Provérbios 24:34
E assim tua pobreza virá como um assaltante; tua necessidade [chegará] como um homem armado.
E assim tua pobreza virá como um assaltante; tua necessidade [chegará] como um homem armado.
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10Um pouco de sono, um pouco de cochilo; um pouco de descanso com as mãos cruzadas;
11Assim a pobreza virá sobre ti como um assaltante; a necessidade [chegará] a ti como um homem armado.
33Um pouco de sono, cochilando um pouco, cruzando as mãos por um pouco de tempo deitado,
16Aquele que oprime ao pobre para proveito próprio e aquele que dá [suborno] ao rico certamente empobrecerão.
15A prosperidade do rico é a sua cidade fortificada; a pobreza dos necessitados é sua perturbação.
4Desviam do caminho aos necessitados; os pobres da terra juntos se escondem.
5Eis que como asnos selvagens no deserto eles saem a seu trabalho buscando insistentemente por comida; o deserto dá alimento a ele [e a seus] filhos.
23Anda vagueando por comida, onde quer que ela esteja. Ele sabe que o dia das trevas está prestes a acontecer.
24Angústia e aflição o assombram, [e] prevalecem contra ele como um rei preparado para a batalha;
13Não ames ao sono, para que não empobreças; abre teus olhos, e te fartarás de pão.
15A preguiça faz cair num sono profundo; e a alma desocupada passará fome.
14De manhã o homicida se levanta, mata ao pobre e ao necessitado, e de noite ele age como ladrão.
4Aquele que trabalha com mão preguiçosa empobrece; mas a mão de quem trabalha com empenho enriquece.
22Quem tem pressa para ter riquezas é um homem de olho mau; e ele não sabe que a miséria virá sobre ele.
21Porque o beberrão e o comilão empobrecerão; e a sonolência os faz vestir trapos.
22Estando cheio de sua fartura, [ainda] estará angustiado; todo o poder da miséria virá sobre ele.
14Porque as mesmas riquezas se perdem com negócios malsucedidos; e quando gera algum filho, nada lhe fica em sua mão.
9[Há os que] arrancam ao órfão do peito, e do pobre tomam penhor.
10Ao nus fazem andar sem vestes, e fazem os famintos carregarem feixes.
23A lavoura dos pobres [gera] muita comida; mas há [alguns] que se destroem por falta de juízo.
43Porém sabei isto: se o dono de casa soubesse a que hora da noite o ladrão viria, vigiaria, e não deixaria invadir a sua casa.
44Portanto também vós estai prontos, porque o Filho do homem virá na hora que não esperais.
19Aquele que lavrar sua terra terá fartura de pão; mas o que segue coisas inúteis terá fartura de pobreza.
21Ruídos de horrores estão em seus ouvidos; até na paz lhe sobrevém o assolador.
12Sua força se tornará em fome, e a perdição está pronta ao seu lado.
14Ao tempo da tarde eis que há pavor; [mas] antes que amanheça não há mais: Esta é a parte daqueles que nos despojam, e o futuro reservado para aqueles que nos saqueiam.
3O homem pobre que oprime aos necessitados é [como] uma chuva devastadora [que causa] falta de pão.
35Porque virá como uma armadilha sobre todos os que habitam sobre a face de toda a terra.
27Quando vier vosso temor como tempestade, e a causa de vosso sofrimento como ventania, quando vier sobre vós a opressão e a angústia,
1Ide agora, [vós] os ricos, chorai pranteando sobre as vossas misérias que [estão] vindo sobre [vós] .
2As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas vestes estão comidas por traça.
10Para que estranhos não se fartem de teu poder, e teus trabalhos [não sejam] aproveitados em casa alheia;
36Para que não venha de surpresa, e vos ache dormindo.
12E se for homem pobre, não durmas com seu penhor:
5O faminto devora sua colheita, e a tira até dentre os espinhos; e o assaltante traga sua riqueza.
7Há [alguns] que fingem ser ricos, mesmo nada tendo; e [outros] que fingem ser pobres, mesmo tendo muitos bens.
6Semeais muito, mas colheis pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos satisfazeis; vós vos vestis, mas não vos aqueceis; e o assalariado recebe seu salário em bolsa furada.
29E apalparás ao meio-dia, como apalpa o cego na escuridão, e não serás próspero em teus caminhos: e nunca serás a não ser somente oprimido e roubado todos os dias, e não haverá quem te salve.
10[Se] te mostrares fraco no dia da angústia, como é pouca tua força!
14Tu comerás, mas não te saciarás; e fome haverá no meio de ti; tu pegarás, mas não levarás [contigo] ; e o que levares, eu [o] entregarei à espada.
12Doce é o sono do trabalhador, quer coma pouco, quer muito; porém a fartura do rico não o deixa dormir.
17Para que lhes falte o pão e o água, e se espantem uns aos outros, e se consumam em suas maldades.
4Ouvi isto, vós que tragais os necessitados, e arruinais os pobres da terra,
5Mas agora [isso] que aconteceu contigo, tu te cansas; e quando [isso] te tocou, te perturbas.
23Em todo trabalho cansativo há proveito, mas o falar dos lábios só [leva] à pobreza.
30E os mais pobres serão apascentados, e os necessitados deitarão em segurança; porém farei tua raiz morrer de fome, e ela matará teus sobreviventes.
25A aflição está vindo; e buscarão a paz, porém não haverá.
31E eis que ela estava toda cheia de espinheiros, [e] sua superfície coberta de urtigas; e sua cerca de pedra estava derrubada.
10Por isso que há laços ao redor de ti, e espanto repentino te perturbou;
14O perversos pegarão a espada e armarão seu arco, para abaterem ao miserável e necessitado, para matarem os corretos no caminho.