Jó 4:21
Por acaso sua excelência não se perde com eles mesmos? Eles morrem sem sabedoria.
Por acaso sua excelência não se perde com eles mesmos? Eles morrem sem sabedoria.
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19Quanto mais naqueles que habitam em casas de lodo, cujo fundamento está no pó, e são esmagáveis como a traça!
20Desde a manhã até a tarde são despedaçados, e perecem sempre, sem que ninguém perceba.
13Em prosperidade gastam seus dias, e em um momento descem ao mundo dos mortos.
4Porque não há problemas para eles até sua morte, e o vigor deles continua firme.
20Em um momento morrem; e à meia noite os povos são sacudidos, e passam; e o poderoso será tomado sem ação humana.
17Que no tempo do calor se secam e, ao se aquecerem, desaparecem de seu lugar;
18Os cursos de seus caminhos se desviam; vão se minguando, e perecem.
12Mas o homem que orgulha de si mesmo não permanece; ele é semelhante aos animais, que perecem.
21Pois que interesse teria ele em sua casa depois de si, quando o número for cortado o número de seus meses?
22Poderia alguém ensinar conhecimento a Deus, que julga [até] os que estão no alto?
23Alguém morre na sua força plena, estando todo tranquilo e próspero,
10Porque se vê que os sábios morrem, assim como o tolo e o bruto perecem; e deixam seus bens a outros.
24São exaltados por um pouco [de tempo] , mas [logo] desaparecem; são abatidos, encerrados como todos, e cortados como cabeças das espigas.
2Verdadeiramente vós sois o povo; e convosco morrerá a sabedoria.
14A alma deles morrerá em sua juventude, e sua vida entre os pervertidos.
7Por que razão os perversos vivem, envelhecem, e ainda crescem em poder?
20De onde, pois, vem a sabedoria? E onde está o lugar da inteligência?
10Porém o homem morre, e se abate; depois de expirar, onde ele está?
11As águas se vão do lago, e o rio se esgota, e se seca.
16Eis que sua prosperidade não se deve às mãos deles. Longe de mim esteja o conselho dos perversos!
2Ele sai como uma flor, e é cortado; foge como a sombra, e não permanece.
16Porque não haverá lembrança para sempre, nem do sábio, nem do tolo; porque de tudo quanto agora há, nos dias futuros será esquecido; e o sábio morre assim como o tolo.
16Mas quando o vento passa por ele, logo perece; e seu lugar deixa de ser conhecido.
21Se seus filhos vierem a ter honra, ele não saberá; se forem humilhados, ele não perceberá.
12Porém onde se achará a sabedoria? E onde está o lugar da inteligência?
13O ser humano não conhece o valor dela, nem ela é achada na terra dos viventes.
12Estando ele ainda verde, sem ter sido cortado, ainda assim se seca antes de toda erva.
18Eles serão como palha diante do vento, como o restos de palha que o turbilhão arrebata.
23Ele morrerá pela falta de correção; e andará sem rumo pela grandeza de sua loucura.
9Não são [somente] os grandes que são sábios, nem [somente] os velhos entendem o juízo.
6De madrugada floresce, e brota; à tarde é cortada, e se seca.
4O espírito dele [s] sai, e volta para sua terra; naquele mesmo dia seus pensamentos perecem.
7[Mesmo assim] com o seu excremento perecerá para sempre; os que houverem o visto, dirão: Onde ele está?
14Assim como ovelhas, eles estão designados para o mundo dos mortos; a morte os apascentará; e os corretos os sujeitarão naquela manhã; e sua aparência será consumida no mundo dos mortos, [que será] a habitação deles.
19Como eles foram assolados tão repentinamente! Eles se acabaram, [e] se consumiram de medo.
22Mas [Deus] arranca aos poderosos com seu poder; [quando] Deus se levanta, não há vida segura.
1Por que os tempos não são marcados pelo Todo-Poderoso? Por que os que o conhecem não veem seus dias?
1O justo perece, e ninguém há que pense nisso em seu coração; e os bons são levados, sem que ninguém dê atenção, que o justo é levado de diante do mal.
5Porque os vivos sabem que vão morrer; mas os mortos não sabem coisa alguma, nem também tem mais recompensa; pois a lembrança deles já foi esquecida.
6Até seu amor, até seu ódio, e até sua inveja já pereceu e nenhuma parte nunca mais lhes pertence, em tudo quanto se faz abaixo do sol.
18Elas são inúteis, obra de enganos; no tempo de seu castigo perecerão.
4O homem é semelhante a um sopro; seus dias, como a sombra que passa.
21Que esperam a morte, e ela não chega, e que a buscam mais que tesouros;
24Porém não se estende a mão para quem está em ruínas, quando clamam em sua opressão?
20Ele tira a fala daqueles a quem os outros confiam, e tira o juízo dos anciãos.
11Porque saiu o sol com o [seu] ardor, e secou a erva, e a sua flor caiu, e a formosa aparência do seu aspecto pereceu; assim também o rico se murchará nos seus caminhos!
26Juntamente jazem no pó, e os vermes os cobrem.
20O homem [que] tem orgulho de si mesmo e não tem entendimento é semelhante aos animais [que] perecem.
22Sua alma se aproxima da cova, e sua vida dos que causam a morte.
11Meus dias se passaram, meus pensamentos foram arrancados, os desejos do meu coração.