Provérbios 12:18
Há [alguns] que falam [palavras] como que golpes de espada; porém a língua do sábios é [como] um remédio.
Há [alguns] que falam [palavras] como que golpes de espada; porém a língua do sábios é [como] um remédio.
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31A boca do justo produz sabedoria, mas a língua perversa será cortada fora.
32Os lábios do justo sabem o que é agradável; mas a boca dos perversos [é cheia] de perversidades.
19O lábio da verdade ficará para sempre, mas a língua da falsidade [dura] por [apenas] um momento.
4Uma língua sã é árvore de vida; mas a perversidade nela é faz o espírito em pedaços.
17Aquele que fala a verdade conta a justiça; porém a testemunha falsa [conta] o engano.
1A resposta suave desvia o furor, mas a palavra pesada faz a ira aumentar.
2A língua dos sábios faz bom uso da sabedoria, mas a boca dos tolos derrama loucura.
30A boca do justo fala de sabedoria, e sua língua fala do [bom] juízo.
6Os lábios do tolo entram em briga, e sua boca chama pancadas.
7A boca do tolo é sua [própria] destruição, e seus lábios [são] armadilha para sua alma.
8As palavras do fofoqueiro são como alimentos deliciosos, que descem até o interior do ventre.
2Tua língua planeja maldades; [é] como navalha afiada, que gera falsidades.
18Aquele que esconde o ódio [tem] lábios mentirosos; e o que produz má fama é tolo.
19Na abundância de palavras não há falta de transgressão; mas aquele que refreia seus lábios é prudente.
20A língua do justo [é como] prata escolhida; o coração dos perversos [vale] pouco.
21Os lábios dos justo apascentam a muitos; mas os tolos, por falta de entendimento, morrem.
12As palavras da boca do sábio são agradáveis; porém os lábios do tolo o devoram.
3Na boca do tolo está a vara da arrogância, porém os lábios dos sábios os protegem.
21A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do fruto dela.
23O coração do sábio dá prudência à sua boca; e sobre seus lábios aumentará a instrução.
24Favo de mel são as palavras suaves: doces para a alma, e remédio para os ossos.
4A boca do homem são [como] águas profundas; e o manancial de sabedoria [como] um ribeiro transbordante.
11A boca do justo é um manancial de vida; mas a boca dos perversos está coberta de violência.
28A língua falsa odeia aos que ela atormenta; e a boca lisonjeira opera ruína.
23Quem guarda sua boca e sua língua guarda sua alma de angústias.
18Martelo, espada e flecha afiada é o homem que fala falso testemunho contra seu próximo.
22As palavras do fofoqueiro são como alimentos deliciosos, que descem ao interior do ventre.
8A língua deles é uma flecha mortífera, que fala engano; com sua boca fala paz com seu próximo, mas em seu interior lhe arma ciladas.
20O perverso de coração nunca encontrará o bem; e quem distorce [as palavras de] sua língua cairá no mal.
3Que afiam sua língua como [se fosse] espada; e armaram palavras amargas [como se fossem] flechas.
6As palavras dos perversos são para espreitar [o derramamento de] sangue [de inocentes] ; mas a boca dos corretos os livrará.
18Melhor é a sabedoria do que as armas de guerra; porém um só pecador destrói muitas coisas boas.
2Cada um comerá do bem pelo fruto de sua boca, mas a alma dos infiéis [deseja] a violência.
11A palavra dita em tempo apropriado é [como] maçãs de ouro em bandejas de prata.
13Nos lábios do bom entendedor se acha sabedoria, mas uma vara está às costas daquele que não tem entendimento.
14Os sábios guardam consigo sabedoria; mas a boca do tolo [está] perto da perturbação.
7Os lábios dos sábios derramam conhecimento; mas o coração dos tolos não [age] assim.
11As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos bem fixados [pelos] mestres das congregações, [que] foram dadas pelo único Pastor.
21Sua boca é agradável como a manteiga, mas seu coração [deseja] a guerra; suas palavras [parecem] mais suaves que o azeite, mas são espadas prontas para o ataque.
13Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falar falsidade.
3Que o SENHOR corte a todos os lábios que falam falsos elogios, [e toda] língua que fala grandes [mentiras] .
23O homem se alegra com a resposta de sua boca; e como é boa a palavra a seu devido tempo!
13Os lábios justos são do agrado dos reis, e eles amam ao que fala palavras direitas.
14A ira do rei é como mensageiros de morte; mas o homem sábio a apaziguará.
18Emudeçam os lábios mentirosos, que falam coisas duras contra o justo, com arrogância e desprezo.
21O sábio de coração será chamado de prudente; e a doçura dos lábios aumentará a instrução.
15Com paciência para não se irar é que se convence um líder; e a língua suave quebra ossos.
18Como o louco que lança faíscas, flechas e coisas mortíferas,