Jó 39:16
Age duramente para com seus filhos, como se não fossem seus, sem temer que seu trabalho tenha sido em vão.
Age duramente para com seus filhos, como se não fossem seus, sem temer que seu trabalho tenha sido em vão.
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14Ela deixa seus ovos na terra, e os esquenta no chão,
15E se esquece de que pés podem os pisar, e os animais do campo [podem] os esmagar.
17Porque Deus a privou de sabedoria, e não lhe repartiu entendimento.
18Porém quando se levanta para correr, zomba do cavalo e do seu cavaleiro.
56A tenra e a delicada entre vós, que nunca a planta de seu pé provou a sentar sobre a terra, de ternura e delicadeza, seu olho será maligno para com o marido de seu seio, e para com seu filho, e para com sua filha,
57E para com sua criança que sai dentre seus pés, e para com seus filhos que der à luz; pois os comerá ocultamente, a falta de tudo, no cerco e em apuros com que teu inimigo te oprimirá em tuas cidades.
28Nas penhas ela mora e habita; no cume das penhas, e em lugares seguros.
29Desde ali espia a comida; seus olhos avistam de longe.
30Seus filhotes sugam sangue; e onde houver cadáveres, ali ela está.
3Até os chacais dão o peito para amamentar a seus filhotes; [porém] a filha de meu povo se tornou cruel, como os avestruzes no deserto.
4Por causa da sede a língua da criança de peito se grudou a seu céu da boca; os meninos pedem pão, e ninguém há lhes reparta.
1Sabes tu o tempo em que as cabras montesas dão filhotes? Ou observaste tu as cervas quando em trabalho de parto?
2Contaste os meses que elas cumprem, e sabes o tempo de seu parto?
3Quando se encurvam, produzem seus filhos, [e] lançam de si suas dores.
4Seus filhos se fortalecem, crescem como o trigo; saem, e nunca mais voltam a elas.
3Para não acontecer que eu a deixe nua, e a ponha como no dia em que nasceu, e a faça como um deserto, e a deixe como terra seca, e a mate de sede.
4E não terei compaixão de seus filhos, porque são filhos de prostituições.
2E dize: Quem foi tua mãe? Uma leoa deitada entre os leões; entre os leõezinhos ela criou seus filhotes.
3E fez crescer um de seus filhotes, que veio a ser um leãozinho; e ele aprendeu a caçar presa, e a devorar homens.
18De todos os filhos que ela gerou, nenhum há que a guie mansamente; e de todos os filhos que ela criou, nenhum há que a segure pela mão.
19Estas duas coisas te aconteceram; quem terá compaixão de ti? Assolação e ruína; fome e espada; por meio de quem te consolarei?
15Pode, por acaso, uma mulher se esquecer do filho que ainda amamenta, de modo que não se compadeça do filho de seu próprio ventre? Ainda que elas se esquecessem, contudo, eu não me esquecerei de ti.
10Ela está esvaziada, devastada e arruinada; os corações desmaiam, os joelhos tremem, os lombos doem, e os rostos deles todos ficam abatidos.
11Onde está a morada dos leões, e o lugar onde os leões jovens se alimentavam, onde o leão, a leoa, e os filhotes de leão passeavam, e não havia quem os espantasse?
9Enfraqueceu-se a que teve sete filhos; a sua alma perdeu o fôlego; seu sol se lhe pôs, sendo ainda de dia; envergonhou-se, e ficou humilhada; e os que dela restarem, eu os entregarei a espada diante de seus inimigos,diz o SENHOR.
12Ainda que venham a criar seus filhos, contudo eu os privarei deles, de modo que reste nenhum. Ai deles quando deles eu me afastar!
5E quando ela viu que havia esperado [muito] , e que sua esperança era perdida, tomou outro de seus filhotes, e o pôs por leãozinho.
13Dores de parto lhe virão; ele é um filho tolo, pois senão ele não continuaria no estado em que os filhos nascem.
18(Porque desde a minha juventude cresceu comigo como [se eu fosse seu pai] , e desde o ventre de minha mãe guiei [a viúva] );
5E até as cervas nos campos geram filhotes, e os abandonam, pois não há erva.
16O mundo dos mortos, o ventre feminino estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo que nunca diz estar satisfeito.
17Os olhos que zombam do pai ou desprezam obedecer à mãe, os corvos do riacho os arrancarão, e os filhotes de abutre os comerão.
10Seus touros procriam, e não falham; suas vacas geram filhotes, e não abortam.
21Aflige à mulher estéril, [que] não dá à luz; e nenhum bem faz à viúva.
14Dá-lhes, SENHOR, o que lhes darás? Dá-lhes ventre que aborte, e seios sem leite.
6Para que não ponderes a vereda da vida, os percursos delas são errantes, e tu não os conhecerás.
11Esta era barulhenta e insubordinada; os pés dela não paravam em sua casa.
20E levantou-se à meia noite, e tomou a meu filho de junto a mim, estando eu tua serva dormindo, e o pôs a seu lado, e pôs a meu lado seu filho morto.
20Se sua cintura não me bendisse, quando ele se esquentava com as peles de meus cordeiros;
5Os fartos se alugaram por pão: E cessaram os famintos: Até a estéril deu à luz sete, E a que tinha muitos filhos enfermou.
44Eis que todo aquele que usa de provérbios fará provérbio sobre ti, dizendo: Tal mãe, tal filha.
10Porém ela foi levada em cativeiro; também suas crianças foram despedaçadas nas esquinas de todas as ruas; e sobre seus nobres lançaram sortes, e todos seus maiorais foram aprisionados com grilhões.
10As mãos das mulheres compassivas cozeram a seus filhos; serviram-lhes de comida na destruição da filha de meu povo.
18Castiga a teu filho enquanto há esperança; mas não levantes tua alma para o matar.
3Porque assim diz o SENHOR quanto aos filhos e às filhas que nascerem neste lugar, e às suas mães que os tiverem e aos pais que os gerarem nesta terra:
17Ela prepara seus lombos com vigor, e fortalece seus braços.
17Que abandona o guia de sua juventude, e se esquece do pacto de seu Deus.
27Ela presta atenção aos rumos de sua casa, e não come pão da preguiça.
12[Por isso] vossa mãe será muito envergonhada, será humilhada a que vos gerou; eis que ela será a última das nações: deserto, secura, e desolação.
6Portanto eis que cercarei teu caminho com espinhos, e levantarei uma parede de sebe, de modo que ela não poderá achar suas veredas.