Lamentações 2:10
Sentados na terra [e] calados estão os anciãos da filha de Sião; lançaram pó sobre suas cabeças, vestiram-se de saco; as virgens de Jerusalém baixaram suas cabeças à terra.
Sentados na terra [e] calados estão os anciãos da filha de Sião; lançaram pó sobre suas cabeças, vestiram-se de saco; as virgens de Jerusalém baixaram suas cabeças à terra.
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4Os caminhos de Sião estão de luto, pois ninguém vem às celebrações solenes; todas as suas portas estão desertas, seus sacerdotes gemem, suas virgens se afligem, e ela sofre amargamente.
2Judá está de luto, e suas portas se enfraqueceram; lamentam até o chão, e o clamor de Jerusalém está a subir.
11Meus olhos se consumiram de lágrimas, atormentam-se minhas entranhas; meu fígado se derramou por terra por causa do quebrantamento da filha de meu povo, porque crianças e bebês de mama desfalecem pelas ruas da cidade.
12Eles dizem às suas mães: Onde está o trigo e o vinho?, enquanto desfalecem como feridos pelas ruas da cidade, derramando suas almas no colo de suas mães.
13Que testemunho te trarei, ou a quem te compararei, ó filha de Jerusalém? A quem te assemelharei para te consolar, ó virgem, filha de Sião? Pois teu quebrantamento é tão grande quanto o mar; quem te curará?
8O SENHOR determinou destruir o muro da filha de Sião; estendeu o cordel, não deteve sua mão de destruir; tornou em lamento o antemuro e o muro; juntamente foram destruídos.
9Suas portas foram lançadas por terra, destruiu e quebrou seus ferrolhos; sua rei e seus príncipes estão entre as nações onde não há a Lei; nem seus profetas acham visão alguma do SENHOR.
26E as portas delas gemerão, e chorarão; e ela, ficando desolada, se sentará no chão.
6Foi embora toda a beleza da filha de Sião; seus príncipes se tornaram como cervos que não encontram pasto, que tentam fugir sem força diante do perseguidor.
7Jerusalém, nos dias de sua aflição, e de suas rebeliões, lembrou-se de todas as suas melhores coisas, que tinha nos tempos antigos; quando seu povo caiu nas mãos do adversário, não houve quem a ajudasse; os adversários a viram, [e] zombaram de sua queda.
8Jerusalém pecou gravemente; por isso ela se tornou impura; todos os que a honravam a desprezaram, porque viram sua nudez; e ela suspirou, e se virou para trás.
9Sua impureza está em suas saias; nunca se lembrou de sua fim; por isso ela desceu espantosamente, sem ter consolador. Olha, SENHOR, minha aflição, porque o inimigo tem se engrandecido.
17Sião estendeu suas mãos, não há quem a console; o SENHOR deu ordens contra Jacó, para que seus inimigos o cercassem: Jerusalém se tornou imunda entre eles.
18O SENHOR é justo; eu que me rebelei contra sua boca. Ouvi, pois, todos os povos, e vede minha dor; minhas virgens e meus rapazes foram em cativeiro.
8Chora tu como a virgem vestida de saco por causa do marido de sua juventude.
2Sacode-te do pó, levanta-te, [e] senta-te, ó Jerusalém! Solta-te das ataduras de teu pescoço, ó cativa filha de Sião.
10Ela está esvaziada, devastada e arruinada; os corações desmaiam, os joelhos tremem, os lombos doem, e os rostos deles todos ficam abatidos.
1Como o Senhor cobriu a filha de Sião com sua ira! Ele derrubou a formosura de Israel do céu à terra, e não se lembrou do estrado de seus pés no dia de sua ira.
2O Senhor, destruiu sem compaixão todas as moradas de Jacó; derrubou em seu furor as fortalezas da filha de Judá, desonrou o reino e seus príncipes.
21Jovens e velhos jazem por [pelas] ruas; minhas virgens e meus rapazes caíram à espada; tu [os] mataste no dia de tua ira, degolaste sem ter compaixão.
1Desce, e senta-te no pó da terra, ó virgem filha da Babilônia; senta-te no chão; já não há [mais] trono, ó filha dos caldeus; pois nunca mais serás chamada de tenra e delicada.
12E naquele dia o Senhor DEUS dos exércitos chamou ao choro, ao lamento, ao raspar de cabelos, e ao vestir de saco.
15Todos os que passam pelo caminho, batem palmas [para zombar] de ti; assoviaram, e moveram suas cabeças por causa da filha de Jerusalém, dizendo: É esta a cidade que diziam ser perfeita formosura, a alegria de toda a terra?
18E se vestirão de saco, e o tremor os cobrirá; em todos os rostos haverá vergonha, e todas as suas cabeças serão raspadas.
18E se apressem, e levantem pranto sobre nós, e desfaçam-se nossos olhos em lágrimas, e nossas pálpebras se destilem em águas.
19Porque uma voz de pranto foi ouvida de Sião: Como fomos destruídos! Nós nos tornamos muito envergonhados, por termos deixado a terra, por nossas moradas terem sido arruinadas.
20Ouvi pois, vós mulheres, a palavra do SENHOR, e vossos ouvidos recebam a palavra de sua boca; e ensinai pranto a vossas filhas, e cada uma lamentação a sua companheira.
16Além disso o SENHOR diz: Dado que as filhas de Sião se exaltam, e andam com o pescoço levantado, e [procuram] seduzir com os olhos, e vão andando a passos curtos, fazendo ruídos com os ornamentos dos pés,
17Por isso o Senhor fará chagas no topo das cabeças das filhas de Sião, e descobrirá suas partes íntimas.
30E farão ouvir sua voz sobre ti; gritarão amargamente, lançarão pó sobre suas cabeças, e se revolverão na cinza.
31E se farão calvos por causa de ti, se vestirão de sacos, e chorarão por ti com amargura da alma, com amarga lamentação.
31Porque ouço uma voz, como de mulher que está de parto, uma angústia como de parto de primeiro filho; é a voz da filha de Sião, que lamenta e estende suas mãos, [dizendo] : Ai de mim agora! Pois minha alma desmaia por causa dos assassinos.
26Tu, filha de meu povo, veste-te de saco, e revolve-te em cinza; chora de luto [como] por um filho único, pranto de amarguras; porque logo virá sobre nós o destruidor.
17Portanto tu lhes dirás esta palavra: Corram meus olhos em lágrimas noite e dia, e não cessem; porque a virgem filha de meu povo está quebrada de grande quebrantamento, [de] praga muito dolorosa.
1¶ Como se senta solitária a cidade que era tão populosa! A grande entre as nações tornou-se como viúva, a senhora de províncias tornou-se tributária.
10Não anunciai [isto] em Gate, nem choreis tanto; revolve-te no pó em Bete-Le-Afra.
10Sofre dores e contorce-te, ó filha de Sião, como mulher em trabalho de parto; porque agora sairás da cidade, e morarás no campo, e virás até a Babilônia; [porém] ali tu serás livrada, ali o SENHOR te redimirá da mão de teus inimigos.
11Mas agora muitas nações se reuniram contra ti, e dizem: Seja profanada, e nossos olhos vejam a desgraça de Sião.
2A virgem Israel caiu, não poderá mais se levantar; abandonada está sobre sua terra, ninguém há que a levante.
2Destruirei a filha de Sião [ainda que seja] formosa e delicada.
22Esta é a palavra que o SENHOR falou sobre ele: A virgem, a filha de Sião, te despreza, zomba de ti; a filha de Jerusalém balança a cabeça após ti.
19Eis a voz do clamor da filha de meu povo, desde uma da terra distante: Por acaso não está o SENHOR em Sião? Não está nela o seu rei? Por que me provocaram à ira com suas imagens de escultura, com coisas estrangeiras inúteis?
3Eles se vestem de sacos em suas ruas; em seus terraços, e em suas praças todos andam gritando de lamento, [e] descem chorando.
11Abusaram das mulheres em Sião, das virgens nas cidades de Judá.
12Portanto por causa de vós Sião será arada como campo, e Jerusalém se tornará um amontoado de pedras, e o monte do templo como os lugares altos de um bosque.
18O coração deles clamou ao Senhor. Ó muralha da filha de Sião, derrama lágrimas como um ribeiro dia e noite; não te dês descanso, nem cessem as meninas de teus olhos.
10Tuas santas cidades se tornaram um deserto; Sião se tornou um deserto; Jerusalém está assolada.
4Por isso eu disse: Desviai vossa vista de mim, [pois] chorarei amargamente; não insistais em me consolar pela destruição da filha do meu povo.
15O Senhor derrotou todos os meus fortes em meio de mim; convocou contra mim um ajuntamento para quebrar os meus rapazes; o Senhor tem pisado a virgem filha de Judá como [se fosse] um lagar.
8Portanto a ira do SENHOR veio sobre Judá e Jerusalém, e os entregou à aflição, ao espanto, e ao escárnio, como vedes vós com vossos olhos.