Isaías 5:4
O que mais podia ser feito à minha vinha, que eu não tenha já feito? Se eu esperava uvas boas, como, pois, veio dar uvas imprestáveis?
O que mais podia ser feito à minha vinha, que eu não tenha já feito? Se eu esperava uvas boas, como, pois, veio dar uvas imprestáveis?
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1Agora cantarei a meu amado o cântico de meu querido de sua vinha: meu amado tem uma vinha, em um morro fértil;
2E a cercou, e limpou das pedras, e a plantou de excelentes videiras, e edificou no meio dela uma torre; e também fundou nela um lagar; e esperava que desse uvas boas, porém deu uvas imprestáveis.
3E agora, ó moradores de Jerusalém, e vós homens de Judá? Julgai, eu vos peço, entre mim e minha vinha.
5Por isso agora eu vos farei saber o que farei à minha vinha: tirarei sua cerca, para que sirva de pastagem; derrubarei seu muro, para que seja pisada;
6E eu a tornarei uma [terra] abandonada; não será podada, nem cavada; mas crescerão [nela] cardos e espinhos; e darei ordens às nuvens, para que não chovam chuva sobre ela.
7Porque a vinha do SENHOR dos exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são suas plantas agradáveis; porém ele esperava juízo, e eis aqui opressão; [ele esperava] justiça, e eis aqui clamor.
21E eu te plantei de boa vide; ela toda era semente confiável. Como, pois, te tornaste para mim ramos de vide estranha?
1Então [Jesus] começou a lhes dizer por parábolas: Um homem plantou uma vinha, cercou-a, fundou [nela] um esmagador de uvas, edificou uma torre, e a arrendou a uns lavradores; e partiu-se d[aquela] terra.
2E, quando chegou o tempo, mandou um servo aos lavradores, para que recebesse dos lavradores do fruto da vinha.
8E pegando dele, mataram[-no], e lançaram[-no] fora da vinha.
9Que, pois, o senhor da vinha fará? Ele virá, destruirá aos lavradores, e dará a vinha a outros.
6E dizia esta parábola: Um certo [homem] tinha uma figueira plantada em sua vinha, e veio até ela para buscar fruto, e não achou.
7E disse ao que cuidava da vinha: Eis que há três anos, que venho para buscar fruto nesta figueira, e não [o] acho; corta-a; por que ainda ocupa inutilmente a terra?
39Então o agarraram, lançaram-no para fora da vinha, e o mataram.
40Ora, quando o senhor da vinha chegar, o que fará com aqueles lavradores?
41Eles lhe responderam: Aos maus dará uma morte má, e arrendará a vinha a outros lavradores, que lhe deem os frutos em seus tempos [de colheita] .
5Porque antes da ceifa, quando a flor já se acabou, e as uvas brotam prestes a amadurecer, então ele podará as vides com a foice e, tendo cortado os ramos, ele os tirará [dali] .
10Muitos pastores destruíram minha vinha, pisaram meu campo; tornaram meu campo desejado em um deserto devastado.
15E expulsando-o da vinha, [o] mataram. O que, então, lhes fará o senhor da vinha?
16Virá, e destruirá a estes lavradores, e dará a vinha a outros.E eles, ouvindo isto, disseram: Que [isto] nunca aconteça!
5E tomou da semente da terra, e a lançou em um campo fértil; tomando-a, plantou-a junto a grandes águas, como [se fosse] um salgueiro.
6E brotou, e tornou-se uma videira larga, [porém] de baixa estatura; seus ramos olhavam para ela, e suas raízes estavam debaixo dela; e tornou-se uma videira, que produzia ramos e brotava renovos.
7E houve outra grande águia, de grandes asas e cheia de penas; e eis que esta videira juntou suas raízes para perto dela, e estendeu seus ramos para ela desde o lugar onde estava plantada, para que fosse regada.
8Em uma boa terra, junto a muitas águas ela estava plantada, para produzir ramos e dar fruto, para que fosse uma videira excelente.
7Assolou minha videira, e devastou minha figueira; desnudou-a por completo e a derrubou; seus ramos ficaram brancos.
9E começou a dizer ao povo esta parábola: Um certo homem plantou uma vinha, e a arrendou a [uns] lavradores, e viajou para outro país por muito tempo.
10E certo tempo [depois] mandou um servo aos lavradores, para que lhe dessem do fruto da vinha; mas os lavradores, espancando-o, mandaram [-no] sem coisa alguma.
13E o senhor da vinha disse: Que farei? Mandarei a meu filho amado; talvez quando o verem, [o] respeitarão.
33Ouvi outra parábola. Havia um homem, dono de uma propriedade. Ele plantou uma vinha, cercou- a, fundou nela um lagar, e construiu uma torre. Depois a arrendou a uns lavradores, e partiu-se para um lugar distante.
34Quando chegou o tempo dos frutos, enviou seus servos aos lavradores, para receberem os frutos que a ele pertenciam.
35Mas os lavradores tomaram os seus servos, e feriram um, mataram outro, e apedrejaram outro.
17E em todas as vinhas haverá pranto, porque passarei por meio de ti,diz o SENHOR.
15E a videira que tua mão direita plantou; o ramo que fortificaste para ti.
5Eis que quando estava inteiro não se fazia [dele] obra; menos ainda depois de consumido pelo fogo, tendo se queimado, servir para obra alguma.
6Portanto assim diz o Senhor DEUS: Tal como a madeira da videira entre as madeiras do bosque, a qual entreguei ao fogo para que seja consumida, assim entregarei os moradores de Jerusalém.
2Filho do homem, em que é a madeira da videira é melhor que toda madeira? [Ou] o que é o sarmento entre as madeiras do bosque?
12Por que [pois] quebraste seus muros, de modo que os que passam arrancam seus frutos?
13O porco do campo a destruiu; os animais selvagens a devoraram.
13E a vide lhes respondeu: Tenho de deixar meu mosto, que alegra a Deus e aos homens, para ir a ser grande sobre as árvores?
5Se ladrões viessem a ti, ou assaltantes de noite, não furtariam [apenas] o que lhes bastasse? Se vindimadores viessem a ti, por acaso eles não deixariam algumas sobras? [Porém tu] , como estás arrasado!
10E na vide três sarmentos; e ela como que brotava, e surgia sua flor, vindo a amadurecer seus cachos de uvas:
11Portanto, visto que pisoteais ao pobre e tomais dele um carga de trigo; assim edificastes casas de pedras lavradas, mas não habitareis nelas; plantastes belas vinhas, mas não bebereis o vinho delas.
1Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.
6E quem plantou vinha, e não fez comum uso dela? Vá, e volte-se à sua casa, para que talvez não morra na batalha, e outro alguém a desfrute.
15Que [direito] tem minha amada em minha casa, visto que muitos têm feito tão grandes abominações? Podem carnes “santificadas” te livrar, de modo que te alegras com tua maldade?
9E se der fruto, [deixa-a ficar] ; se não, tu a cortarás depois.
12Minha vinha, que me pertence, está à minha disposição; as mil [moedas] de prata são para ti, Salomão, e duzentas para os guardas de teu fruto.
2Naquele dia, cantai à preciosa vinha:
7E eu vos trouxe à terra de Carmelo, para que comêsseis seu fruto e seu bem; mas entrastes, e contaminastes minha terra, e fizestes minha propriedade abominável.
17Como guardas dos campos, assim eles estão ao redor contra ela; pois ela se rebelou contra mim,diz o SENHOR.