Provérbios 24:30
Passei junto ao campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem sem juízo;
Passei junto ao campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem sem juízo;
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31E eis que ela estava toda cheia de espinheiros, [e] sua superfície coberta de urtigas; e sua cerca de pedra estava derrubada.
32Quando eu [a] vi, aprendi em meu coração, e ao olhá [-la] , recebi instrução:
33Um pouco de sono, cochilando um pouco, cruzando as mãos por um pouco de tempo deitado,
34E assim tua pobreza virá como um assaltante; tua necessidade [chegará] como um homem armado.
19O caminho do preguiçoso é como uma cerca de espinhos; mas a vereda dos corretos é bem aplanada.
13O preguiçoso diz: Há um leão lá fora! Ele me matará nas ruas!
13O preguiçoso diz: Há uma fera no caminho; há um leão nas ruas.
14[Como] a porta se vira em torno de suas dobradiças, [assim] o preguiçoso [se vira] em sua cama.
15O preguiçoso põe sua mão no prato, e acha cansativo demais trazê-la de volta a sua boca.
16O preguiçoso se acha mais sábio aos próprios olhos do que sete que respondem com prudência.
4O preguiçoso não lavra no inverno; [por isso] ele mendigará durante a ceifa, pois nada terá.
18Pela muita preguiça o teto se deteriora; e pala frouxidão das mãos a casa tem goteiras.
15A preguiça faz cair num sono profundo; e a alma desocupada passará fome.
7E vi entre os simples, prestei atenção entre os jovens, um rapaz que tinha falta de juízo;
8Que estava passando pela rua junto a sua esquina, e seguia o caminho da casa dela;
24O preguiçoso põe sua mão no prato, e nem sequer a leva de volta à boca.
24A mão dos que trabalham com empenho dominará, e os preguiçosos se tornarão escravos.
9O preguiçoso em fazer sua obra é irmão do causador de prejuízo.
27O preguiçoso não assa aquilo que caçou, mas a riqueza de quem trabalha com empenho [lhe é] preciosa.
25O desejo do preguiçoso o matará, porque suas mãos se recusam a trabalhar;
9Ó preguiçoso, até quando estarás deitado? Quando te levantarás de teu sono?
10Um pouco de sono, um pouco de cochilo; um pouco de descanso com as mãos cruzadas;
29Não digas: Assim como ele fez a mim, assim também farei a ele; pagarei a cada um conforme sua obra.
11Aquele que lavra sua terra se saciará de pão; mas o que segue [coisas] inúteis tem falta de juízo.
6Vai até a formiga, preguiçoso; olha para os caminhos dela, e sê sábio.
7Ela, [mesmo] não tendo chefe, nem fiscal, nem dominador,
26Assim como vinagre para os dentes, e como fumaça para os olhos, assim também é o preguiçoso para aqueles que o mandam.
26Porém seu senhor lhe respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Sabias que colho onde não semeei, e ajunto onde não espalhei.
3Eu vi ao louco lançar raízes, porém logo amaldiçoei sua habitação.
15O trabalho dos tolos lhes traz cansaço, porque não sabem ir à cidade.
4A alma do preguiçoso deseja, mas nada [consegue] ; porém a alma dos trabalham com empenho prosperará.
6No campo colhem sua forragem, e vindimam a vinha do perverso.
4O que mais podia ser feito à minha vinha, que eu não tenha já feito? Se eu esperava uvas boas, como, pois, veio dar uvas imprestáveis?
5Por isso agora eu vos farei saber o que farei à minha vinha: tirarei sua cerca, para que sirva de pastagem; derrubarei seu muro, para que seja pisada;
4Aquele que trabalha com mão preguiçosa empobrece; mas a mão de quem trabalha com empenho enriquece.
7Afasta-te do homem tolo, porque [nele] não encontrarás lábios inteligentes.
18Ele é ligeiro sobre a superfície das águas; maldita é sua porção sobre a terra; não se vira para o caminho das vinhas.
23Procura conhecer a condição de tuas ovelhas; põe teu coração sobre o gado;
27Prepara tua obra de fora, e a deixa pronta no campo; [somente] depois edifica tua casa.
4Fiz para mim obras grandiosas; construí casas para mim; plantei vinhas para mim.
15Rejeita-o! Não passes por ele; desvia-te dele, e passa longe.
19Aquele que lavrar sua terra terá fartura de pão; mas o que segue coisas inúteis terá fartura de pobreza.
23A lavoura dos pobres [gera] muita comida; mas há [alguns] que se destroem por falta de juízo.
15Tu, perverso, não espies a habitação do justo, nem assoles seu quarto;
9Como espinho na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.
11[Ele ou ela] : Desci ao jardim das nogueiras, para ver os frutos do vale; para ver se as videiras estavam floridas, [e se] as romãzeiras brotavam.
2E a cercou, e limpou das pedras, e a plantou de excelentes videiras, e edificou no meio dela uma torre; e também fundou nela um lagar; e esperava que desse uvas boas, porém deu uvas imprestáveis.
12O prudente vê o mal, [e] se esconde; [mas] os ingênuos passam adiante, e sofrem as consequências.
21A loucura é alegria para aquele que tem falta de prudência; mas o homem de bom entendimento andará corretamente.
21Porque há [um tipo de] homem que trabalha com sabedoria, conhecimento e habilidade; porém deixará tudo como herança a um [outro] homem que não trabalhou naquilo; também isto é inútil e muito desagradável.