dá à luz; e nenhum bem faz à viúva.
20Desde a manhã até a tarde são despedaçados, e perecem sempre, sem que ninguém perceba.
11Ou trevas, para que não vejas; e inundação de água te cobre.
20Seus olhos vejam sua ruína, e beba da ira do Todo-Poderoso.
19E a água desgasta as pedras, e as enxurradas levam o pó da terra, assim também tu fazes perecer a esperança do homem.
8Porque o SENHOR [tem] um copo na mão; com vinho espumado, cheio de mistura, e ele o derramará; e os perversos da terra o beberão e sugarão até seus restos.
18Para que não [aconteça] de o SENHOR veja, e o desagrade, e desvie dele sua ira.
6Como ribeiros estão estendidas, Como jardins junto ao rio, Como aloés plantados pelo SENHOR, Como cedros junto às águas.
14Eles vêm [contra mim] como que por uma brecha larga, [e] revolvem-se entre a desolação.
23Ainda que o rio se torne violento, ele não se apressa; confia ainda que o Jordão transborde até sua boca.
8Mas com inundação impetuosa ele acabará com Nínive, e perseguirá seus inimigos até às trevas.
12Estando ele ainda verde, sem ter sido cortado, ainda assim se seca antes de toda erva.