Deuteronômio 24:13
Precisamente lhe devolverás o penhor quando o sol se ponha, para que durma em sua roupa, e te bendiga: e te será justiça diante do SENHOR teu Deus.
Precisamente lhe devolverás o penhor quando o sol se ponha, para que durma em sua roupa, e te bendiga: e te será justiça diante do SENHOR teu Deus.
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10Quando deres a teu próximo alguma coisa emprestada, não entrarás em sua casa para tomar-lhe penhor:
11Fora estarás, e o homem a quem emprestaste, te tirará fora o penhor.
12E se for homem pobre, não durmas com seu penhor:
25Se deres a meu povo dinheiro emprestado, ao pobre que está contigo, não te portarás com ele como agiota, nem lhe imporás juros.
26Se tomares em penhor a roupa de teu próximo, a pôr do sol o devolverás a ele:
27Porque somente aquilo é sua coberta, é aquela a roupa para cobrir suas carnes, no que há de dormir: e será que quando ele a mim clamar, eu então lhe ouvirei, porque sou misericordioso.
14Não faças injustiça ao empregado pobre e necessitado, tanto de teus irmãos como de teus estrangeiros que estão em tua terra em tuas cidades:
15Em seu dia lhe darás seu salário, e não se porá o sol sem o dar a ele: pois é pobre, e com ele sustenta sua vida: para que não clame contra ti ao SENHOR, e seja em ti pecado.
17Não distorcerás o direito do peregrino e do órfão; nem tomarás por penhor a roupa da viúva:
18Mas lembra-te que foste servo no Egito, e dali te resgatou o SENHOR teu Deus: portanto, eu te mando que faças isto.
19Quando colheres tua plantação em teu campo, e esqueceres algum feixe no campo, não voltarás a tomá-lo: para o estrangeiro, para o órfão, e para a viúva será; para que te abençoe o SENHOR teu Deus em toda obra de tuas mãos.
13Toma a roupa daquele que fica por fiador de estranho; toma penhor daquele [que fica por fiador] da estranha.
27Se não tens como pagar, por que razão tirariam tua cama debaixo de ti?
13Não oprimirás a teu próximo, nem lhe roubarás. Não se deterá o trabalho do assalariado em tua casa até a manhã.
7E a ninguém oprimir; devolver ao devedor o seu penhor, não cometer roubo, der de seu pão ao faminto, e cobrir com roupa ao nu;
8Mas abrirás a ele tua mão generosamente, e com efeito lhe emprestarás o que basta, o que houver necessidade.
9Guarda-te que não haja em teu coração perverso pensamento, dizendo: Próximo está o ano sétimo, o da remissão; e tua olho seja maligno sobre teu irmão necessitado para não dar-lhe: que ele poderá clamar contra ti ao SENHOR, e se te imputará a pecado.
10Sem falta lhe darás, e não seja teu coração maligno quando lhe deres: que por ele te abençoará o SENHOR teu Deus em todos os teus feitos, e em tudo o que puseres mão.
6Porque tomaste penhor a teus irmãos sem causa, e foste tu que tiraste as roupas dos nus.
3Se o sol houver sobre ele saído, o matador será réu de homicídio: o ladrão haverá de restituir completamente; se não tiver, será vendido por seu furto.
16Toma a roupa daquele que fica por fiador de estranho; toma como penhor daquele [que fica por fiador] da estranha.
6Não tomarás em penhor a pedra de moinho, nem a de baixo nem a de cima: porque seria penhorar a vida.
11Juramento do SENHOR terá lugar entre ambos de que não lançou sua mão à riqueza de seu próximo: e seu dono o aceitará, e o outro não pagará.
12Mas se lhe houver sido furtado, ressarcirá a seu dono.
13E se lhe houver sido arrebatado por fera, trará a ele testemunho, e não pagará o arrebatado.
14Porém se alguém houver tomado emprestado animal de seu próximo, e for ferido ou morto, ausente seu dono, deverá pagá-lo.
15Se o dono estava presente, não o pagará. Se era alugado, ele virá por seu aluguel.
14Tu lhe abastecerás generosamente de tuas ovelhas, de tua eira, e de teu lagar; lhe darás daquilo em que o SENHOR te houver abençoado.
37Não lhe darás teu dinheiro a juros, nem tua comida a ganho:
2E esta é a maneira da remissão: perdoará a seu devedor todo aquele que fez empréstimo de sua mão, com que obrigou a seu próximo: não o exigirá mais a seu próximo, ou a seu irmão; porque a remissão do SENHOR é proclamada.
3Do estrangeiro exigirás o pagamento: mas o que teu irmão tiver teu, o perdoará tua mão;
27Então contará os anos de sua venda, e pagará o que restar ao homem a quem vendeu, e voltará à sua possessão.
28Mas se não alcançar sua mão o que basta para que volte a ele, o que vendeu estará em poder do que o comprou até o ano do jubileu; e ao jubileu sairá, e ele voltará à sua possessão.
21O perverso toma emprestado, e paga de volta; mas o justo se compadece e dá.
16Nem oprimir a ninguém; nem retiver o penhor, nem cometer roubos; der de seu pão ao faminto, e cobrir com roupa ao nu;
1Não verás o boi de teu irmão, ou seu cordeiro, perdidos, e te retirarás deles: precisamente os devolverás a teu irmão.
2E se teu irmão não for teu vizinho, ou não lhe conheceres, os recolherás em tua casa, e estarão contigo até que teu irmão os busque, e os devolverás a ele.
41Então serás livre de meu juramento, quando houveres chegado à minha linhagem; e se não a derem a ti, serás livre de meu juramento.
17Quem faz misericórdia ao pobre empresta ao SENHOR; e ele lhe pagará sua recompensa.
20Do estrangeiro tomarás juros, mas de teu irmão não o tomarás, para que te abençoe o SENHOR teu Deus em toda obra de tuas mãos sobre a terra à qual entras para possuí-la.
7Quando alguém der a seu próximo prata ou joias a guardar, e for furtado da casa daquele homem, se o ladrão se achar, pagará o dobro.
12O SENHRO te abrirá seu bom depósito, o céu, para dar chuva à tua terra em seu tempo, e para abençoar toda obra de tuas mãos. E emprestarás a muitas nações, e tu não tomarás emprestado.
6Não perverterás o direito de teu pobre em seu pleito.
27Não detenhas o bem daqueles que possuem [o direito de recebê-l] o, se tiveres em tuas mãos poder para o fazeres.
28Não digas a teu próximo: Vai, e volta [depois] , que amanhã te darei; Se tu tiveres contigo [o que ele te pede] .
27E não desampararás ao levita que habitar em tuas povoações; porque não tem parte nem herança contigo.
9Sobre todo negócio de fraude, sobre boi, sobre asno, sobre ovelha, sobre roupa, sobre toda coisa perdida, quando um disser: Isto é meu, a causa de ambos virá diante dos juízes; e o que os juízes condenarem, pagará o dobro a seu próximo.
39Nunca te trouxe o arrebatado pelas feras; eu pagava o dano; o furtado tanto de dia como de noite, de minha mão o exigias.
6E ele manifestará tua justiça como a luz; e teu direito como o sol do meio-dia.
24Portanto, em toda a terra de vossa possessão, outorgareis remissão à terra.