Provérbios 30:14
Há gente cujos dentes são espadas, e cujos queixos são facas, para devorarem aos aflitos da terra aos aflitos, e aos necessitados dentre os homens.
Há gente cujos dentes são espadas, e cujos queixos são facas, para devorarem aos aflitos da terra aos aflitos, e aos necessitados dentre os homens.
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17E quebrava os queixos do perverso, e de seus dentes tirava a presa.
13Há gente cujos olhos são arrogantes, e cujas sobrancelhas são levantadas;
15A sanguessuga tem duas filhas: “Dá” e “Dá”; estas três coisas nunca se fartam, e quatro nunca dizem “É o suficiente”:
16O mundo dos mortos, o ventre feminino estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo que nunca diz estar satisfeito.
9[Há os que] arrancam ao órfão do peito, e do pobre tomam penhor.
12O perverso trama contra o justo, e range seus dentes contra ele.
14O perversos pegarão a espada e armarão seu arco, para abaterem ao miserável e necessitado, para matarem os corretos no caminho.
6Porque uma nação subiu sobre minha terra, poderosa e sem número; seus dentes são dentes de leão, e têm presas de leoa.
6Deus, quebra os dentes deles em suas bocas; arranca os queixos dos filhos dos leões, SENHOR.
29Naqueles dias nunca mais dirão: Os pais comeram uvas verdes, mas foram os dentes dos filhos que se estragaram.
4Por causa da sede a língua da criança de peito se grudou a seu céu da boca; os meninos pedem pão, e ninguém há lhes reparta.
4Seus filhos estarão longe da salvação; na porta são despedaçados, e não há quem os livre.
5O faminto devora sua colheita, e a tira até dentre os espinhos; e o assaltante traga sua riqueza.
4Desviam do caminho aos necessitados; os pobres da terra juntos se escondem.
5Eis que como asnos selvagens no deserto eles saem a seu trabalho buscando insistentemente por comida; o deserto dá alimento a ele [e a seus] filhos.
4Ouvi isto, vós que tragais os necessitados, e arruinais os pobres da terra,
24Consumidos serão de fome, e comidos de febre ardente E de amarga pestilência; Dente de animais enviarei também sobre eles, Com veneno de serpente da terra.
25De fora desolará a espada, E dentro das câmaras o espanto: Tanto ao rapaz como à virgem, Ao que mama como o homem grisalho.
14Quem poderia abrir as portas de seu rosto? Ao redor de seus dentes há espanto.
30E os mais pobres serão apascentados, e os necessitados deitarão em segurança; porém farei tua raiz morrer de fome, e ela matará teus sobreviventes.
10O rugido do leão, a voz do leão feroz, e os dentes dos leões jovens são quebrantados.
23A lavoura dos pobres [gera] muita comida; mas há [alguns] que se destroem por falta de juízo.
14Se seus filhos se multiplicarem, serão para a espada; e seus descendentes não se fartarão de pão;
15Porém livra ao necessitado da espada de suas bocas, e da mão do violento.
16Pois ele é esperança para o necessitado, e a injustiça tapa sua boca.
2Para afastarem aos pobres de seu direito, e para tomarem o direito dos pobres de meu povo; para despojarem as viúvas, e para roubarem aos órfãos.
7Eis que vomitam com as bocas deles, seus lábios [são como] espadas; porque [dizem] : Quem ouve?
16Entre os fingidos zombadores [em] festas, eles rangiam seus dentes por causa de mim.
14Suas bocas estão cheias de maldição e amargura.
15Leão rugidor e urso faminto é o governante perverso sobre um povo pobre.
20Se cortar à direita, ainda terá fome; e se comer da esquerda, ainda não se saciará; cada um comerá a carne de seu [próprio] braço.
13Abriram contra mim suas bocas, [como] leão que despedaça e ruge.
6Teus dentes são como um rebanho de ovelhas, que sobem do lavatório; todas produzem gêmeos, e não há estéril entre elas.
16Sua aljava é como uma sepultura aberta; todos eles são poderosos.
17E comerão tua colheita e teu pão, que teus filhos e tuas filhas comeriam; comerão tuas ovelhas e tuas vacas, comerão tuas vides e tuas figueiras; e derrubarão por meio da espada tuas cidades fortes em que confias.
9Sua ira me despedaça, e ele me odeia; range seus dentes contra mim; meu adversário aguça seus olhos contra mim.
7Os instrumentos do avarento são maléficos; ele trama planos malignos para destruir aos aflitos com palavras falsas, mesmo quando o pobre fala com justiça.
16Aquele que oprime ao pobre para proveito próprio e aquele que dá [suborno] ao rico certamente empobrecerão.
15A prosperidade do rico é a sua cidade fortificada; a pobreza dos necessitados é sua perturbação.
3Vós sois os que comeis a carne de meu povo, e lhes tirais sua pele, e lhes quebrais seus ossos; e os despedaçais como para a panela, como carne dentro do caldeirão.
3O homem pobre que oprime aos necessitados é [como] uma chuva devastadora [que causa] falta de pão.
34E assim tua pobreza virá como um assaltante; tua necessidade [chegará] como um homem armado.
9Abre tua boca, julga corretamente, e faze justiça aos oprimidos e necessitados.
29O rugido deles será como o de um leão feroz, e bramarão como filhotes de leão; e rugirão, e tomarão a presa, e a levarão, e não haverá quem [a] resgate.
11Assim a pobreza virá sobre ti como um assaltante; a necessidade [chegará] a ti como um homem armado.
14De manhã o homicida se levanta, mata ao pobre e ao necessitado, e de noite ele age como ladrão.
30Seus filhotes sugam sangue; e onde houver cadáveres, ali ela está.
31Quem oprime ao pobre insulta ao seu Criador; mas aquele que mostra compaixão ao necessitado o honra.
11Há gente que amaldiçoa a seu pai e não bendiz à sua mãe;
10O perverso verá, e ficará incomodado; rangerá seus dentes, e se consumirá. O desejo dos perversos perecerá.