Jó 20:14
Sua comida se mudará em suas entranhas, veneno de cobras será em seu interior.
Sua comida se mudará em suas entranhas, veneno de cobras será em seu interior.
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15Engoliu riquezas, porém as vomitará; Deus as tirará de seu ventre.
16Veneno de cobras subará; língua de víbora o matará.
17Não verá correntes, rios, [e] ribeiros de mel e de manteiga.
18Restituirá o trabalho e não o engolirá; da riqueza de seu comério não desfrutará.
11Seus ossos estão cheios de sua juventude, que juntamente com ele se deitará no pó.
12Se o mal é doce em sua boca, e o esconde debaixo de sua língua;
13Se o guarda para si, e não o abandona; ao contrário, o retém em sua boca.
20Por não ter sentido sossego em seu ventre, nada preservará de sua tão desejada riqueza.
21Nada [lhe] restou para que devorasse; por isso sua riqueza não será duradoura.
22Estando cheio de sua fartura, [ainda] estará angustiado; todo o poder da miséria virá sobre ele.
23Quando ele estiver enchendo seu vendre, Deus mandará sobre ele o ardor de sua ira, e [a] choverá sobre ele em sua comida.
24[Ainda que] fuja das armas de ferro, o arco de bronze o atravessará.
25Ele a tirará de [seu] corpo, e a ponta brilhante atingirá seu fígado; haverá sobre ele assombros.
26Todas as trevas estão reservadas para seus tesouros escondidos; um fogo não assoprado o consumirá; acabará com o que restar em sua tenda.
13Seus flecheiros me cercaram-me, partiu meus rins, e não [me] poupou; meu fel derramou em terra.
19Também em sua cama é castigado com dores, com luta constante em seus ossos,
20De modo que sua vida detesta [até] o pão, e sua alma a comida deliciosa.
21Sua carne desaparece da vista, e seus ossos, que antes não se viam, aparecem.
12Sua força se tornará em fome, e a perdição está pronta ao seu lado.
13Partes de sua pele serão consumidas; o primogênito da morte devorará os membros de seu corpo.
14Será arrancado de sua tenda em que confiava, e será levado ao rei dos assombros.
18E ele seja revestido de maldição, como se lhe fosse sua roupa, como água dentro do seu corpo, e como óleo em seus ossos.
13Suas gargantas são sepulcro aberto; com suas línguas enganam; veneno de serpentes está sob seus lábios.
14Suas bocas estão cheias de maldição e amargura.
8Vomitarias o pedaço que comeste, e perderias tuas palavras agradáveis.
22Ele apenas sente as dores em sua própria carne, e lamenta por sua própria alma.
33Veneno de serpentes é seu vinho, e peçonha cruel de áspides.
34Não tenho eu isto guardado, Selado em meus tesouros?
7Sua boca está cheia de maldição, e de enganos, e de falsidade; debaixo de sua língua há sofrimento e maldade.
22Torne-se a mesa diante deles como que um laço; e aquilo que [lhes] dá segurança [lhes] seja uma armadilha.
32[Pois] seu fim é [como] mordida de cobra, e picará como uma víbora.
22A força habita em seu pescoço; diante dele salta-se de medo.
20Do fruto da boca do homem seu ventre se fartará; dos produtos de seus lábios se saciará.
25Porém outro morre com amargura de alma, nunca tendo experimentado a prosperidade.
13Fez entrar em meus rins as flechas de sua aljava.
16Eis que sua força está em seus lombos, e seu poder na musculatura de seu ventre.
19Lembra-te da minha aflição e do meu sofrimento, do absinto e do fel.
3As palavras da boca dele são malícia e falsidade; ele deixou de [fazer] o que é sábio e bom.
20A mãe se esquecerá dele; doce será para os vermes; nunca mais haverá memória [dele] , e a perversidade será quebrada como um árvore.
15Fartou-me de amarguras, embebedou-me de absinto.
16Quebrou os meus dentes com cascalho, cobriu-me de cinzas.
7A alma saciada recusa o favo de mel; mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce.
25O justo come até sua alma estar saciada; mas o ventre dos perversos passará por necessidade.
27Porque cobriu seu rosto com sua gordura, e engordou as laterais de seu corpo.
20Seus olhos vejam sua ruína, e beba da ira do Todo-Poderoso.
7Minha alma se recusa tocar [essas coisas] , que são para mim como comida detestável.
15E a ti com muitas enfermidades, com enfermidade de tuas entranhas, até que as entranhas saiam de ti por causa da enfermidade de cada dia.
3Eles afiam suas línguas como a cobra; veneno de serpentes [há] debaixo de seus lábios. (Selá)
5Edificou contra mim, e cercou [-me] de fel e de trabalho.
24Consumidos serão de fome, e comidos de febre ardente E de amarga pestilência; Dente de animais enviarei também sobre eles, Com veneno de serpente da terra.