2 Coríntios 11:25
Por três vezes já fui espancado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágios, passei uma noite e um dia [à deriva] no mar profundo;
Por três vezes já fui espancado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágios, passei uma noite e um dia [à deriva] no mar profundo;
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23Eles são servidores de Cristo? (Falo como tolo:) eu sou mais ainda; em trabalhos, muito mais; em feridas, mais; em prisões, muito mais; em [perigo] de morte, muitas vezes.
24Eu já recebi dos judeus cinco vezes quarenta [açoites] menos um.
26Muitas vezes em viagens, em perigos de rios, em perigos de assaltantes, em perigos dos da [minha] nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos;
27Em trabalho e fadiga, muitas vezes em vigílias, em fome e em sede, em jejuns muitas vezes, em frio e nudez.
11Perseguições, aflições; tais quais aconteceram a mim em Antioquia, em Icônio [e] em Listra; tais perseguições eu sofri; e o Senhor me livrou de todas elas.
5Em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns;
41Mas tendo caído em um lugar onde dois mares se encontram, encalharam ali o navio; e fixa a proa, ficou imóvel, mas a popa estava se destruindo com a força das ondas.
25Portanto, homens, tende bom ânimo; porque eu creio em Deus que assim será, conforme o que me foi dito.
26Mas é necessário que sejamos lançados a uma ilha.
27E quando veio a décima quarta noite, sendo lançados de um lado para o outro no [mar] Adriático, por volta da meia noite os marinheiros suspeitaram de que estavam se aproximando de alguma terra [firme] .
28E tendo lançado o prumo, acharam vinte braças; e passando um pouco mais adiante, voltando a lançar o prumo, acharam quinze braças.
29E temendo de irem de encontro a lugares rochosos, lançaram da popa quatro âncoras, desejando que o dia viesse [logo] .
30E [quando] os marinheiros estavam procurando fugir do navio, e baixando o barquinho de reserva ao mar, como que queriam largar as âncoras da proa,
15E tendo o navio sido tomado por ele, e não podendo navegar contra o vento, nós deixamos sermos levados [por ele] .
16E correndo abaixo de uma pequena ilha, chamada Clauda, com dificuldade conseguimos manter o barquinho de reserva;
17O qual, tendo sido levado para cima, usaram de suportes [para] reforçarem o navio; e temendo irem de encontro aos bancos de areia, eles baixaram as velas e [deixaram] ir à deriva.
18E sendo muito afligidos pela tempestade, no [dia] seguinte jogaram a carga para fora [do navio] .
19E no terceiro [dia] , com as nossas próprias mãos jogamos fora os instrumentos do navio.
20E não aparecendo ainda o sol, nem estrelas havia muitos dias, e sendo afligidos por não pouca tempestade, desde então tínhamos perdido toda a esperança de sermos salvos.
21E havendo muito [tempo] que não havia o que comer, então Paulo, ficando de pé no meio deles, disse: Homens, vós devíeis ter dado atenção a mim, e não terdes partido de Creta, e [assim] evitar esta situação ruim e prejuízo.
3Pois tu me lançaste no profundo, no meio dos mares, e a correnteza me cercou; todas as tuas ondas e tuas vagas passaram sobre mim.
33E me fizeram descer num cesto por uma janela da muralha [da cidade] , e [assim] escapei das mãos dele.
11Então lhe disseram: O que faremos contigo, para que o mar se nos aquiete?Porque o mar cada vez mais se embravecia.
12E ele lhes respondeu: Tomai-me, e lançai-me ao mar, e o mar se vos aquietará; porque eu sei que foi por minha causa que esta grande tempestade [veio] sobre vós.
13Mas os homens se esforçavam para remar, tentando voltar à terra firme; porém não conseguiam, porque o mar cada vez mais se embravecia sobre eles.
11Até esta presente hora sofremos fome e sede, e estamos nus, e somos golpeados, e não temos morada certa.
35[E dirás] : Espancaram-me, mas não senti dor; bateram em mim, mas não senti; quando virei a despertar? Vou buscar mais uma [bebida] .
36e outros experimentaram provação de insultos e açoites, e até correntes e prisões;
37foram apedrejados, serrados, tentados, morreram pela espada; andaram [vestidos] de peles de ovelhas e de cabras; necessitados, afligidos, maltratados;
7E para que eu não ficasse arrogante pela excelência das revelações, me foi dado um espinho na carne, [que é] um mensageiro de Satanás, para me atormentar, para que eu não ficasse arrogante.
8Três vezes eu orei ao Senhor por causa disso, para que [isso] de afastasse de mim.
7E indo navegando lentamente já por muitos dias, chegando com dificuldade em frente a Cnido, o vento, não nos permitindo [continuar por ali] , navegamos abaixo de Creta, em frente a Salmone.
11E tendo lhes dado punição muitas vezes por todas as sinagogas, eu os forcei a blasfemarem. E estando extremamente enfurecido contra eles, até nas cidades estrangeiras eu os persegui;
19Servindo ao Senhor com toda humildade, muitas lágrimas, e tentações, que sobrevieram a mim pelas ciladas dos judeus;
9Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, porém não destruídos.
13Pois já ouvistes da minha conduta no judaísmo, como em excesso eu perseguia e tentava destruir a Igreja de Deus;
9E tendo passado muito tempo, e sendo a navegação já perigosa, porque também já tinha passado o jejum, Paulo [os] exortava,
10Dizendo-lhes: Homens, eu vejo que a navegação vai ser com violência e muito dano, não somente de carga e do navio, mas também de nossas vidas.
5Porque penso que eu em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos.
21Por causa disto os judeus me pegaram no Templo, e procuravam [me] matar.
8Porque, irmãos, não queremos que ignoreis nossa aflição que nos sobreveio na Ásia, em que fomos excessivamente oprimidos, mais do que podíamos suportar, de tal modo que já tínhamos perdido a esperança de sobrevivermos.
10Por isso tenho prazer nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por causa de Cristo; porque quando estou fraco, então fico forte.
11Eu me fiz de tolo ao me orgulhar; [mas] vós me obrigastes [a isso] ; porque eu devia ser louvado por vós, pois eu em nada fui inferior aos “superapóstolos”, apesar de eu nada ser.
23A não ser pelo que o Espírito Santo em cada cidade [me] dá testemunho, dizendo que prisões e aflições me esperam.
9Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus.
23Porque esta mesma noite esteve comigo um anjo de Deus, a quem eu pertenço e a quem eu sirvo;
9Pelo qual até as prisões, como criminoso, sofro aflições; mas a palavra de Deus não está presa.
44E [depois] os demais, uns em tábuas, e outros em pedaços do navio. E assim aconteceu, que todos se salvaram em terra.
24E eis que se levantou no mar uma tormenta tão grande que o barco era coberto pelas ondas; porém ele dormia.
19E eu disse: Senhor, eles sabem que eu prendia e açoitava nas sinagogas aqueles que criam em ti.