Atos dos Apóstolos 24:7
Mas tendo vindo sobre [nós] o comandante Lísias, com grande violência, tirou [-o] das nossas mãos;
Mas tendo vindo sobre [nós] o comandante Lísias, com grande violência, tirou [-o] das nossas mãos;
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5Porque nós temos achado que este homem [é] uma peste, e levantador de rebeliões entre todos os judeus pelo mundo, e o principal defensor da seita dos nazarenos.
6O qual também tentou profanar o Templo; ao qual também prendemos, e quisemos julgar conforme a nossa Lei.
8investigando-o tu mesmo, poderás entender todas estas coisas das quais o acusamos.
26Cláudio Lísias, a Félix, excelentíssimo governador, saudações.
27Este homem foi preso pelos judeus, e estando já a ponte de o matarem, eu vim com a tropa e [o] tomei, ao ser informado que ele era romano.
28E eu, querendo saber a causa por que o acusavam, levei-o ao Supremo Conselho deles.
29O qual eu achei que acusavam de algumas questões da Lei deles; mas que nenhum crime digno de morte ou de prisão havia contra ele.
30E tendo sido avisado de que os judeus estavam para pôr uma cilada contra este homem, logo eu [o] enviei a ti, mandando também aos acusadores que diante de ti digam o que [tiverem] contra ele. Que tu estejas bem.
9E houve uma grande gritaria; e levantando-se os escribas da parte dos fariseus, disputavam, dizendo: Nenhum mal achamos neste homem; e se algum espírito ou anjo falou com ele, não briguemos contra Deus.
10E havendo grande confusão, o comandante, temendo que Paulo não fosse despedaçado por eles, mandou descer a tropa, e tirá-lo do meio deles, e levá-lo à área fortificada.
30E toda a cidade se tumultuou, e houve um ajuntamento do povo; e tendo detido a Paulo, trouxeram-no para fora do Templo; e logo as portas foram fechadas.
31E eles, procurando matá-lo, a notícia chegou ao comandante e aos soldados, de que toda Jerusalém estava em confusão.
32O qual, tendo tomado logo consigo soldados e centuriões, correu até eles. E eles, vendo ao comandante e aos soldados, pararam de ferir a Paulo.
33Então o comandante, tendo se aproximado, prendeu-o, e mandou que ele fosse atado em duas correntes; e perguntou quem ele era, e o que ele tinha feito.
34E na multidão clamavam [uns de uma maneira] , e outros de outra maneira; mas [como] ele não podia saber com certeza por causa do tumulto, ele mandou que o levassem para a área fortificada.
35E ele, tendo chegado às escadas, aconteceu que ele foi carregado pelos soldados, por causa da violência da multidão.
36Porque a multidão do povo [o] seguia, gritando: Tragam-no para fora!
23E enquanto eles gritavam, tiravam [suas] capas, e lançavm pó ao ar,
24O comandante mandou que o levassem à área fortificada, dizendo que o interrogassem com açoites, para saber por que causa clamavam assim contra ele.
18Então ele o tomou, levou ao comandante, e disse: O prisioneiro Paulo, tendo me chamado, rogou [-me] que eu te trouxesse este rapaz, que tem algo a te dizer.
19E o comandante, tomando-o pela mão, e indo para um lugar reservado, perguntou [-lhe] : O que tens para me avisar?
15Agora vós, então, juntamente com o Supremo Conselho, fazei saber ao comandante que amanhã ele o traga a vós, como se fosse para que investigueis mais detalhadamente; e antes que ele chegue, nós estamos prontos para o matar.
12E incitaram ao povo, aos anciãos e aos escribas; e vieram sobre [Estêvão] , e o detiveram, e o levaram ao Supremo Conselho.
29Então logo se afastaram dele aqueles que estavam para interrogá-lo; e até o comandante teve temor, ao entender que [Paulo] era romano, e que tinha o atado.
30E [n] o [dia] seguinte, querendo saber corretamente a causa de por que ele era acusado pelos judeus, ele o soltou das correntes, e mandou vir aos chefes dos sacerdotes e todo o Supremo Conselho deles; e tendo trazido a Paulo, apresentou [-o] diante deles.
17E aconteceu que, três dias depois, Paulo chamou juntos os chefes dos judeus; e ao se reunirem, disse-lhes: Homens irmãos, tendo eu nada feito contra o povo, ou contra os costumes dos pais, [mesmo assim] eu vim preso desde Jerusalém, entregue em mãos dos romanos.
15Por causa do qual, estando eu em Jerusalém, os chefes dos sacerdotes e os anciãos dos judeus compareceram [a mim] , pedindo julgamento contra ele.
16Aos quais eu respondi não ser costume dos romanos entregar a algum homem à morte, antes que o acusado tenha seus acusadores face a face, e tenha oportunidade para se defender da acusação.
17Portanto, tendo eles se reunido aqui, fazendo nenhum adiamento, no [dia] seguinte, estando eu sentado no tribunal, mandei trazer ao homem.
46E lançaram suas mãos nele, e o prenderam.
27E tendo os sete dias quase quase completados, os judeus da Ásia, vendo-o, tumultuaram a todo o povo, e lançaram as mãos sobre ele [para o deterem] ,
28Clamando: Homens israelitas, ajudai [-nos] ; este é o homem que por todos os lugares ensina a todos contra o [nosso] povo, e contra a Lei, e [contra] este lugar; e além disto, ele também pôs gregos dentro do Templo, e contaminou este santo lugar!
26Então foi o chefe da guarda do Templo com os oficiais, e os trouxe, [mas] não com violência, porque temiam ao povo, para que não fossem apedrejados.
12O grupo de soldados pois, e o comandante, e os oficiais dos judeus juntamente tomaram a Jesus, e o amarraram.
40Porque corremos perigo de que hoje sejamos acusados de rebelião, tendo causa nenhuma para dar como explicação para este tumulto.
22Tendo ouvido estas coisas, Félix, que sabia mais detalhadamente sobre o Caminho, adiou-lhes, dizendo: Quando o comandante Lísias descer, eu procurarei saber melhor de vossos assuntos.
23E ele mandou ao centurião que guardassem a Paulo, e estivesse com [alguma] liberdade, e impedir a ninguém dos seus [amigos] lhe prestasse serviço, ou vir até ele.
2E sendo chamado, Tértulo começou a acusá [-lo] , dizendo:
14E, se isto for ouvido pelo governador, nós o persuadiremos, e vos manteremos seguros.
44E alguns deles queriam prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele.
21E eles anunciam costumes que não nos é lícito receber, nem fazer; pois somos romanos.
22E a multidão se levantou juntamente contra eles; e os oficiais, rasgando suas roupas, mandaram que fossem açoitados.
21Por causa disto os judeus me pegaram no Templo, e procuravam [me] matar.
37Mas Paulo lhes disse: Eles nos açoitaram publicamente, e sem sermos sentenciados, sendo nós homens romanos, lançaram-nos na prisão, e agora nos lançam fora às escondidas? [Assim] não! Mas que eles mesmos venham e nos tirem.
14Porque nós o ouvimos dizer que este Jesus Nazareno vai destruir este lugar, e mudar os costumes que Moisés nos entregou.
26E o centurião, tendo ouvido [isto] , foi e avisou ao comandante, dizendo: Olha o que estás a ponto de fazer, porque este homem é romano.
12Nas quais, indo eu até Damasco, com autoridade e comissão dos chefes dos sacerdotes;
35Disse: Eu te ouvirei quando também vierem [aqui] teus acusadores.E mandou que o guardassem na [s dependências da] sala de audiência de Herodes.
16E ele os tirou do tribunal.
19Os quais era necessário que estivessem [aqui] presentes diante de ti, se tivessem alguma coisa contra mim.