Lamentações 4:2
Os preciosos filhos de Sião, estimados como o ouro puro, como [agora] são considerados como vasos de barro, obra das mãos de oleiro!
Os preciosos filhos de Sião, estimados como o ouro puro, como [agora] são considerados como vasos de barro, obra das mãos de oleiro!
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1Como se escureceu o ouro! Como mudou o bom e fino ouro! As pedras do Santuário estão espalhadas pelas esquinas de todas as ruas.
4E o vaso de barro que ele estava fazendo se quebrou na mão do oleiro; então ele voltou a fazer dele outro vaso, conforme o que ao oleiro pareceu melhor fazer.
22Tua prata se tornou em escórias; teu vinho se misturou com água.
8Porém agora, SENHOR, tu és nosso Pai; nós somos barro, e tu és nosso oleiro; e todos nós somos obra de tuas mãos.
2Destruirei a filha de Sião [ainda que seja] formosa e delicada.
6Por acaso não poderei eu fazer de vós como este oleiro, ó casa de Israel?diz o SENHOR. Eis que tal como o barro na mão do oleiro, assim sois vós em minha mão, ó casa de Israel.
10Sentados na terra [e] calados estão os anciãos da filha de Sião; lançaram pó sobre suas cabeças, vestiram-se de saco; as virgens de Jerusalém baixaram suas cabeças à terra.
11Meus olhos se consumiram de lágrimas, atormentam-se minhas entranhas; meu fígado se derramou por terra por causa do quebrantamento da filha de meu povo, porque crianças e bebês de mama desfalecem pelas ruas da cidade.
12Eles dizem às suas mães: Onde está o trigo e o vinho?, enquanto desfalecem como feridos pelas ruas da cidade, derramando suas almas no colo de suas mães.
28É este homem Conias um pote quebrado, ou um vaso de quem ninguém se agrada? Por que ele e sua geração foram arremessados fora, e lançados a uma terra que não conhecem?
6Foi embora toda a beleza da filha de Sião; seus príncipes se tornaram como cervos que não encontram pasto, que tentam fugir sem força diante do perseguidor.
12Para que nossos filhos [sejam] como plantas, que crescem em sua juventude; [e] nossas filhas [sejam] como esquinas entalhadas ao modo do palácio.
1Como o Senhor cobriu a filha de Sião com sua ira! Ele derrubou a formosura de Israel do céu à terra, e não se lembrou do estrado de seus pés no dia de sua ira.
13O SENHOR, pois, me disse: Lança-as ao oleiro, este belo preço que me avaliaram.E tomei as trinta [moedas] de prata, e as lancei na casa do SENHOR ao oleiro.
10Sofre dores e contorce-te, ó filha de Sião, como mulher em trabalho de parto; porque agora sairás da cidade, e morarás no campo, e virás até a Babilônia; [porém] ali tu serás livrada, ali o SENHOR te redimirá da mão de teus inimigos.
11Mas agora muitas nações se reuniram contra ti, e dizem: Seja profanada, e nossos olhos vejam a desgraça de Sião.
20Os teus filhos desmaiaram, jazem nas entradas de todos os caminhos, como um antílope numa rede; cheios estão do furor do SENHOR, e da repreensão de teu Deus.
19Eis a voz do clamor da filha de meu povo, desde uma da terra distante: Por acaso não está o SENHOR em Sião? Não está nela o seu rei? Por que me provocaram à ira com suas imagens de escultura, com coisas estrangeiras inúteis?
19Porque uma voz de pranto foi ouvida de Sião: Como fomos destruídos! Nós nos tornamos muito envergonhados, por termos deixado a terra, por nossas moradas terem sido arruinadas.
12Portanto por causa de vós Sião será arada como campo, e Jerusalém se tornará um amontoado de pedras, e o monte do templo como os lugares altos de um bosque.
14E será quebrado como a quebra de um vaso de oleiro, tão esmigalhado que nada se preservará; não se poderá achar um caco sequer entre seus pedacinhos que sirva para transportar brasas de uma fogueira, ou tirar água de um tanque.
18Filho do homem, a casa de Israel se tornou para mim em escórias; todos eles são cobre, estanho, ferro, e chumbo, no meio do forno; eles se tornaram escórias de prata.
10As mãos das mulheres compassivas cozeram a seus filhos; serviram-lhes de comida na destruição da filha de meu povo.
20Olha, SENHOR, e considera a quem fizeste de tal modo; por acaso as mulheres comerão do seu [próprio] fruto, as criancinhas que carregam nos braços? Por acaso serão o sacerdote e o profeta mortos no santuário do Senhor?
11E lhes dirás: Assim diz o SENHOR dos exércitos: Assim quebrarei a este povo e a esta cidade, como quem quebra um vaso de oleiro, que não pode mais ser restaurado; e em Tofete serão enterrados, pois não haverá [outro] lugar para enterrar.
5Pois levastes minha prata e meu ouro, e minhas coisas valiosas e boas pusestes em vossos templos,
14Pois os teus servos se agradam de suas pedras, e sentem compaixão do pó de suas [ruínas] .
31Porque ouço uma voz, como de mulher que está de parto, uma angústia como de parto de primeiro filho; é a voz da filha de Sião, que lamenta e estende suas mãos, [dizendo] : Ai de mim agora! Pois minha alma desmaia por causa dos assassinos.
3E os mais ilustres deles enviaram seus inferiores à água; eles vêm aos tanques, [e] não acham água; voltam com seus vasos vazios; eles se envergonham, se sentem humilhados, e cobrem suas cabeças.
8E a filha de Sião ficou como uma cabana na vinha, como um barraco no pepinal, como uma cidade cercada.
16[Como é grande] vossa perversão! Pode, por acaso, o oleiro ser considerado igual ao barro? Pode a obra dizer de seu criador que “ele não me fez”? Ou o vaso formado dizer de seu formador: “Ele nada entende”?
10Porém ela foi levada em cativeiro; também suas crianças foram despedaçadas nas esquinas de todas as ruas; e sobre seus nobres lançaram sortes, e todos seus maiorais foram aprisionados com grilhões.
9Vós expulsais as mulheres de meu povo de suas queridas casas; de suas crianças tirastes minha glória para sempre.
3Até os chacais dão o peito para amamentar a seus filhotes; [porém] a filha de meu povo se tornou cruel, como os avestruzes no deserto.
9Trazem prata estendida de Társis, e ouro de Ufaz; [para] trabalho do artífice, e das mãos do fundidor; eles os vestem de azul celeste e de púrpura; todos eles são obra de [trabalhadores] habilidosos.
2Porque o SENHOR restituirá a glória de Jacó, como a glória de Israel, ainda que saqueadores tenham os saqueado, e destruído os seus ramos de videira.
1Assim diz o SENHOR: Vai, e compra uma jarra de barro de oleiro, e [toma contigo] dos anciãos do povo e dos anciãos dos sacerdotes;
13Pois meu povo fez dois males: deixaram a mim, [que sou] fonte de água viva, para cavarem para si cisternas, cisternas rachadas, que não retêm águas.
14Por acaso Israel é um servo? É um escravo de nascimento? Por que, [então] , ele se tornou uma presa?
16Além disso o SENHOR diz: Dado que as filhas de Sião se exaltam, e andam com o pescoço levantado, e [procuram] seduzir com os olhos, e vão andando a passos curtos, fazendo ruídos com os ornamentos dos pés,
5Os que comiam das melhores iguarias, [agora] desfalecem nas ruas; os que se criaram em carmesim abraçam o lixo.
6Pois maior é o castigo da filha de meu povo do que o [do] pecado de Sodoma, Que foi transtornada em um momento, e não assentaram sobre ela companhias.
7Seus nazireus eram mais alvos que a neve, mais brancos que o leite. Seus corpos eram mais avermelhados que rubis, [e] mais polidos que a safira;
8O SENHOR determinou destruir o muro da filha de Sião; estendeu o cordel, não deteve sua mão de destruir; tornou em lamento o antemuro e o muro; juntamente foram destruídos.
19Lançarão sua prata pelas ruas, e seu ouro será como algo imundo; nem sua prata nem seu ouro poderá livrá-los no dia do furor do SENHOR; não saciarão suas almas, nem encherão suas entranhas; pois isto é o tropeço de sua maldade.
13Levanta-te e trilha, ó filha de Sião, porque tornarei teu chifre de ferro, e tuas unhas de bronze, e esmiuçarás muitos povos; e consagrarás ao SENHOR seus ganhos, e seus bens ao Senhor de toda a terra.
9Com cetro de ferro tu as quebrarás; como vaso de oleiro tu as despedaçarás;
17Sião estendeu suas mãos, não há quem a console; o SENHOR deu ordens contra Jacó, para que seus inimigos o cercassem: Jerusalém se tornou imunda entre eles.
4Os ídolos deles são prata e ouro, obras de mãos humanas.
4Os caminhos de Sião estão de luto, pois ninguém vem às celebrações solenes; todas as suas portas estão desertas, seus sacerdotes gemem, suas virgens se afligem, e ela sofre amargamente.