1 Samuel 2:5
Os fartos se alugaram por pão: E cessaram os famintos: Até a estéril deu à luz sete, E a que tinha muitos filhos enfermou.
Os fartos se alugaram por pão: E cessaram os famintos: Até a estéril deu à luz sete, E a que tinha muitos filhos enfermou.
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4Os arcos dos fortes foram quebrados, E os fracos se cingiram de força.
9Enfraqueceu-se a que teve sete filhos; a sua alma perdeu o fôlego; seu sol se lhe pôs, sendo ainda de dia; envergonhou-se, e ficou humilhada; e os que dela restarem, eu os entregarei a espada diante de seus inimigos,diz o SENHOR.
4Por causa da sede a língua da criança de peito se grudou a seu céu da boca; os meninos pedem pão, e ninguém há lhes reparta.
5Os que comiam das melhores iguarias, [agora] desfalecem nas ruas; os que se criaram em carmesim abraçam o lixo.
9Mais felizes foram os mortos pela espada do que os mortos pela fome; porque estes se abatem traspassados pela [falta] dos frutos do campo.
10As mãos das mulheres compassivas cozeram a seus filhos; serviram-lhes de comida na destruição da filha de meu povo.
53Aos famintos encheu de bens, e aos ricos enviou vazios.
27Pois está escrito: Alegra-te, ó estéril, que não geras filhos; extravasa gritando de júbilo, tu, que não estás de parto; porque muitos mais são os filhos da solitária, que os da que tem marido.
5O faminto devora sua colheita, e a tira até dentre os espinhos; e o assaltante traga sua riqueza.
1Canta alegremente, ó estéril, [que] não geravas; grita de prazer com alegre canto, e jubila tu que não tiveste dores de parto; pois mais são os filhos da solitária do que os filhos da casada, diz o SENHOR.
7Com que o ceifeiro não enche sua mão, nem o braço daquele que amarra os molhos.
16O mundo dos mortos, o ventre feminino estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo que nunca diz estar satisfeito.
14Dos homens com tua mão, SENHOR, dos homens que são do mundo, cuja parte está n [esta] vida, cujo ventre enches de teu secreto [tesouro] ; os filhos se fartam, e deixam sua sobra para suas crianças.
6O SENHOR mata, e ele dá vida: Ele faz descer ao sepulcro, e faz subir.
10E comerão, mas não se fartarão; eles se prostituirão, mas não se multiplicarão, porque abandonaram ao SENHOR,
9Às viúvas despediste vazias, e os braços dos órfãos foram quebrados.
7Não deste de beber água ao cansado, e negaste o pão ao faminto.
9Que faz a estéril habitar em família, como alegre mãe de filhos. Aleluia!
7Todo o trabalho do homem é para sua boca; porém sua alma nunca se satisfaz.
29Porque eis que vêm dias em que dirão: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não deram a luz, e os peitos que não amamentaram.
6Semeais muito, mas colheis pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos satisfazeis; vós vos vestis, mas não vos aqueceis; e o assalariado recebe seu salário em bolsa furada.
3Por causa da pobreza e da fome andavam sós; roem na terra seca, no lugar desolado e deserto em trevas.
14Se seus filhos se multiplicarem, serão para a espada; e seus descendentes não se fartarão de pão;
15Os que lhe restarem, pela praga serão sepultados; e suas viúvas não chorarão.
5Famintos e sedentos, suas almas neles desfaleciam.
10Ela está esvaziada, devastada e arruinada; os corações desmaiam, os joelhos tremem, os lombos doem, e os rostos deles todos ficam abatidos.
11E casas cheias de todo ainda que tu não encheste, e cisternas cavadas, que tu não cavaste, vinhas e olivais que não plantaste: logo que comeres e te fartares,
14Porque as mesmas riquezas se perdem com negócios malsucedidos; e quando gera algum filho, nada lhe fica em sua mão.
10Ao nus fazem andar sem vestes, e fazem os famintos carregarem feixes.
5Eis que como asnos selvagens no deserto eles saem a seu trabalho buscando insistentemente por comida; o deserto dá alimento a ele [e a seus] filhos.
17Para que lhes falte o pão e o água, e se espantem uns aos outros, e se consumam em suas maldades.
2Pois havia quem dizia: Nós, nossos filhos e nossas filhas, somos muitos; por isso tomamos trigo, para que comamos e vivamos.
15A preguiça faz cair num sono profundo; e a alma desocupada passará fome.
19Aquele que lavrar sua terra terá fartura de pão; mas o que segue coisas inúteis terá fartura de pobreza.
23A lavoura dos pobres [gera] muita comida; mas há [alguns] que se destroem por falta de juízo.
19Estas duas coisas te aconteceram; quem terá compaixão de ti? Assolação e ruína; fome e espada; por meio de quem te consolarei?
24Seus baldes estando cheios de leite, e o tutano de seus ossos umedecido.
26Quando eu vos quebrantar o sustento de pão, cozerão dez mulheres vosso pão em um forno, e vos devolverão vosso pão por peso; e comereis, e não vos fartareis.
16Age duramente para com seus filhos, como se não fossem seus, sem temer que seu trabalho tenha sido em vão.
6Nós nos rendemos aos egípcios e aos assírios para nos saciarmos de pão.
57E para com sua criança que sai dentre seus pés, e para com seus filhos que der à luz; pois os comerá ocultamente, a falta de tudo, no cerco e em apuros com que teu inimigo te oprimirá em tuas cidades.
15Como está escrito: O que muito [colhe] , não teve mais; e o que [colhe] pouco, não teve menos.
15Abençoarei seu sustento abundantemente, [e] fartarei seus necessitados de pão.
14Tu comerás, mas não te saciarás; e fome haverá no meio de ti; tu pegarás, mas não levarás [contigo] ; e o que levares, eu [o] entregarei à espada.
16Sua aljava é como uma sepultura aberta; todos eles são poderosos.
17E comerão tua colheita e teu pão, que teus filhos e tuas filhas comeriam; comerão tuas ovelhas e tuas vacas, comerão tuas vides e tuas figueiras; e derrubarão por meio da espada tuas cidades fortes em que confias.
7A alma saciada recusa o favo de mel; mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce.
25Porque terei saciado a alma cansada, e enchido toda alma entristecida.
17As sementes se apodreceram debaixo de seus torrões, os celeiros foram assolados, os depósitos foram derrubados; porque o trigo se secou.
3Por isso ele os entregará até o tempo em que a que estiver de parto der à luz; então o resto de seus irmãos voltarão a estar com os filhos de Israel.