Atos dos Apóstolos 27:38
E estando saciados de comer, eles tiraram peso do navio, lançando o trigo ao mar.
E estando saciados de comer, eles tiraram peso do navio, lançando o trigo ao mar.
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13E ao ventar brandamente ao sul, pareceu-lhes que eles já tinham o que queriam; e levantando a vela, foram por perto da costa de Creta.
14Mas não muito depois houve contra ela um vento violento, chamado Euroaquilão.
15E tendo o navio sido tomado por ele, e não podendo navegar contra o vento, nós deixamos sermos levados [por ele] .
16E correndo abaixo de uma pequena ilha, chamada Clauda, com dificuldade conseguimos manter o barquinho de reserva;
17O qual, tendo sido levado para cima, usaram de suportes [para] reforçarem o navio; e temendo irem de encontro aos bancos de areia, eles baixaram as velas e [deixaram] ir à deriva.
18E sendo muito afligidos pela tempestade, no [dia] seguinte jogaram a carga para fora [do navio] .
19E no terceiro [dia] , com as nossas próprias mãos jogamos fora os instrumentos do navio.
20E não aparecendo ainda o sol, nem estrelas havia muitos dias, e sendo afligidos por não pouca tempestade, desde então tínhamos perdido toda a esperança de sermos salvos.
21E havendo muito [tempo] que não havia o que comer, então Paulo, ficando de pé no meio deles, disse: Homens, vós devíeis ter dado atenção a mim, e não terdes partido de Creta, e [assim] evitar esta situação ruim e prejuízo.
39E tendo vindo o dia, não reconheciam a terra; mas enxergaram uma enseada que tinha praia, na qual planejaram, se pudessem, levar o navio.
40E tendo levantado as âncoras, deixaram [-no] ir ao mar, soltando também as amarras dos lemes, e levantando a vela maior ao vento, foram de levando [-o] à praia.
41Mas tendo caído em um lugar onde dois mares se encontram, encalharam ali o navio; e fixa a proa, ficou imóvel, mas a popa estava se destruindo com a força das ondas.
42Então o conselho dos soldados foi de que matassem aos presos, para que nenhum [deles] fugisse a nado.
43Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, impediu a intenção deles; e mandou que aqueles que pudessem nadar fossem os primeiros a se lançassem [ao mar] e chegassem à terra [firme] .
44E [depois] os demais, uns em tábuas, e outros em pedaços do navio. E assim aconteceu, que todos se salvaram em terra.
36E todos, tendo ficado mais encorajados, também pegaram [algo] para comer.
37E éramos todos no navio duzentas e setenta e seis almas.
26Mas é necessário que sejamos lançados a uma ilha.
27E quando veio a décima quarta noite, sendo lançados de um lado para o outro no [mar] Adriático, por volta da meia noite os marinheiros suspeitaram de que estavam se aproximando de alguma terra [firme] .
28E tendo lançado o prumo, acharam vinte braças; e passando um pouco mais adiante, voltando a lançar o prumo, acharam quinze braças.
29E temendo de irem de encontro a lugares rochosos, lançaram da popa quatro âncoras, desejando que o dia viesse [logo] .
30E [quando] os marinheiros estavam procurando fugir do navio, e baixando o barquinho de reserva ao mar, como que queriam largar as âncoras da proa,
32Então os soldados cortaram os cabos do barquinho de reserva, e o deixaram cair.
33E até enquanto o dia estava vindo, Paulo exortava a todos que comessem alguma coisa, dizendo: Hoje já é o décimo quarto dia, em que estais esperando, continuando sem comer, nada tendo experimentado.
11Então lhe disseram: O que faremos contigo, para que o mar se nos aquiete?Porque o mar cada vez mais se embravecia.
12E ele lhes respondeu: Tomai-me, e lançai-me ao mar, e o mar se vos aquietará; porque eu sei que foi por minha causa que esta grande tempestade [veio] sobre vós.
13Mas os homens se esforçavam para remar, tentando voltar à terra firme; porém não conseguiam, porque o mar cada vez mais se embravecia sobre eles.
6E o centurião, tendo achado ali um navio de Alexandria, que estava navegando para a Itália, nos fez embarcar nele.
7E indo navegando lentamente já por muitos dias, chegando com dificuldade em frente a Cnido, o vento, não nos permitindo [continuar por ali] , navegamos abaixo de Creta, em frente a Salmone.
8E tendo com dificuldade percorrido sua costa, chegamos a um certo lugar, chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laseia.
9E tendo passado muito tempo, e sendo a navegação já perigosa, porque também já tinha passado o jejum, Paulo [os] exortava,
36Então despediram a multidão, e o levaram consigo assim como estava no barco; mas havia também outros barquinhos com ele.
37E levantou-se uma grande tempestade de vento; as ondas atingiam por cima do barco, de maneira que já se enchia.
14E [os seus discípulos] haviam se esquecido de tomar pão, e nada tinham, a não ser um pão com eles no barco.
48E quando está cheia, [os pescadores] puxam-na à praia, sentam-se, e recolhem os bons em cestos, mas os ruins lançam fora.
15Então tomaram a Jonas, e o lançaram ao mar; e o mar se aquietou de seu furor.
22E aconteceu um daqueles dias, que [Jesus] entrou em um barco, com seus discípulos; e disse-lhes: Passemos para o outro lado do lago.E partiram.
23E enquanto eles estavam navegando, [Jesus] adormeceu; e desceu uma tempestade de vento no lago, e enchiam-se [de água] , e corriam perigo.
32E quando subiram no barco, o vento se aquietou.
6E fazendo-o assim, recolheram grande quantidade de peixes, a ponto da rede se romper.
7E acenaram aos companheiros que estavam no outro barco, que viessem ajudar. E vieram, e encheram ambos os barcos, de tal modo, que quase afundavam.
21Eles, então, o receberam com agrado no barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam.
2E tendo achado um navio que passava para a Fenícia, nós embarcamos nele, e partimos.
5Então os marinheiros tiveram medo, e cada um clamava a seu deus; e lançaram no mar os objetos que havia no navio, para com eles diminuir o peso. Jonas, porém, havia descido ao interior do navio, e se pôs a dormir profundamente.
9Quando pois desceram à terra, viram já as brasas postas, e um peixe posto nelas, e mais pão.
53Eles terminaram de atravessar o mar, chegaram à terra de Genesaré, e ali aportaram.
24E eis que se levantou no mar uma tormenta tão grande que o barco era coberto pelas ondas; porém ele dormia.
1E tendo sobrevivido, então souberam que a ilha se chamava Malta.
37E todos comeram e se saciaram; e levantaram dos pedaços que sobraram sete cestos cheios.
10Os quais nos honraram com muitas honras; e estando [nós] para navegar, [nos] entregaram as coisas necessárias.