Ezequiel 12:7
E eu fiz assim como me foi mandado; tirei minha bagagem de dia, como bagagem de partida, e à tarde cavei [um buraco] na parede com a mão; tirei-os de noite, [e] os levei sobre os ombros diante dos olhos deles.
E eu fiz assim como me foi mandado; tirei minha bagagem de dia, como bagagem de partida, e à tarde cavei [um buraco] na parede com a mão; tirei-os de noite, [e] os levei sobre os ombros diante dos olhos deles.
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3Portanto tu, filho do homem, prepara-te bagagem de partida, e parte-te de dia diante dos olhos deles; e tu partirás de teu lugar para outro lugar diante dos olhos deles; pode ser que vejam, ainda que eles sejam uma casa rebelde.
4Assim tirarás tuas bagagem, como bagagem de partida, durante dia diante de seus olhos; então tu sairás à tarde diante de seu olhos, como quem sai para se partirem.
5Diante de seus olhos cava [um buraco] na parede, e tira por ele [a bagagem] .
6Diante de seus olhos os levarás sobre teus ombros, ao anoitecer os tirarás; cobrirás teu rosto, para que não vejas a terra; pois eu fiz de ti por sinal à casa de Israel.
8E veio a mim palavra do SENHOR pela manhã, dizendo:
11Dize: Eu sou vosso sinal; tal como eu fiz, assim se fará a eles; por transportação irão em cativeiro.
12E o príncipe que está entre eles, levará nos ombros [sua bagagem] de noite, e sairá; na parede cavarão [um buraco] para saírem por ela; cobrirá seu rosto para não ver com [seus] olhos a terra.
13Também estenderei minha rede sobre ele, e ele será preso em meu laço, e eu o levarei à Babilônia, à terra de caldeus; porém ele não a verá, ainda que morrerá ali.
3E veio a mim a palavra do SENHOR pela segunda vez, dizendo:
4Toma o cinto que compraste, que está sobre teus lombos, levanta-te, e vai ao Eufrates, e ali o escondes na fenda de uma rocha.
5Então eu fui, e o escondi em Eufrates, como o SENHOR tinha me mandado.
6E sucedeu, que ao fim de muitos dias, o SENHOR me disse: Levanta-te, vai ao Eufrates, e toma dali o cinto que ali te mandei esconder.
7Então fui ao Eufrates, cavei, e tomei o cinto do lugar de onde o havia escondido; e eis que o cinto tinha se apodrecido; para nada mais prestava.
8Então veio a mim palavra do SENHOR, dizendo:
15Então de noite subi pelo vale, e observei o muro; então voltei, e entrei pela porta do Vale, e assim me retornei.
16E os oficiais não sabiam aonde eu tinha ido, nem o que tinha feito; nem mesmo aos judeus e aos sacerdotes, nem aos nobres e oficiais, nem aos demais que faziam a obra, havia eu declarado coisa alguma.
17Então eu lhes disse: Com certeza vedes a miséria em que estamos, que Jerusalém está arruinada, e suas portas queimadas a fogo. Vinde, e reconstruamos o muro de Jerusalém, e não sejamos mais humilhados.
7E levou-me à porta do pátio; então olhei, e eis que havia um buraco na parede.
8E disse-me: Filho do homem, cava agora naquela parede. E cavei na parede, e eis que havia uma porta.
1No vigésimo quinto ano de nosso cativeiro, no princípio do ano, aos dez do mês, aos catorze anos depois que a cidade fora ferida, naquele mesmo dia veio sobre mim a mão do SENHOR, e me levou para lá.
2Em visões de Deus me levou à terra de Israel, e me pôs sobre um monte muito alto, sobre o qual havia como um edifício de uma cidade ao sul.
21E aconteceu no décimo segundo ano de nosso cativeiro, no décimo [mês] , aos cinco do mês, que veio a mim um que havia escapado de Jerusalém, dizendo: A cidade já foi ferida.
22Ora, a mão do SENHOR estivera sobre mim à tarde, antes que o escapado viesse, e abrira minha boca, até que chegou a mim pela manhã; e minha boca se abriu, e nunca mais fiquei mudo.
24Depois o Espírito me levantou, e levou-me à Caldeia, aos transportados, em visão do Espírito de Deus. E a visão que vi foi embora acima de mim.
25E falei aos transportados todas as palavras do SENHOR que ele tinha me mostrado.
6E quando completardes estes, voltarás a deitar sobre teu lado direito, e levarás a maldade da casa de Judá por quarenta dias; dei para ti um dia para cada ano.
7Portanto dirigirás teu rosto ao cerco de Jerusalém firmarás teu rosto, e [manterás] teu braço descoberto; e profetizarás contra ela.
8E eis que porei sobre ti cordas, e não te virarás de teu lado ao para o outro, enquanto não houveres completado os dias de teu cerco.
12E de noite me levantei, eu e uns poucos homens comigo, e não declarei a ninguém o que Deus tinha posto em meu coração que fizesse em Jerusalém; e animal nenhum estava comigo, a não ser o o em que eu cavalgava.
13E de noite saí pela porta do Vale até a fonte do Dragão e à porta do Esterco; e observei os muros de Jerusalém que estavam fendidos, e suas portas estavam consumidas a fogo.
19Sucedeu pois, que quando ia escurecendo às portas de Jerusalém antes do sábado, disse que eu mandei que se fechassem as portas, e mandei que não as abrissem até depois do sábado; e pus às portas alguns de meus servos, para que carga nenhuma entrasse no dia de sábado.
22Também naquele tempo eu disse ao povo: Cada um passe a noite com seu servo dentro de Jerusalém, para que de noite nos sirvam de guarda, e de dia na obra.
7Então a cidade foi arrombada, e todos os homens de guerra fugiram, e saíram da cidade de noite, pelo caminho de porta de entre os dois muros, que era perto do jardim do rei, e foram-se pelo caminho de Arabá, enquanto os caldeus estavam ao redor da cidade.
3E disse-lhes: Não se abram as portas de Jerusalém até que o sol aqueça; e enquanto ainda estiverem presentes, fechem as portas, e [as] trancai. E ponham-se guardas dos moradores de Jerusalém, cada um em sua guarda, e cada um diante de sua casa.
11No dia em que teus muros forem reconstruídos, naquele dia as fronteiras se ampliarão para longe.
15E vim aos transportados a Tel-Abibe, que moravam junto ao rio de Quebar, e eu morava onde eles moravam; e ali permaneci sete dias atônito entre eles.
17Os que edificavam o muro, e os que traziam as cargas [e] os que carregavam, com uma mão faziam a obra, e na outra tinham armas.
39Nunca te trouxe o arrebatado pelas feras; eu pagava o dano; o furtado tanto de dia como de noite, de minha mão o exigias.
21Por isso eu lhes adverti, dizendo: Por que vos passais a noite diante do muro? Se o fizerdes outra vez, agirei com violência contra vós. Desde então não vieram no sábado.
5Pois foi dia de alvoroço, de atropelamento, e de confusão, proveniente do Senhor DEUS dos exércitos, no vale da visão; [dia] de muros serem derrubados, e de gritarem ao monte.
4Então se juntaram a mim todos os que se tremiam pelas palavras do Deus de Israel, por causa da transgressão dos que foram exilados; mas eu fiquei sentado, abismado, até o sacrifício da tarde.
11E eis que o homem vestido de linho, que tinha o estojo na cintura, trouxe resposta, dizendo: Fiz conforme o que me mandaste.
8E isso me desagradou muito; por isso lancei todas as coisas da casa de Tobias para fora da câmara;
15Naqueles dias vi em Judá [alguns] que pisavam em lagares no sábado, e que traziam feixes, e carregavam asnos, como também vinho, uvas, figos, e todo tipo de carga, que traziam a Jerusalém no dia de sábado; e os adverti quanto ao dia em que vendiam alimentos.
19E o povo me disse: Por acaso não nos farás saber o que [significam] para nós estas coisas que tu estás fazendo?
12E eis que, quando a parede tiver caído, não vos dirão: Onde está a reboco com que rebocastes?
14E derrubarei a parede que vós rebocastes com cal solta, e a lançarei em terra, e seu fundamento ficará descoberto; assim cairá, e perecereis no meio dela; e sabereis que eu sou o SENHOR.
15Assim cumprirei meu furor contra a parede, e contra os que a rebocaram com lodo solto; e vos direi: Já não há a parede, nem os que a rebocavam,
12E levantou-se o rei de noite, e disse a seus servos: Eu vos declararei o que nos fizeram os sírios. Eles sabem que temos fome, e saíram das tendas e esconderam-se no campo, dizendo: Quando houverem saído da cidade, os tomaremos vivos,
6Tirei seus ombros de debaixo da carga; suas mãos foram livrados dos cestos.