Tiago 3:8
Mas nenhum dos homens pode dominar a língua; [ela é] um mal irrefreável, cheia de peçonha mortal,
Mas nenhum dos homens pode dominar a língua; [ela é] um mal irrefreável, cheia de peçonha mortal,
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5Assim também a língua é um pequeno membro, e [se] gloria de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia!
6A língua também [é] um fogo, o mundo da injustiça; assim a língua está posta entre os nossos membros, contaminando todo o corpo, e inflamando o curso da natureza, e sendo inflamada pelo inferno.
7Porque toda natureza tanto de animais selvagens como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, é dominada e foi dominada pela natureza humana;
13Suas gargantas são sepulcro aberto; com suas línguas enganam; veneno de serpentes está sob seus lábios.
14Suas bocas estão cheias de maldição e amargura.
9Com ela bendizemos ao [nosso] Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, os quais são feitos à semelhança de Deus;
10Da mesma boca procede benção e maldição. Meus irmãos, não convém isto ser assim.
11Por acaso [alguma] fonte jorra da mesma abertura a [água] doce e a amarga?
4Uma língua sã é árvore de vida; mas a perversidade nela é faz o espírito em pedaços.
2Porque todos tropeçamos em muitas [coisas] . Se alguém não tropeça em palavra, o tal homem [é] perfeito, [e] também capaz para refrear todo o corpo.
3Eis que, nós pomos os freios nas bocas dos cavalos, para eles nos obedecerem, e [assim] manobramos todo o corpo deles.
3Eles afiam suas línguas como a cobra; veneno de serpentes [há] debaixo de seus lábios. (Selá)
7Sua boca está cheia de maldição, e de enganos, e de falsidade; debaixo de sua língua há sofrimento e maldade.
13Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falar falsidade.
10Pois: quem quer amar a vida e ver dias bons, refreie sua língua do mal, e que seus lábios não falem engano.
16Veneno de cobras subará; língua de víbora o matará.
20O perverso de coração nunca encontrará o bem; e quem distorce [as palavras de] sua língua cairá no mal.
11Se a cobra morder sem estar encantada, então proveito nenhum tem a fala do encantador.
27O homem maligno cava o mal, e em seus lábios [há] como que um fogo ardente.
4O veneno deles [é] semelhante ao veneno de serpente; são como a cobra surda, que tapa seus ouvidos,
34Ninhada de víboras, como podeis vós falar boas coisas, sendo maus? Pois a boca fala do que o coração tem de sobra.
2Tua língua planeja maldades; [é] como navalha afiada, que gera falsidades.
3Que afiam sua língua como [se fosse] espada; e armaram palavras amargas [como se fossem] flechas.
20Porque a ira do homem não cumpre a justiça de Deus.
19Com tua boca pronuncias o mal, e tua língua gera falsidades.
3O que ele te dará, e o que ele fará contigo, ó língua enganadora?
32[Pois] seu fim é [como] mordida de cobra, e picará como uma víbora.
21A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do fruto dela.
23Quem guarda sua boca e sua língua guarda sua alma de angústias.
3As palavras da boca dele são malícia e falsidade; ele deixou de [fazer] o que é sábio e bom.
9Porque não há verdade na boca deles; seu interior são meras destruições; a garganta deles é uma sepultura aberta; com suas línguas elogiam falsamente.
18Como o louco que lança faíscas, flechas e coisas mortíferas,
12Se o mal é doce em sua boca, e o esconde debaixo de sua língua;
13Se o guarda para si, e não o abandona; ao contrário, o retém em sua boca.
31A boca do justo produz sabedoria, mas a língua perversa será cortada fora.
2A língua dos sábios faz bom uso da sabedoria, mas a boca dos tolos derrama loucura.
19Na abundância de palavras não há falta de transgressão; mas aquele que refreia seus lábios é prudente.
20A língua do justo [é como] prata escolhida; o coração dos perversos [vale] pouco.
5Pois tua perversidade conduz tua boca, e tu escolheste a língua dos astutos.
26Se alguém entre vós supõe ser religioso, não refreando sua língua, antes [está] enganando seu próprio coração, a religião desse [é] vã;
28A língua falsa odeia aos que ela atormenta; e a boca lisonjeira opera ruína.
2Não insultem a ninguém, não sejam briguentos, [mas sim] pacientes, mostrando toda mansidão para com todos os homens.
3Porque nós também éramos tolos, desobedientes, enganados, servindo a vários maus desejos e prazeres, vivendo em malícia e inveja, detestáveis, odiando uns aos outros.
10Mas estes insultam tudo aquilo que não conhecem; e tudo o que eles entendem naturalmente, como animais irracionais, nisso eles se corrompem.
12Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, gerados para a prisão e destruição, insultando aquilo que não entendem, perecerão na corrupção deles;
8A língua deles é uma flecha mortífera, que fala engano; com sua boca fala paz com seu próximo, mas em seu interior lhe arma ciladas.
18Há [alguns] que falam [palavras] como que golpes de espada; porém a língua do sábios é [como] um remédio.
15Esta não a sabedoria descida do alto, mas [é] terrena, animal, [e] demoníaca;
8O homem de dupla vontade [é] inconstante em todos os seus caminhos.
8Uma palavra sã [e] irrepreensível, para que [qualquer] opositor se envergonhe, nada tendo de mal para dizer contra vós.