Provérbios 20:17
O pão da mentira é agradável ao homem; mas depois sua boca se encherá de pedregulhos.
O pão da mentira é agradável ao homem; mas depois sua boca se encherá de pedregulhos.
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17As águas roubadas são doces; e o pão escondido é agradável.
3Não desejes as comidas gostosas dele, porque são pão de mentiras.
12Se o mal é doce em sua boca, e o esconde debaixo de sua língua;
13Se o guarda para si, e não o abandona; ao contrário, o retém em sua boca.
14Sua comida se mudará em suas entranhas, veneno de cobras será em seu interior.
6Fiéis são as feridas [feitas] por um amigo, mas os beijos de um inimigo são enganosos.
7A alma saciada recusa o favo de mel; mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce.
6Não comas o pão de quem tem olho maligno, nem cobices suas comidas gostosas.
7Porque ele calcula [seus gastos] consigo mesmo. Assim ele dirá: Come e bebe; Mas o coração dele não está contigo;
8Vomitarias o pedaço que comeste, e perderias tuas palavras agradáveis.
14[Preço] ruim, [preço] ruim, diz o comprador; mas quando vai embora, então se gaba.
15Há ouro, e muitos rubis; mas os lábios do conhecimento são joia preciosa.
16Toma a roupa daquele que fica por fiador de estranho; toma como penhor daquele [que fica por fiador] da estranha.
20Do fruto da boca do homem seu ventre se fartará; dos produtos de seus lábios se saciará.
2Cada um comerá do bem pelo fruto de sua boca, mas a alma dos infiéis [deseja] a violência.
14Cada um se sacia do bem pelo fruto de sua [própria] boca; e a recompensa das mãos do homem lhe será entregue de volta.
17Porque comem pão da maldade, e bebem vinho de violências.
18Os planos são confirmados por meio do conselho; e com conselhos prudentes faze a guerra.
16Achaste mel? Come o que te for suficiente; para que não venhas a ficar cheio demais, e vomites.
25Armadilha ao homem é prometer precipitadamente algo como sagrado, e [somente] depois pensar na seriedade dos votos [que fez] .
26Porque pela mulher prostituta [chega-se a pedir] um pedaço de pão; e a mulher de [outro] homem anda à caça de uma alma preciosa.
13Come mel, meu filho, porque é bom; e o favo de mel é doce ao teu paladar.
5O homem que lisonjeia a seu próximo arma uma rede para seus pés.
23O perverso toma o presente do seio, para perverter os caminhos da justiça.
7Todos os teus aliados te moveram até as fronteiras; os que têm acordo de paz contigo te enganaram, prevaleceram contra ti; [os que comem] do teu pão porão armadilha para ti, (nele não há entendimento).
19Com tua boca pronuncias o mal, e tua língua gera falsidades.
6Trabalhar [para obter] tesouros com língua mentirosa é algo inútil [e] fácil de se perder; os que [assim fazem] buscam a morte.
20Assim é o caminho da mulher adúltera: ela come, limpa sua boca, e diz: Não fiz mal algum.
27Quem cava uma cova, nela cairá; e quem rola uma pedra, esta voltará sobre ele.
28A língua falsa odeia aos que ela atormenta; e a boca lisonjeira opera ruína.
21Fazer acepção de pessoas não é bom; porque até por um pedaço de pão o homem pode transgredir.
7Sua boca está cheia de maldição, e de enganos, e de falsidade; debaixo de sua língua há sofrimento e maldade.
20[Há] engano no coração dos que tramam o mal; mas os que aconselham a paz [têm] alegria.
3As palavras da boca dele são malícia e falsidade; ele deixou de [fazer] o que é sábio e bom.
19Aquele que lavrar sua terra terá fartura de pão; mas o que segue coisas inúteis terá fartura de pobreza.
20O perverso de coração nunca encontrará o bem; e quem distorce [as palavras de] sua língua cairá no mal.
20De modo que sua vida detesta [até] o pão, e sua alma a comida deliciosa.
30Não se despreza ao ladrão, quando furta para saciar sua alma, tendo fome;
26A alma do trabalhador faz ele trabalhar para si, porque sua boca o obriga.
19Assim é o homem que engana a seu próximo, e diz: Não estava eu [só] brincando?
11Aquele que lavra sua terra se saciará de pão; mas o que segue [coisas] inúteis tem falta de juízo.
21Sua boca é agradável como a manteiga, mas seu coração [deseja] a guerra; suas palavras [parecem] mais suaves que o azeite, mas são espadas prontas para o ataque.
17Para que lhes falte o pão e o água, e se espantem uns aos outros, e se consumam em suas maldades.
4Porém seu fim é mais amargo que o absinto; é afiado como a espada de dois fios.
12Pois seus ricos estão cheios de violência, e seus moradores falaram mentiras, e suas línguas são enganosas em suas bocas.
19Confiar num infiel no tempo de angústia é [como] um dente quebrado ou um pé sem firmeza.
18Restituirá o trabalho e não o engolirá; da riqueza de seu comério não desfrutará.
7Todo o trabalho do homem é para sua boca; porém sua alma nunca se satisfaz.
20Por não ter sentido sossego em seu ventre, nada preservará de sua tão desejada riqueza.
20Ele se alimenta de cinzas; [seu] coração enganado o desviou, de modo que ele já não pode livrar a sua alma, nem dizer: Por acaso não é uma mentira [o que há] na minha mão direita?