Isaías 1:8
E a filha de Sião ficou como uma cabana na vinha, como um barraco no pepinal, como uma cidade cercada.
E a filha de Sião ficou como uma cabana na vinha, como um barraco no pepinal, como uma cidade cercada.
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7Vossa terra é uma ruína; vossas cidades foram queimadas; vossa terra os estranhos devastaram diante de vossa presença, e está arruinada como que destruída por estranhos.
2Destruirei a filha de Sião [ainda que seja] formosa e delicada.
3A ela virão pastores com seus rebanhos; levantarão contra ela tendas ao redor; [e] cada um apascentará em seu lugar.
9Se o SENHOR dos exércitos não tivesse nos deixado alguns sobreviventes, teríamos sido como Sodoma, seríamos semelhantes aos de Gomorra.
19Porque uma voz de pranto foi ouvida de Sião: Como fomos destruídos! Nós nos tornamos muito envergonhados, por termos deixado a terra, por nossas moradas terem sido arruinadas.
7O Senhor rejeitou seu altar, detestou seu santuário, entregou na mão do inimigo os muros de seus palácios; levantaram gritaria na casa do SENHOR como em dia de festa.
8O SENHOR determinou destruir o muro da filha de Sião; estendeu o cordel, não deteve sua mão de destruir; tornou em lamento o antemuro e o muro; juntamente foram destruídos.
9Suas portas foram lançadas por terra, destruiu e quebrou seus ferrolhos; sua rei e seus príncipes estão entre as nações onde não há a Lei; nem seus profetas acham visão alguma do SENHOR.
10Sentados na terra [e] calados estão os anciãos da filha de Sião; lançaram pó sobre suas cabeças, vestiram-se de saco; as virgens de Jerusalém baixaram suas cabeças à terra.
10Sofre dores e contorce-te, ó filha de Sião, como mulher em trabalho de parto; porque agora sairás da cidade, e morarás no campo, e virás até a Babilônia; [porém] ali tu serás livrada, ali o SENHOR te redimirá da mão de teus inimigos.
11Mas agora muitas nações se reuniram contra ti, e dizem: Seja profanada, e nossos olhos vejam a desgraça de Sião.
7Ei Sião! Escapa-te tu, que habitas com a filha da Babilônia.
12Portanto por causa de vós Sião será arada como campo, e Jerusalém se tornará um amontoado de pedras, e o monte do templo como os lugares altos de um bosque.
4Os caminhos de Sião estão de luto, pois ninguém vem às celebrações solenes; todas as suas portas estão desertas, seus sacerdotes gemem, suas virgens se afligem, e ela sofre amargamente.
5Seus adversários estão no comando, seus inimigos prosperam; pois o SENHOR a afligiu por causa de suas muitas transgressões; suas criancinhas foram em cativeiro diante do inimigo.
6Foi embora toda a beleza da filha de Sião; seus príncipes se tornaram como cervos que não encontram pasto, que tentam fugir sem força diante do perseguidor.
7Jerusalém, nos dias de sua aflição, e de suas rebeliões, lembrou-se de todas as suas melhores coisas, que tinha nos tempos antigos; quando seu povo caiu nas mãos do adversário, não houve quem a ajudasse; os adversários a viram, [e] zombaram de sua queda.
12[Só] restou assolação na cidade; o portão foi feito em ruínas.
13Porque assim será por entre a terra, e no meio destes povos; como quando se sacode a oliveira, [e] como as uvas que sobram depois de terminada a vindima.
10Tuas santas cidades se tornaram um deserto; Sião se tornou um deserto; Jerusalém está assolada.
11Nossa santa e nossa gloriosa casa, em que nossos pais te louvavam, foi queimada a fogo; e todas as coisas com que nos agradávamos se tornaram ruínas.
10Pois a cidade fortificada [será] abandonada, o lugar de habitação deixado e desabitado como o deserto; ali os bezerros pastarão, e ali se deitarão e comerão seus ramos.
17Sião estendeu suas mãos, não há quem a console; o SENHOR deu ordens contra Jacó, para que seus inimigos o cercassem: Jerusalém se tornou imunda entre eles.
20Olhai para Sião, a cidade de nossas solenidades; teus olhos verão Jerusalém, morada tranquila, tenda que não será derrubada, cujas estacas nunca serão arrancadas, e nenhuma de suas cordas se arrebentará.
9Naquele dia suas cidades fortificadas serão como plantas abandonadas e os mais altos ramos, os quais eles abandonaram por causa dos filhos de Israel. E haverá assolação,
1Como o Senhor cobriu a filha de Sião com sua ira! Ele derrubou a formosura de Israel do céu à terra, e não se lembrou do estrado de seus pés no dia de sua ira.
2O Senhor, destruiu sem compaixão todas as moradas de Jacó; derrubou em seu furor as fortalezas da filha de Judá, desonrou o reino e seus príncipes.
19Eis a voz do clamor da filha de meu povo, desde uma da terra distante: Por acaso não está o SENHOR em Sião? Não está nela o seu rei? Por que me provocaram à ira com suas imagens de escultura, com coisas estrangeiras inúteis?
20Passou a ceifa, acabou-se o verão, e nós não fomos salvos.
14Mas Sião diz: O SENHOR me desamparou; e o Senhor se esqueceu de mim.
26E as portas delas gemerão, e chorarão; e ela, ficando desolada, se sentará no chão.
8E tu, ó torre de vigilância do rebanho, tu fortaleza da filha de Sião, virá a ti o primeiro domínio; o reino chegará à filha de Jerusalém.
25Como não foi abandonada a famosa cidade, a cidade de minha alegria?
10Canta e alegra-te, ó filha de Sião; porque eis que venho, e habitarei no meio de ti, diz o SENHOR.
7Porque a vinha do SENHOR dos exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são suas plantas agradáveis; porém ele esperava juízo, e eis aqui opressão; [ele esperava] justiça, e eis aqui clamor.
2Porque eu ajuntarei todas as nações em batalha contra Jerusalém; e a cidade será tomada, as casas serão saqueadas, e as mulheres forçadas; e a metade da cidade irá em cativeiro, mas o restante do povo não será exterminado da cidade.
13Por causa da terra do meu povo, [na qual] espinhos e cardos crescerão; e por causa das casas de alegria [na] cidade alegre.
31Porque ouço uma voz, como de mulher que está de parto, uma angústia como de parto de primeiro filho; é a voz da filha de Sião, que lamenta e estende suas mãos, [dizendo] : Ai de mim agora! Pois minha alma desmaia por causa dos assassinos.
15Em vez de abandonada e odiada, [de tal modo] que ninguém passava [por ti] , eu farei de ti uma excelência eterna, alegria de geração após geração.
18O coração deles clamou ao Senhor. Ó muralha da filha de Sião, derrama lágrimas como um ribeiro dia e noite; não te dês descanso, nem cessem as meninas de teus olhos.
14Canta alegremente, ó filha de Sião; grita de alegria, ó Israel; alegra-te e anima-te de todo coração, ó filha de Jerusalém.
2A virgem Israel caiu, não poderá mais se levantar; abandonada está sobre sua terra, ninguém há que a levante.
31Porque sairão de Jerusalém remanescentes, e os que escaparão, do monte de Sião: o zelo do SENHOR dos exércitos fará isto.
8Corrige-te, Jerusalém, para que minha alma não se afaste de ti, para que eu não te torne desolada, uma terra não habitada.
2Naquele dia o Renovo do SENHOR será belo e glorioso; e o fruto da terra de excelente valor, para os de Israel que escaparem [do perigo] .
7Assolou minha videira, e devastou minha figueira; desnudou-a por completo e a derrubou; seus ramos ficaram brancos.
6Porém ainda ficarão nele [algumas] sobras, como no sacudir da oliveira, dois [ou] três azeitonas [ficam] na ponta mais alta dos ramos, e quatro [ou] cinco em seus ramos frutíferos,diz o SENHOR, o Deus de Israel.
32Que, pois, se responderá aos mensageiros d [aquela] nação? Que o SENHOR fundou a Sião, e que nela os oprimidos de seu povo terão refúgio.
6Pois maior é o castigo da filha de meu povo do que o [do] pecado de Sodoma, Que foi transtornada em um momento, e não assentaram sobre ela companhias.
16Além disso o SENHOR diz: Dado que as filhas de Sião se exaltam, e andam com o pescoço levantado, e [procuram] seduzir com os olhos, e vão andando a passos curtos, fazendo ruídos com os ornamentos dos pés,