Lamentações 2:19
Levanta-te, grita de noite, no começo das vigílias; derrama teu coração como águas diante da presença do Senhor; levanta tuas mãos a ele pela vida de tuas criancinhas, que desfalecem de fome nas entradas de todas as ruas.
Levanta-te, grita de noite, no começo das vigílias; derrama teu coração como águas diante da presença do Senhor; levanta tuas mãos a ele pela vida de tuas criancinhas, que desfalecem de fome nas entradas de todas as ruas.
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18O coração deles clamou ao Senhor. Ó muralha da filha de Sião, derrama lágrimas como um ribeiro dia e noite; não te dês descanso, nem cessem as meninas de teus olhos.
10Sentados na terra [e] calados estão os anciãos da filha de Sião; lançaram pó sobre suas cabeças, vestiram-se de saco; as virgens de Jerusalém baixaram suas cabeças à terra.
11Meus olhos se consumiram de lágrimas, atormentam-se minhas entranhas; meu fígado se derramou por terra por causa do quebrantamento da filha de meu povo, porque crianças e bebês de mama desfalecem pelas ruas da cidade.
12Eles dizem às suas mães: Onde está o trigo e o vinho?, enquanto desfalecem como feridos pelas ruas da cidade, derramando suas almas no colo de suas mães.
20Olha, SENHOR, e considera a quem fizeste de tal modo; por acaso as mulheres comerão do seu [próprio] fruto, as criancinhas que carregam nos braços? Por acaso serão o sacerdote e o profeta mortos no santuário do Senhor?
21Jovens e velhos jazem por [pelas] ruas; minhas virgens e meus rapazes caíram à espada; tu [os] mataste no dia de tua ira, degolaste sem ter compaixão.
22Convocaste meus temores ao redor, como se fosse um dia solene; não houve quem escapasse no dia do ira do SENHOR, nem que restasse vivo; aos que criei e sustentei, meu inimigo os consumiu.
16Por estas coisas que eu choro; meus olhos, de meus olhos correm águas; pois afastou-se de mim consolador que daria descanso à minha alma: meus filhos estão desolados, porque o inimigo prevaleceu.
17Sião estendeu suas mãos, não há quem a console; o SENHOR deu ordens contra Jacó, para que seus inimigos o cercassem: Jerusalém se tornou imunda entre eles.
18E se apressem, e levantem pranto sobre nós, e desfaçam-se nossos olhos em lágrimas, e nossas pálpebras se destilem em águas.
19Porque uma voz de pranto foi ouvida de Sião: Como fomos destruídos! Nós nos tornamos muito envergonhados, por termos deixado a terra, por nossas moradas terem sido arruinadas.
20Ouvi pois, vós mulheres, a palavra do SENHOR, e vossos ouvidos recebam a palavra de sua boca; e ensinai pranto a vossas filhas, e cada uma lamentação a sua companheira.
21Porque a morte subiu a nossas janelas, [e] entrou em nossos palácios; para arrancar os meninos das ruas, os rapazes das praças.
31Porque ouço uma voz, como de mulher que está de parto, uma angústia como de parto de primeiro filho; é a voz da filha de Sião, que lamenta e estende suas mãos, [dizendo] : Ai de mim agora! Pois minha alma desmaia por causa dos assassinos.
17Portanto tu lhes dirás esta palavra: Corram meus olhos em lágrimas noite e dia, e não cessem; porque a virgem filha de meu povo está quebrada de grande quebrantamento, [de] praga muito dolorosa.
21Portanto entrega os filhos deles à fome, e derrama-os pelo poder da espada; e restem suas mulheres sem filhos e viúvas; e seus maridos sejam postos a morte, e seus rapazes sejam feridos à espada na guerra.
2Judá está de luto, e suas portas se enfraqueceram; lamentam até o chão, e o clamor de Jerusalém está a subir.
19Estas duas coisas te aconteceram; quem terá compaixão de ti? Assolação e ruína; fome e espada; por meio de quem te consolarei?
20Os teus filhos desmaiaram, jazem nas entradas de todos os caminhos, como um antílope numa rede; cheios estão do furor do SENHOR, e da repreensão de teu Deus.
9Agora por que gritas tanto? Não há rei em ti? Pereceu teu conselheiro, para que tenhas sido tomada por dores como as de parto?
10Sofre dores e contorce-te, ó filha de Sião, como mulher em trabalho de parto; porque agora sairás da cidade, e morarás no campo, e virás até a Babilônia; [porém] ali tu serás livrada, ali o SENHOR te redimirá da mão de teus inimigos.
10As mãos das mulheres compassivas cozeram a seus filhos; serviram-lhes de comida na destruição da filha de meu povo.
4Por causa da sede a língua da criança de peito se grudou a seu céu da boca; os meninos pedem pão, e ninguém há lhes reparta.
11Todo o seu povo anda suspirando em busca de pão; deram todas as suas coisas mais preciosas em troca de comida para sobreviverem. ) Olha, SENHOR, e vê que estou desprezada.
12Por acaso não vos [comove] , todos vós que passais pelo caminho? Olhai, e vede se há dor como a minha dor que me veio, com que o SENHOR me tem afligiu no dia do ardor de sua ira.
17Os sacerdotes, trabalhadores do SENHOR, chorem entre o alpendre e o altar, e digam: Poupa a teu povo, SENHOR, e não entregues tua herança à humilhação, para que as nações a dominem. Por que entre os povos diriam: Onde está o Deus deles?
1Ah, se minha cabeça se tornasse em águas, e meus olhos em um manancial de águas! Então eu choraria dia e noite pelos mortos da filha de meu povo.
2Amargamente chora na noite, e suas lágrimas [correm] em seu rosto; entre todos os seus amantes não há quem a console; todos seus amigos a traíram, tornaram-se inimigos.
19Clamei a meus amantes, porém eles me enganaram; meus sacerdotes e meus anciãos pereceram na cidade; pois buscam comida para si tentarem sobreviver. )
20Olha, SENHOR, que estou angustiada; tormentam-se minhas entranhas, meu coração está transtornado em meio de mim, pois gravemente me rebelei; de fora desfilhou [-me] a espada, de dentro está como a morte.
13Cingi-vos e lamentai, sacerdotes; gemei, ministros do altar; vinde e deitai em sacos, trabalhadores de meu Deus; porque as ofertas de alimentos e de bebidas foram tiradas da casa de vosso Deus.
1Revelação sobre o vale da visão:O que há contigo, agora, para que tenhas subido toda aos terraços?
4Por isso eu disse: Desviai vossa vista de mim, [pois] chorarei amargamente; não insistais em me consolar pela destruição da filha do meu povo.
5Pois foi dia de alvoroço, de atropelamento, e de confusão, proveniente do Senhor DEUS dos exércitos, no vale da visão; [dia] de muros serem derrubados, e de gritarem ao monte.
9Vós expulsais as mulheres de meu povo de suas queridas casas; de suas crianças tirastes minha glória para sempre.
24Nós ouvimos a fama deles, e nossas mãos perderam a força; fomos tomados pela angústia, [e] dor como de mulher no parto.
48Rios de águas correm de meus olhos, por causa da destruição da filha de meu povo.
2Ouve a voz de minhas súplicas, quando eu clamar a ti, ao levantar às minhas mãos ao templo de tua santidade.
57E para com sua criança que sai dentre seus pés, e para com seus filhos que der à luz; pois os comerá ocultamente, a falta de tudo, no cerco e em apuros com que teu inimigo te oprimirá em tuas cidades.
21Uma voz se ouve sobre os lugares altos: é o pranto das súplicas dos filhos de Israel; porque perverteram seu caminho, [e] se esqueceram do SENHOR seu Deus.
8O SENHOR determinou destruir o muro da filha de Sião; estendeu o cordel, não deteve sua mão de destruir; tornou em lamento o antemuro e o muro; juntamente foram destruídos.
10Porém ela foi levada em cativeiro; também suas crianças foram despedaçadas nas esquinas de todas as ruas; e sobre seus nobres lançaram sortes, e todos seus maiorais foram aprisionados com grilhões.
6Jerusalém, obre os teus muros eu pus guardas, que o dia todo e a noite toda continuamente não se calarão; vós que fazeis menção do SENHOR, não haja silêncio em vós;
4Os caminhos de Sião estão de luto, pois ninguém vem às celebrações solenes; todas as suas portas estão desertas, seus sacerdotes gemem, suas virgens se afligem, e ela sofre amargamente.
17Tal como a grávida quando chega a hora do parto, sofre e dá gritos por suas dores, assim fomos nós diante de tua presença, SENHOR.
24Pois antes do meu pão vem meu suspiro; e meus gemidos correm como águas.
6Pois haverá dia [em que] os vigilantes no monte de Efraim gritarão: Levantai-vos, e subamos a Sião, ao SENHOR nosso Deus!
2Até quando, SENHOR, eu clamarei, e tu não ouvirás? [Até quando] gritarei a ti: Violência!, e tu não salvarás?
8Chora tu como a virgem vestida de saco por causa do marido de sua juventude.
26Tu, filha de meu povo, veste-te de saco, e revolve-te em cinza; chora de luto [como] por um filho único, pranto de amarguras; porque logo virá sobre nós o destruidor.