Lamentações 1:17
Sião estendeu suas mãos, não há quem a console; o SENHOR deu ordens contra Jacó, para que seus inimigos o cercassem: Jerusalém se tornou imunda entre eles.
Sião estendeu suas mãos, não há quem a console; o SENHOR deu ordens contra Jacó, para que seus inimigos o cercassem: Jerusalém se tornou imunda entre eles.
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15O Senhor derrotou todos os meus fortes em meio de mim; convocou contra mim um ajuntamento para quebrar os meus rapazes; o Senhor tem pisado a virgem filha de Judá como [se fosse] um lagar.
16Por estas coisas que eu choro; meus olhos, de meus olhos correm águas; pois afastou-se de mim consolador que daria descanso à minha alma: meus filhos estão desolados, porque o inimigo prevaleceu.
1¶ Como se senta solitária a cidade que era tão populosa! A grande entre as nações tornou-se como viúva, a senhora de províncias tornou-se tributária.
2Amargamente chora na noite, e suas lágrimas [correm] em seu rosto; entre todos os seus amantes não há quem a console; todos seus amigos a traíram, tornaram-se inimigos.
3Judá foi em cativeiro com aflição e grande servidão; ela habitou entre as nações, e não achou descanso; todos os seus perseguidores a alcançaram entre lugares estreitos.
4Os caminhos de Sião estão de luto, pois ninguém vem às celebrações solenes; todas as suas portas estão desertas, seus sacerdotes gemem, suas virgens se afligem, e ela sofre amargamente.
5Seus adversários estão no comando, seus inimigos prosperam; pois o SENHOR a afligiu por causa de suas muitas transgressões; suas criancinhas foram em cativeiro diante do inimigo.
6Foi embora toda a beleza da filha de Sião; seus príncipes se tornaram como cervos que não encontram pasto, que tentam fugir sem força diante do perseguidor.
7Jerusalém, nos dias de sua aflição, e de suas rebeliões, lembrou-se de todas as suas melhores coisas, que tinha nos tempos antigos; quando seu povo caiu nas mãos do adversário, não houve quem a ajudasse; os adversários a viram, [e] zombaram de sua queda.
8Jerusalém pecou gravemente; por isso ela se tornou impura; todos os que a honravam a desprezaram, porque viram sua nudez; e ela suspirou, e se virou para trás.
9Sua impureza está em suas saias; nunca se lembrou de sua fim; por isso ela desceu espantosamente, sem ter consolador. Olha, SENHOR, minha aflição, porque o inimigo tem se engrandecido.
10O adversário estendeu sua mão o inimigo para [tomar] todas as suas coisas mais valiosas; pois ela viu que entraram no santuário as nações das quais mandaste que não entrassem em tua congregação.
18O SENHOR é justo; eu que me rebelei contra sua boca. Ouvi, pois, todos os povos, e vede minha dor; minhas virgens e meus rapazes foram em cativeiro.
9Agora por que gritas tanto? Não há rei em ti? Pereceu teu conselheiro, para que tenhas sido tomada por dores como as de parto?
10Sofre dores e contorce-te, ó filha de Sião, como mulher em trabalho de parto; porque agora sairás da cidade, e morarás no campo, e virás até a Babilônia; [porém] ali tu serás livrada, ali o SENHOR te redimirá da mão de teus inimigos.
11Mas agora muitas nações se reuniram contra ti, e dizem: Seja profanada, e nossos olhos vejam a desgraça de Sião.
31Porque ouço uma voz, como de mulher que está de parto, uma angústia como de parto de primeiro filho; é a voz da filha de Sião, que lamenta e estende suas mãos, [dizendo] : Ai de mim agora! Pois minha alma desmaia por causa dos assassinos.
10Sentados na terra [e] calados estão os anciãos da filha de Sião; lançaram pó sobre suas cabeças, vestiram-se de saco; as virgens de Jerusalém baixaram suas cabeças à terra.
11Meus olhos se consumiram de lágrimas, atormentam-se minhas entranhas; meu fígado se derramou por terra por causa do quebrantamento da filha de meu povo, porque crianças e bebês de mama desfalecem pelas ruas da cidade.
18De todos os filhos que ela gerou, nenhum há que a guie mansamente; e de todos os filhos que ela criou, nenhum há que a segure pela mão.
19Estas duas coisas te aconteceram; quem terá compaixão de ti? Assolação e ruína; fome e espada; por meio de quem te consolarei?
2Judá está de luto, e suas portas se enfraqueceram; lamentam até o chão, e o clamor de Jerusalém está a subir.
19Eis a voz do clamor da filha de meu povo, desde uma da terra distante: Por acaso não está o SENHOR em Sião? Não está nela o seu rei? Por que me provocaram à ira com suas imagens de escultura, com coisas estrangeiras inúteis?
9Porque suas feridas são incuráveis, que já chegaram até Judá; [isto] já chegou até a porta do meu povo, até Jerusalém.
17Portanto tu lhes dirás esta palavra: Corram meus olhos em lágrimas noite e dia, e não cessem; porque a virgem filha de meu povo está quebrada de grande quebrantamento, [de] praga muito dolorosa.
19Rejeitaste a Judá por completo? Tua alma detesta a Sião? Por que nos feriste [de modo] que não haja cura para nós? Esperávamos paz, mas nada há de bom; [esperávamos] tempo de cura, e eis o terror!
13Que testemunho te trarei, ou a quem te compararei, ó filha de Jerusalém? A quem te assemelharei para te consolar, ó virgem, filha de Sião? Pois teu quebrantamento é tão grande quanto o mar; quem te curará?
8O SENHOR determinou destruir o muro da filha de Sião; estendeu o cordel, não deteve sua mão de destruir; tornou em lamento o antemuro e o muro; juntamente foram destruídos.
8Chora tu como a virgem vestida de saco por causa do marido de sua juventude.
5Pois quem terá compaixão de ti, ó Jerusalém? Ou quem se entristecerá por tua causa? Ou quem se desviaria para perguntar se estás bem?
1Como o Senhor cobriu a filha de Sião com sua ira! Ele derrubou a formosura de Israel do céu à terra, e não se lembrou do estrado de seus pés no dia de sua ira.
2O Senhor, destruiu sem compaixão todas as moradas de Jacó; derrubou em seu furor as fortalezas da filha de Judá, desonrou o reino e seus príncipes.
12Por acaso não vos [comove] , todos vós que passais pelo caminho? Olhai, e vede se há dor como a minha dor que me veio, com que o SENHOR me tem afligiu no dia do ardor de sua ira.
4Por isso eu disse: Desviai vossa vista de mim, [pois] chorarei amargamente; não insistais em me consolar pela destruição da filha do meu povo.
7Vossa terra é uma ruína; vossas cidades foram queimadas; vossa terra os estranhos devastaram diante de vossa presença, e está arruinada como que destruída por estranhos.
8E a filha de Sião ficou como uma cabana na vinha, como um barraco no pepinal, como uma cidade cercada.
18O coração deles clamou ao Senhor. Ó muralha da filha de Sião, derrama lágrimas como um ribeiro dia e noite; não te dês descanso, nem cessem as meninas de teus olhos.
17Como guardas dos campos, assim eles estão ao redor contra ela; pois ela se rebelou contra mim,diz o SENHOR.
14Mas Sião diz: O SENHOR me desamparou; e o Senhor se esqueceu de mim.
10Tuas santas cidades se tornaram um deserto; Sião se tornou um deserto; Jerusalém está assolada.
18E se apressem, e levantem pranto sobre nós, e desfaçam-se nossos olhos em lágrimas, e nossas pálpebras se destilem em águas.
19Porque uma voz de pranto foi ouvida de Sião: Como fomos destruídos! Nós nos tornamos muito envergonhados, por termos deixado a terra, por nossas moradas terem sido arruinadas.
17Fala em voz alta mais, dizendo: Assim diz o SENHOR dos exércitos: Minhas cidades novamente transbordarão de prosperidade; porque o SENHOR novamente consolará a Sião, e novamente escolherá a Jerusalém.
9Gritai de alegria, jubilai juntamente, ó lugares abandonados de Jerusalém; porque o SENHOR consolou a seu povo, redimiu a Jerusalém.
14Lava teu coração da maldade para que sejas salva; ó Jerusalém! Até quando deixarás os teus meus pensamentos permanecerem em meio a ti?
26E as portas delas gemerão, e chorarão; e ela, ficando desolada, se sentará no chão.
1Desperta-te! Desperta-te! Veste-te de tua força, ó Sião! Veste-te de teus belos vestidos, ó Jerusalém, cidade Santa! Porque nunca mais entrará em ti nem incircunciso nem impuro.
2Destruirei a filha de Sião [ainda que seja] formosa e delicada.
9Enfraqueceu-se a que teve sete filhos; a sua alma perdeu o fôlego; seu sol se lhe pôs, sendo ainda de dia; envergonhou-se, e ficou humilhada; e os que dela restarem, eu os entregarei a espada diante de seus inimigos,diz o SENHOR.
15E tenho muito grande ira contra as nações tranquilas; porque eu estava pouco irado, porém elas pioraram o mal.