Isaías 10:14
E minha mão tomou as riquezas dos povos como a um ninho; e como se juntam ovos abandonados, assim eu juntei toda a terra; e não houve quem movesse asa, ou abrisse boca, ou fizesse ruído.
E minha mão tomou as riquezas dos povos como a um ninho; e como se juntam ovos abandonados, assim eu juntei toda a terra; e não houve quem movesse asa, ou abrisse boca, ou fizesse ruído.
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13Pois ele diz: Fiz [isso] com a força de minha mão e com minha sabedoria, pois sou esperto; e tirei as fronteiras dos povos, e roubei seus bens, e como guerreiro abati aos moradores.
11[Tal como] a perdiz que choca [os ovos] que não pôs, [assim] é o que junta riquezas, mas não com justiça; no meio de seus dias ele deixará de tê-las, e em seu fim ele será tolo.
13As azas da avestruz batem alegremente, mas são suas asas e penas como as da cegonha?
14Ela deixa seus ovos na terra, e os esquenta no chão,
15Por acaso o machado se glorificará contra aquele que com ele corta? Ou a serra se engrandecerá contra aquele que a manuseia? [Seria] como se fosse o bastão que movesse aos que o levantam, como se a vara fosse capaz de levantar, [como se ela] não [fosse apenas] madeira.
15Ali a coruja fará seu ninho e porá [ovos] , e tirará seus filhotes, e os recolherá debaixo de sua sombra; também ali os abutres se ajuntarão uns com os outros.
16Buscai no livro do SENHOR, e lede; nenhuma destas [criaturas] falhará, nenhuma destas faltará com sua companheira; pois de minha própria boca ele mandou, e seu próprio Espírito as ajuntará.
25Se eu me alegrei de que minha riqueza era muita, e de que minha mão havia obtido muito;
14Com os reis e os conselheiros da terra, que edificavam para si os desertos;
11Como a água desperta sua ninhada, paira sobre seus passarinhos, Estende suas asas, os toma, os leva sobre suas penas:
7A ave de rapina não conhece essa vereda; os olhos do falcão não a viram.
5Cairá o ave no laço na terra, se não houver armadilha para ela? Se levantará o laço da terra, se nada houver prendido?
21Porque encoberta está aos olhos de todo vivente, e é oculta a toda ave do céu.
12Para tomar despojo e para saquear presa; para virar tua mão contra as terras desertas [que agora] estão habitadas, e contra o povo que foi ajuntado das nações, que é dono de gados e de posses, que mora no meio da terra.
26Por acaso é por tua inteligência que o gavião voa, [e] estende suas asas para o sul?
27Ou é por tua ordem que a água voa alto e põe seu ninho na altura?
17E quebrava os queixos do perverso, e de seus dentes tirava a presa.
18E eu dizia: Em meu ninho expirarei, e multiplicarei [meus] dias como areia.
10Assim como minha mão tomou aos reinos dos ídolos, cujas imagens eram melhores que Jerusalém e as de Samaria,
9Não é minha herança para mim uma ave de rapina de muitas cores? Não estão contra ela aves de rapina ao redor? Vinde, ajuntai-vos, todas os animais do campo, vinde para devorá-la.
14Porque as mesmas riquezas se perdem com negócios malsucedidos; e quando gera algum filho, nada lhe fica em sua mão.
27Como uma gaiola cheia de pássaros, assim estão suas casas cheias de engano: assim eles se fizeram grandes e ricos.
34Não tenho eu isto guardado, Selado em meus tesouros?
4Se te elevares como a águia, e se puseres teu ninho entre as estrelas, dali eu te derrubarei,diz o SENHOR.
5Se ladrões viessem a ti, ou assaltantes de noite, não furtariam [apenas] o que lhes bastasse? Se vindimadores viessem a ti, por acaso eles não deixariam algumas sobras? [Porém tu] , como estás arrasado!
9Ai daquele que obtém [riquezas] para sua casa por meios malignos, para pôr no alto seu ninho, para tentar se livrar do poder da calamidade.
11Que chamo a ave de rapina desde o oriente, ao homem da minha intenção desde as terras distantes; porque assim disse; e assim o cumprirei; eu [o] formei, também o farei.
4Com tua sabedoria e teu entendimento obtiveste riquezas, e adquiriste ouro e prata em teus tesouros;
8Como a ave, que vagueia de seu ninho, assim é o homem que anda vagueando de seu lugar.
17E digas em teu coração: Meu poder e a força de minha mão me trouxeram esta riqueza.
13Também vi esta sabedoria abaixo do sol, que considerei grande:
14A mim pertence o conselho e a verdadeira sabedoria; eu [tenho] prudência e poder.
5Porás teus olhos fixos sobre aquilo que é nada? Porque certamente se fará asas, e voará ao céu como uma águia.
25Vi, e eis que nenhum homem havia; e todas as aves do céu tinham fugido.
10E tudo quanto meus olhos desejaram, eu não lhes neguei; nem privei meu coração de alegria alguma, pois meu coração se alegrou de todo o meu trabalho; e esta foi minha parte [que obtive] de todo o meu trabalho.
11E eu olhei para todas as obras que minhas mãos fizeram, como também para o trabalho ao qual me dispus a trabalhar; e eis que tudo era inútil [como] perseguir o vento, e que não havia proveito algum abaixo do sol.
14Como o grou, [ou] a andorinha, assim eu fazia barulho; [e] gemia como uma pomba; ao alto eu levantava meus olhos. Ó SENHOR, estou oprimido! Sê tu minha segurança!
17Certamente [é] inútil se estender a rede diante da vista de todas as aves;
12[Mas o SENHOR] é aquele que fez a terra com seu poder, que preparou o mundo com sua sabedoria, e estendeu os céus com seu entendimento.
10Ninguém há [tão] ousado que o desperte; quem pois, [ousa] se opor a mim?
7A terra descansa, já está sossegada; gritam de prazer com alegria.
10As feras, e todo o gado; répteis, e aves que tem asas.
11Mas o pelicano e a coruja tomarão posse dela, a ave selvagem e o corvo nela habitarão; pois [o SENHOR] estenderá sobre ela o cordel da assolação e o prumo da ruína. ruína – lit. esvaziamento ou vazio – Almeida 1819 vaidade nomes dos animais são todos incertos, inclusive nos vv. seguintes
9[Se] eu tomasse as asas do amanhecer, [e] morasse nos limites do mar,
11Que nos ensina mais que aos animais da terra, e nos faz sábios mais que as aves do céu?
12Quem mediu com seu punho as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos? E [quem] recolheu numa caixa de medida o pó da terra, e pesou os montes com pesos, e os morros com balanças?
6É melhor uma mão cheia [com] descanso, do que ambas as mãos cheias [com] trabalho e perseguição ao vento.
16O terror que tu causas te enganou, assim como a arrogância de teu coração; tu que habitas nas cavernas das rochas, que tens a altura dos montes; ainda que levantes teu ninho como a águia, de lá eu te derrubarei,diz o SENHOR.
18Teus pastores cochilam, ó rei da Assíria, teus nobres descansam; teu povo se espalhou pelos montes, e ninguém o ajuntará.
6Todas as aves do céus faziam ninhos em seus ramos, e todos os animais do campo tinham filhotes abaixo de sua folhagem; e todos os grandes povos habitavam à sua sombra.