Daniel 6:8
Agora, ó rei, confirma o decreto, e assina a escritura, para que não se mude, conforme à lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
Agora, ó rei, confirma o decreto, e assina a escritura, para que não se mude, conforme à lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
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11Então aqueles homens se juntaram, e encontraram Daniel orando e suplicando diante de seu Deus.
12Então se aproximaram e falaram diante do rei acerca do decreto real: Por acaso não assinaste o decreto que todo aquele que pedir a qualquer deus ou humano no intervalo de trinta dias, a não ser a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões? O rei respondeu: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar.
13Então disseram diante do rei: Daniel, que é um dos cativos de Judá, não respeitou a ti, ó rei, nem ao decreto que assinaste; em vez disso três vezes ao dia ele faz sua oração.
14Quando o rei ouviu isso, pesou-lhe muito, e tentou pensar em como livrar Daniel; e até o pôr do sol trabalhou para livrá-lo.
15Então aqueles homens foram juntos ao rei, e disseram ao rei: Sabe, ó rei, que é a lei dos medos e dos persas, que nenhum decreto um ordenança que o rei estabeleceu pode ser mudada.
16Então o rei mandou trazerem a Daniel, e [o] lançaram na cova dos leões. E o rei falou a Daniel: O teu Deus, a quem tu serves continuamente, ele te livre.
17E foi trazida uma pedra, e foi posta sobre a abertura da cova, a qual o rei selou com seu anel, e com o anel de seus grandes, para que a sentença acerca de Daniel não fosse mudada.
9Por esta causa o rei Dario assinou o decreto por escrito.
5Então esses homens disseram: Não acharemos acusação alguma contra este Daniel, a não ser se a acharmos contra ele na lei de seu Deus.
6Então esses supervisores e governadores foram juntos ao rei, e lhe disseram assim: Ó rei Dario, vive para sempre!
7Todos os supervisores do reino, os prefeitos, governadores, conselheiros e capitães, concordaram em sugerir a promulgação de um decreto real, e estabelecer um estatuto forte, que qualquer um que, no intervalo de trinta dias, fizer alguma petição a qualquer deus ou humano, a não ser a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões.
11Também é dada por mim ordem, que qualquer um que mudar este decreto, um madeiro de sua casa seja derrubado, levantado, e nele seja empalado; e sua casa se torne um amontoado por causa disso.
12E o Deus que fez habitar ali seu nome, derrube a todo rei e povo que estenderem sua mão para mudar ou destruir esta casa de Deus, que está em Jerusalém. Eu, Dario, fiz o decreto; apressadamente se cumpra.
13Então Tatenai, o governador dalém do rio, e Setar-Bozenai, e seus companheiros, assim fizeram apressadamente, conforme o que o rei Dario havia mandado.
1Então o rei Dario deu ordem, e buscaram nos arquivos da tesouraria na Babilônia.
2E foi achado em Ecbatana, no palácio que está na província de Média, um livro, dentro do qual estava escrito assim: Memórial:
8Escrevei, pois, vós aos judeus como bem vos parecer em nome do rei, e selai o com o anel do rei; porque a escritura que é selada com o anel do rei, não pode ser revogada.
25Então o rei Dario escreveu a todos os povos, nações, e línguas, que moram em toda a terra: Paz vos seja multiplicada.
26De minha parte é feito um decreto, que em todo o domínio de meu reino, [todos] tremam e temam a presença do Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivente, que permanece para sempre; seu reino não se pode destruir, e seu domínio [dura] até o fim.
19Se for do agrado do rei, seja feito de sua parte um mandamento real, e escreva-se nas leis da Pérsia e da Média, e que não se possa revogar: que Vasti nunca mais venha diante do rei Assuero; e o reino dela seja dado a outra que seja melhor que ela.
20E quando o mandamento que o rei ordenar for ouvido em todo o seu reino (ainda que seja grande), todas as mulheres darão honra a seus maridos, desde o maior até o menor.
21E esta palavra foi do agrado dos olhos do rei e dos príncipes, e o rei fez conforme o que Memucã havia dito;
22Então enviou cartas a todas a províncias do rei, a cada província segundo sua escrita, e a cada povo segundo sua língua, que todo homem fosse senhor em sua casa, e falasse isto conforme a língua de cada povo.
28E este Daniel foi próspero no reino de Dario, e no reinado de Ciro, o persa.
8Também por mim é promulgado decreto do que haveis de fazer com os anciãos destes judeus, para edificar a casa deste Deus: que do patrimônio do rei, dos tributos dalém do rio, sejam pagos os gastos destes homens varões, para que [a obra] não seja interrompida.
28PERES: Dividido foi teu reino, e entregue aos a medos e aos persas.
13Então o rei perguntou aos sábios que entendiam dos tempos (porque assim era o costume do rei para com todos os que sabiam a lei e o direito;
21E por mim mesmo, o rei Artaxerxes, é dado decreto a todos os tesoureiros que estão além do rio, que tudo quanto o sacerdote Esdras, escriba da lei do Deus dos céus, vos pedir, apressadamente lhe seja concedido;
1Pareceu bem a Dario constituir sobre o reino cento vinte governadores que estivessem em todo o reino.
29Portanto eu faço um decreto, que todo povo, nação, e língua, que disser blasfêmia contra o Deus de Sadraque, Mesaque, e Abednego, seja despedaçado, e sua casa seja se torne um amontoado de entulhos; pois não há outro deus que possa livrar como este.
9Pois se não me mostrardes o sonho, haverá uma única sentença para vós. Pois preparastes uma resposta mentirosa e perversa para dizer diante de mim, até que o tempo se mude; portanto, dizei-me o sonho, para que eu tenha certeza de que podeis me mostrar sua interpretação.
32E o mandamento de Ester confirmou estas palavras dadas acerca de Purim, e escreveu-se em um livro.
5Mas os olhos de seu Deus estavam sobre os anciãos dos judeus, e não os impediram, até que a causa viesse a Dario; e então responderam por carta sobre isso.
6Teor da carta que Tatenai, o governador além do rio, e Setar-Bozenai, e seus companheiros os afarsaquitas, que estavam além do rio, enviaram ao rei Dario.
2Eu digo: obedece às ordens do rei, por causa do juramento [que fizeste] a Deus.
10A rainha, por causa das palavras do rei e de seus maiorais, entrou na casa do banquete. A rainha disse: Ó rei, vive para sempre! Não te perturbem teus pensamentos, nem se mude teu semblante.
26E todo aquele que não cumprir a Lei de teu Deus e a lei do rei, prontamente seja julgado, ou à morte, ou à expulsão, ou à multa, ou à prisão.
1No ano primeiro de Dario, filho de Assuero, da nação dos medos, o qual foi posto por rei sobre o reino dos caldeus;
15Ele respondeu e disse a Arioque, capitão do rei: Por que houve este mandamento do rei tão repentinamente? Então Arioque explicou o ocorrido a Daniel.
5E disse: Se for do agrado do rei, e se tenho achado favor diante dele, e se for correto perante o rei, e se eu lhe agrado em seus olhos, escreva-se que sejam revogadas as cartas do plano de Hamã, filho de Hamedata, agagita, que ele escreveu para destruir os judeus que estão em todas as províncias do rei.
5Naquela mesma hora saíram dedos de uma mão de homem, e escreveram diante do castiçal na caiadura da parede do palácio real, e o rei viu parte da mão que estava escrevendo.
6Então o semblante do rei se mudou, e seus pensamentos o perturbaram; as juntas de seus lombos se desataram, e seus joelhos se bateram um com o outro.
24Esta é a interpretação, ó rei; esta é a sentença do Altíssimo, que virá sobre o rei, meu senhor:
24Então dele foi enviada aquela parte da mão que esculpiu esta escritura.
21Agora, pois, dai ordem que impeçam aqueles homens, e aquela cidade não seja reconstruída, até que seja dado mandamento de minha parte.
22E sede cuidadosos para que não falheis nisto; por que haveria de aumentar o dano para o prejuízo real?
1E eu, no primeiro ano de Dario o medo, estive para confortá-lo e fortalecê-lo.
13E publicou-se o decreto, e os sábios foram condenados à morte; e buscaram a Daniel e a seus companheiros para serem mortos.
1Naquela noite o rei perdeu o sono. Então ele mandou trazer o livro das memórias das crônicas: e elas foram lidas na presença do rei.
21Então Daniel falou ao rei: Ó rei, vive para sempre!