Atos dos Apóstolos 27:20
E não aparecendo ainda o sol, nem estrelas havia muitos dias, e sendo afligidos por não pouca tempestade, desde então tínhamos perdido toda a esperança de sermos salvos.
E não aparecendo ainda o sol, nem estrelas havia muitos dias, e sendo afligidos por não pouca tempestade, desde então tínhamos perdido toda a esperança de sermos salvos.
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6E o centurião, tendo achado ali um navio de Alexandria, que estava navegando para a Itália, nos fez embarcar nele.
7E indo navegando lentamente já por muitos dias, chegando com dificuldade em frente a Cnido, o vento, não nos permitindo [continuar por ali] , navegamos abaixo de Creta, em frente a Salmone.
8E tendo com dificuldade percorrido sua costa, chegamos a um certo lugar, chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laseia.
9E tendo passado muito tempo, e sendo a navegação já perigosa, porque também já tinha passado o jejum, Paulo [os] exortava,
10Dizendo-lhes: Homens, eu vejo que a navegação vai ser com violência e muito dano, não somente de carga e do navio, mas também de nossas vidas.
11Porém o centurião cria mais no capitão e no dono do navio do que no que Paulo dizia.
12E não sendo aquele porto adequado para passar o inverno, a maioria preferiu partir dali, para ver se podiam chegar a Fênix, que é um porto de Creta, voltada para o lado do vento sudoeste e noroeste, para ali passarem o inverno.
13E ao ventar brandamente ao sul, pareceu-lhes que eles já tinham o que queriam; e levantando a vela, foram por perto da costa de Creta.
14Mas não muito depois houve contra ela um vento violento, chamado Euroaquilão.
15E tendo o navio sido tomado por ele, e não podendo navegar contra o vento, nós deixamos sermos levados [por ele] .
16E correndo abaixo de uma pequena ilha, chamada Clauda, com dificuldade conseguimos manter o barquinho de reserva;
17O qual, tendo sido levado para cima, usaram de suportes [para] reforçarem o navio; e temendo irem de encontro aos bancos de areia, eles baixaram as velas e [deixaram] ir à deriva.
18E sendo muito afligidos pela tempestade, no [dia] seguinte jogaram a carga para fora [do navio] .
19E no terceiro [dia] , com as nossas próprias mãos jogamos fora os instrumentos do navio.
21E havendo muito [tempo] que não havia o que comer, então Paulo, ficando de pé no meio deles, disse: Homens, vós devíeis ter dado atenção a mim, e não terdes partido de Creta, e [assim] evitar esta situação ruim e prejuízo.
22Mas agora eu vos exorto a terdes bom ânimo; porque haverá nenhuma perda de vida de vós, além [somente da perda] do navio.
24Dizendo: Não temas, Paulo; é necessário que tu sejas apresentado a César; e eis que Deus tem te dado [a vida] a todos quantos navegam contigo.
25Portanto, homens, tende bom ânimo; porque eu creio em Deus que assim será, conforme o que me foi dito.
26Mas é necessário que sejamos lançados a uma ilha.
27E quando veio a décima quarta noite, sendo lançados de um lado para o outro no [mar] Adriático, por volta da meia noite os marinheiros suspeitaram de que estavam se aproximando de alguma terra [firme] .
28E tendo lançado o prumo, acharam vinte braças; e passando um pouco mais adiante, voltando a lançar o prumo, acharam quinze braças.
29E temendo de irem de encontro a lugares rochosos, lançaram da popa quatro âncoras, desejando que o dia viesse [logo] .
30E [quando] os marinheiros estavam procurando fugir do navio, e baixando o barquinho de reserva ao mar, como que queriam largar as âncoras da proa,
31Paulo disse ao centurião e aos soldados: Se estes não ficarem no navio, vós não podeis vos salvar.
32Então os soldados cortaram os cabos do barquinho de reserva, e o deixaram cair.
33E até enquanto o dia estava vindo, Paulo exortava a todos que comessem alguma coisa, dizendo: Hoje já é o décimo quarto dia, em que estais esperando, continuando sem comer, nada tendo experimentado.
37E éramos todos no navio duzentas e setenta e seis almas.
38E estando saciados de comer, eles tiraram peso do navio, lançando o trigo ao mar.
39E tendo vindo o dia, não reconheciam a terra; mas enxergaram uma enseada que tinha praia, na qual planejaram, se pudessem, levar o navio.
40E tendo levantado as âncoras, deixaram [-no] ir ao mar, soltando também as amarras dos lemes, e levantando a vela maior ao vento, foram de levando [-o] à praia.
41Mas tendo caído em um lugar onde dois mares se encontram, encalharam ali o navio; e fixa a proa, ficou imóvel, mas a popa estava se destruindo com a força das ondas.
42Então o conselho dos soldados foi de que matassem aos presos, para que nenhum [deles] fugisse a nado.
43Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, impediu a intenção deles; e mandou que aqueles que pudessem nadar fossem os primeiros a se lançassem [ao mar] e chegassem à terra [firme] .
44E [depois] os demais, uns em tábuas, e outros em pedaços do navio. E assim aconteceu, que todos se salvaram em terra.
11Então lhe disseram: O que faremos contigo, para que o mar se nos aquiete?Porque o mar cada vez mais se embravecia.
12E ele lhes respondeu: Tomai-me, e lançai-me ao mar, e o mar se vos aquietará; porque eu sei que foi por minha causa que esta grande tempestade [veio] sobre vós.
13Mas os homens se esforçavam para remar, tentando voltar à terra firme; porém não conseguiam, porque o mar cada vez mais se embravecia sobre eles.
1E tendo sobrevivido, então souberam que a ilha se chamava Malta.
1E quando aconteceu de termos saído deles, e navegado, percorremos diretamente, e viemos a Cós, e [n] o [dia] seguinte a Rodes, e dali a Pátara.
2E tendo achado um navio que passava para a Fenícia, nós embarcamos nele, e partimos.
24E eis que se levantou no mar uma tormenta tão grande que o barco era coberto pelas ondas; porém ele dormia.
25E seus discípulos se aproximaram para acordá-lo, dizendo: Senhor, salva-nos! Estamos sendo destruídos!
4E tendo partido dali, nós fomos navegando abaixo do Chipre, porque os ventos estavam contrários.
11E três meses depois, nós partimos em um navio de Alexandria, que tinha passado o inverno na ilha; o qual tinha como símbolo os gêmeos Castor e Pólux.
37E levantou-se uma grande tempestade de vento; as ondas atingiam por cima do barco, de maneira que já se enchia.
24Pois fomos salvos na esperança. Ora, a esperança que se vê não é esperança; afinal, por que alguém ainda espera o que já vê?
8Porque, irmãos, não queremos que ignoreis nossa aflição que nos sobreveio na Ásia, em que fomos excessivamente oprimidos, mais do que podíamos suportar, de tal modo que já tínhamos perdido a esperança de sobrevivermos.
24E o barco já estava no meio do mar, atormentado pelas ondas, porque o vento era contrário.
13De onde, tendo indo ao redor da costa, chegamos a Régio; e um dia depois, ventando ao sul, viemos o segundo dia a Putéoli.
15E navegando dali, chegamos no [dia] seguinte em frente a Quios; e no outro dia aportamos em Samos; e ficando em Trogílio, no dia seguinte viemos a Mileto.