Jó 27:6
Eu me apegarei à minha justiça, e não a deixarei ir; meu coração não terá de que me acusar enquanto eu viver.
Eu me apegarei à minha justiça, e não a deixarei ir; meu coração não terá de que me acusar enquanto eu viver.
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2Vive Deus, que tirou meu direito, o Todo-Poderoso, que amargou minha alma,
3Que enquanto meu fôlego estiver em mim, e o sopro de Deus em minhas narinas,
4Meus lábios não falarão injustiça, nem minha língua pronunciará engano.
5Nunca aconteça que eu diga que vós estais certos; até eu morrer nunca tirarei de mim minha integridade.
7Ali o íntegro pleitearia com ele, e eu me livraria para sempre de meu Juiz.
14Por que tiraria eu minha carne com meus dentes, e poria minha alma em minha mão?
15Eis que, ainda que ele me mate, nele esperarei; porém defenderei meus caminhos diante dele.
11Meus pés seguiram seus passos; guardei seu caminho, e não me desviei.
11Mas eu ando em minha sinceridade; livra-me e tem piedade de mim.
9Suportarei a ira do SENHOR, porque pequei contra ele; [suportarei] até que ele julgue minha causa e execute meu direito; ele me trará para a luz; eu verei sua justiça.
29Mudai de opinião, pois, e não haja perversidade; mudai de opinião, pois minha justiça continua.
28[Ainda] teria pavor de todas as minhas dores; [pois] sei que não me terás por inocente.
21Porque eu guardei os caminhos do SENHOR; nem me [afastei] do meu Deus praticando o mal.
10Meu escudo [pertence] a Deus, que salva os corretos de coração.
10Isto ainda seria meu consolo, um alívio em meio ao tormento que não [me] poupa; pois eu não tenho escondido as palavras do Santo.
22Porque eu guardei os caminhos do SENHOR; E não me apartei impiamente de meu Deus.
18Eis que já tenho preparado minha causa; sei que serei considerado justo.
19Quem é o que brigará comigo? Pois então eu me calaria e morreria.
23Mas eu fui fiel com ele; e tomei cuidado contra minha maldade.
24Assim o SENHOR me recompensou conforme a minha justiça; conforme a pureza de minhas mãos perante seus olhos.
7Seja meu inimigo como o perverso, e o que se levantar contra mim como o injusto.
1Faze-me justiça, SENHOR, pois eu ando em minha sinceridade; e eu confio no SENHOR, não me abalarei.
5Pois Jó disse: Eu sou justo, e Deus tem me tirado meu direito.
6Por acaso devo eu mentir quanto ao meu direito? Minha ferida é dolorosa mesmo que eu não tenha transgressão.
6Pese-me ele em balanças justas, e Deus saberá minha integridade.
7Se meus passos se desviaram do caminho, e meu coração seguiu meus olhos, e se algo se apegou às minhas mãos,
24E fui íntegro para com ele, E guardei-me de minha iniquidade.
11Por isso eu não calarei minha boca; falarei na angústia do meu espírito, e me queixarei na amargura de minha alma.
24Julga-me conforme a tua justiça, SENHOR meu Deus; e não deixes eles se alegrarem de mim.
9[Que diziam] : Eu sou limpo e sem transgressão; sou inocente, e não tenho culpa.
12E quanto a mim, tu me sustentas em minha sinceridade; e tu me puseste diante de ti para sempre.
17Apesar de não haver injustiça em minhas mãos, e de minha oração ser pura.
20Ainda que eu seja justo, minha boca me condenaria; se eu fosse inocente, então ela me declararia perverso.
8Perto está aquele que me justifica; quem se oporá a mim? Compareçamos juntos; quem é meu adversário? Venha até mim.
27Ao qual eu verei para mim, e meus olhos [o] verão, e não outro. [Isto é o que] minhas entranhas anseiam dentro de mim.
5Visto que vos exaltais contra mim, e contra mim usais minha desgraça,
21Sinceridade e justiça me guardem, porque eu espero em ti.
2Direi a Deus: Não me condenes; faz-me saber por que brigas comigo.
6Ele diz em seu coração: Eu nunca serei abalado; porque de geração após geração nunca [sofrerei] mal algum.
8Por acaso tu anularias o meu juízo? Tu me condenarias, para te justificares?
16Mas eu não me apressei para deixar de ser ser pastor após ti, nem desejei o dia de calamidade, tu o sabes. O que saiu de minha boca foi em tua presença.
2E não entres em juízo com teu servo; porque nenhum ser vivo será justo diante de ti.
3Tu [já] provaste o meu coração, tu [me] visitaste de noite; tu me investigaste, [e] nada achaste; decidi [que] minha boca não transgredirá.
30Sendo que nem deixei minha boca pecar, desejando sua morte com maldição,
33[Mas] o SENHOR não o deixa em suas mãos; nem também o condenará, quando for julgado.
11Não venha sobre mim o pé dos arrogantes, e que a não dos perversos não me mova.
9E o justo prosseguirá seu caminho, e o puro de mãos crescerá em força.
3SENHOR, meu Deus, se eu fiz isto: se há perversidade em minhas mãos;
16Odeio [a minha vida] ; não viverei para sempre; deixa-me, pois que meus dias são inúteis.
116Sustenta-me conforme a tua promessa, para que eu viva; e não me faças ser humilhado em minha esperança.