Lamentações 4:3
Até os chacais dão o peito para amamentar a seus filhotes; [porém] a filha de meu povo se tornou cruel, como os avestruzes no deserto.
Até os chacais dão o peito para amamentar a seus filhotes; [porém] a filha de meu povo se tornou cruel, como os avestruzes no deserto.
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4Por causa da sede a língua da criança de peito se grudou a seu céu da boca; os meninos pedem pão, e ninguém há lhes reparta.
5Os que comiam das melhores iguarias, [agora] desfalecem nas ruas; os que se criaram em carmesim abraçam o lixo.
14Ela deixa seus ovos na terra, e os esquenta no chão,
15E se esquece de que pés podem os pisar, e os animais do campo [podem] os esmagar.
16Age duramente para com seus filhos, como se não fossem seus, sem temer que seu trabalho tenha sido em vão.
10As mãos das mulheres compassivas cozeram a seus filhos; serviram-lhes de comida na destruição da filha de meu povo.
30Seus filhotes sugam sangue; e onde houver cadáveres, ali ela está.
56A tenra e a delicada entre vós, que nunca a planta de seu pé provou a sentar sobre a terra, de ternura e delicadeza, seu olho será maligno para com o marido de seu seio, e para com seu filho, e para com sua filha,
57E para com sua criança que sai dentre seus pés, e para com seus filhos que der à luz; pois os comerá ocultamente, a falta de tudo, no cerco e em apuros com que teu inimigo te oprimirá em tuas cidades.
15Pode, por acaso, uma mulher se esquecer do filho que ainda amamenta, de modo que não se compadeça do filho de seu próprio ventre? Ainda que elas se esquecessem, contudo, eu não me esquecerei de ti.
5Eis que como asnos selvagens no deserto eles saem a seu trabalho buscando insistentemente por comida; o deserto dá alimento a ele [e a seus] filhos.
3Quando se encurvam, produzem seus filhos, [e] lançam de si suas dores.
4Seus filhos se fortalecem, crescem como o trigo; saem, e nunca mais voltam a elas.
7A vaca e a ursa se alimentarão juntas, seus filhos [juntos] se deitarão; e o leão comerá palha como o boi.
8A criança que ainda mama brincará sobre a toca da serpente, e a que for desmamada porá sua mão na cova da víbora.
9[Há os que] arrancam ao órfão do peito, e do pobre tomam penhor.
2E dize: Quem foi tua mãe? Uma leoa deitada entre os leões; entre os leõezinhos ela criou seus filhotes.
3E fez crescer um de seus filhotes, que veio a ser um leãozinho; e ele aprendeu a caçar presa, e a devorar homens.
11Meus olhos se consumiram de lágrimas, atormentam-se minhas entranhas; meu fígado se derramou por terra por causa do quebrantamento da filha de meu povo, porque crianças e bebês de mama desfalecem pelas ruas da cidade.
12Eles dizem às suas mães: Onde está o trigo e o vinho?, enquanto desfalecem como feridos pelas ruas da cidade, derramando suas almas no colo de suas mães.
3Para não acontecer que eu a deixe nua, e a ponha como no dia em que nasceu, e a faça como um deserto, e a deixe como terra seca, e a mate de sede.
4E não terei compaixão de seus filhos, porque são filhos de prostituições.
5Pois sua mãe se prostituiu; a que os concebeu age de forma vergonhosa; porque disse: Irei atrás meus amantes, que dão meu pão e minha água, minha lã e meu linho, meu azeite e minha bebida.
17Os olhos que zombam do pai ou desprezam obedecer à mãe, os corvos do riacho os arrancarão, e os filhotes de abutre os comerão.
14Dá-lhes, SENHOR, o que lhes darás? Dá-lhes ventre que aborte, e seios sem leite.
5E até as cervas nos campos geram filhotes, e os abandonam, pois não há erva.
6E os asnos monteses se põem nos lugares altos, aspiram o vento como os chacais; seus olhos se enfraquecem, pois não há erva.
11Para que mameis e vos sacieis dos consoladores seios dela; para que sugueis e vos deleiteis com a abundância de sua glória.
12Porque assim diz o SENHOR: Eis que estenderei sobre ela a paz como um rio, e a glória das nações como um ribeiro que transborda; então mamareis; sereis levados ao colo, e sobre os joelhos vos afagarão.
16E mamarás o leite das nações, e mamarás os peitos dos reis; e saberás que eu sou o SENHOR, teu Salvador e teu Redentor, o Poderoso de Jacó.
14E os animais do deserto se encontrarão com os lobos, e o bode berrará ao seu companheiro; os animais noturnos ali pousarão, e acharão lugar de descanso para si.
15Ali a coruja fará seu ninho e porá [ovos] , e tirará seus filhotes, e os recolherá debaixo de sua sombra; também ali os abutres se ajuntarão uns com os outros.
20Os animais do campo me honrarão; os chacais e os filhotes de avestruz; porque porei águas no deserto, rios na terra vazia, para dar de beber a meu povo, meu escolhido.
23Eles trarão arco e lança; são cruéis, que não terão misericórdia; a voz deles rugirá como o mar, e sobre cavalo cavalgarão, como homens dispostos para a guerra contra ti, ó filha de Sião.
3Por isso a terra lamentará, e qualquer um que morar nela desfalecerá, com os animais do campo e as aves do céu; e até os peixes do mar morrerão.
21Assim relembraste a obscenidade de tua juventude, quando os egípcios apalpavam teus peitos, por causa dos seios de tua juventude.
11Como a água desperta sua ninhada, paira sobre seus passarinhos, Estende suas asas, os toma, os leva sobre suas penas:
19Levanta-te, grita de noite, no começo das vigílias; derrama teu coração como águas diante da presença do Senhor; levanta tuas mãos a ele pela vida de tuas criancinhas, que desfalecem de fome nas entradas de todas as ruas.
20Olha, SENHOR, e considera a quem fizeste de tal modo; por acaso as mulheres comerão do seu [próprio] fruto, as criancinhas que carregam nos braços? Por acaso serão o sacerdote e o profeta mortos no santuário do Senhor?
31Porque ouço uma voz, como de mulher que está de parto, uma angústia como de parto de primeiro filho; é a voz da filha de Sião, que lamenta e estende suas mãos, [dizendo] : Ai de mim agora! Pois minha alma desmaia por causa dos assassinos.
2Os preciosos filhos de Sião, estimados como o ouro puro, como [agora] são considerados como vasos de barro, obra das mãos de oleiro!
19Nossos perseguidores foram mais velozes que as águias do céu; sobre os montes nos perseguiram, no deserto armaram ciladas para nós.
9Que dá ao gado seu pasto; e [também] aos filhos dos corvos, quando clamam.
12Ainda que venham a criar seus filhos, contudo eu os privarei deles, de modo que reste nenhum. Ai deles quando deles eu me afastar!
14Há gente cujos dentes são espadas, e cujos queixos são facas, para devorarem aos aflitos da terra aos aflitos, e aos necessitados dentre os homens.
8Portanto lamentarei e uivarei, e andarei descalço e nu; farei uivos como de chacais, e lamentos como de filhotes de avestruzes.
6Revelação sobre os animais selvagens do deserto de Negueve: Por entre uma terra da aflição e da angústia, de onde [vem] o leão forte, o leão velho, a cobra e a serpente voadora, eles levam seus bens nas costas de jumentos, e seus tesouros sobre corcovas de camelos, a um povo que em nada [lhes] será útil.
41Quem prepara aos corvos seu alimento, quando seus filhotes clamam a Deus, andando de um lado para o outro por não terem o que comer?
14Por muito tempo fiquei calado, quieto estive, [e] me retive; [mas agora] darei gritos como a que está de parto, suspirando e juntamente ofegando.
9Não é minha herança para mim uma ave de rapina de muitas cores? Não estão contra ela aves de rapina ao redor? Vinde, ajuntai-vos, todas os animais do campo, vinde para devorá-la.