Jeremias 8:14
Por que [ainda] estamos sentados? Ajuntai-vos, e entremos nas cidades fortes; e ali pereçamos: pois o SENHOR nosso Deus tem nos matado, e nos deu a beber bebida de fel, porque pecamos contra o SENHOR.
Por que [ainda] estamos sentados? Ajuntai-vos, e entremos nas cidades fortes; e ali pereçamos: pois o SENHOR nosso Deus tem nos matado, e nos deu a beber bebida de fel, porque pecamos contra o SENHOR.
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15Esperávamos paz, mas nada de bom houve; [esperávamos] tempo de cura, e eis aqui terror.
19Rejeitaste a Judá por completo? Tua alma detesta a Sião? Por que nos feriste [de modo] que não haja cura para nós? Esperávamos paz, mas nada há de bom; [esperávamos] tempo de cura, e eis o terror!
20Ó SENHOR, reconhecemos nossa perversidade, a maldade de nossos pais; pois pecamos contra ti.
8De modo que [os moradores de] duas ou três cidades perambulavam até uma cidade para beberem água, mas não se saciavam; contudo não vos convertestes a mim,diz o SENHOR.
12E ele confirmou sua palavra que falou sobre nós, e sobre nossos juízes que nos julgavam, trazendo sobre nós tão grande mal, que nunca havia sido feito debaixo do céu como o que foi feito em Jerusalém.
13Assim como está escrito na Lei de Moisés, todo aquele mal veio sobre nós; contudo não suplicamos à face do SENHOR nosso Deus, para nos convertermos de nossas maldades, e entender a tua verdade.
14O SENHOR vigiou sobre o mal, e o trouxe sobre nós; porque justo é o SENHOR nosso Deus em todas suas obras que fez; pois não obedecemos a sua voz.
15Por isso assim diz o SENHOR dos exércitos, Deus de Israel: Eis que a este povo eu lhes darei de comer absinto, e lhes darei de beber água de fel.
8Portanto a ira do SENHOR veio sobre Judá e Jerusalém, e os entregou à aflição, ao espanto, e ao escárnio, como vedes vós com vossos olhos.
4Bebemos nossa água por dinheiro; nossa lenha temos que pagar.
8Por isso vesti-vos de saco, lamentai e uivai; porque o ardor da ira do SENHOR não se desviou de nós.
10E será que quando anunciares a este povo todas estas palavras, eles te dirão: Por que o SENHOR falou sobre nós este mal tão grande? E que maldade é a nossa, ou que pecado é o nosso, que cometemos contra o SENHOR nosso Deus?
13Pois meu povo fez dois males: deixaram a mim, [que sou] fonte de água viva, para cavarem para si cisternas, cisternas rachadas, que não retêm águas.
18E se apressem, e levantem pranto sobre nós, e desfaçam-se nossos olhos em lágrimas, e nossas pálpebras se destilem em águas.
19Porque uma voz de pranto foi ouvida de Sião: Como fomos destruídos! Nós nos tornamos muito envergonhados, por termos deixado a terra, por nossas moradas terem sido arruinadas.
25Jazemos em nossa vergonha, e nossa humilhação nos cobre; porque pecamos contra o SENHOR nosso Deus, nós e nossos pais, desde nossa juventude até hoje; e não obedecemos a voz do SENHOR nosso Deus.
4E por que fizeste vir a congregação do SENHOR a este deserto, para que morramos aqui nós e nossos animais?
5E por que nos fizeste subir do Egito, para trazer-nos a este mal lugar? Não é lugar de sementeira, de figueiras, de vinhas, nem romãs: nem ainda de água para beber.
13Por isso meu povo será levado capturado, porque não tem conhecimento; e seus nobres sofrem de fome, e sua multidão está seca de sede.
5Despertai, vós bêbados, e chorai; gemei todos vós que bebeis vinho, por causa do suco de uva, porque foi tirado de vossa boca.
7Ainda nossas maldades dão testemunho contra nós, SENHOR, age por amor de teu nome; pois nossas rebeldias se multiplicaram, contra ti pecamos.
12Será que continuarás a te conter sobre estas coisas, SENHOR? Continuarás quieto, e nos oprimindo tanto?
10Por isso seu povo volta para cá, e as águas lhes são espremidas por completo.
17Desperta-te! Desperta-te! Levanta-te, ó Jerusalém, que bebeste da mão do SENHOR o cálice de seu furor; bebeste [e] sugaste os resíduos do cálice do cambaleio.
2Judá está de luto, e suas portas se enfraqueceram; lamentam até o chão, e o clamor de Jerusalém está a subir.
3E os mais ilustres deles enviaram seus inferiores à água; eles vêm aos tanques, [e] não acham água; voltam com seus vasos vazios; eles se envergonham, se sentem humilhados, e cobrem suas cabeças.
18Ora, o que tu tens a ver com o caminho do Egito, para que bebas água do Nilo? E o que tens a ver com o caminho de Assíria, para que bebas água do rio [Eufrates] ?
16Caiu a coroa de nossa cabeça; ai agora de nós, porque pecamos.
17Por isso nosso coração ficou fraco, por isso nossos olhos escureceram;
14Voltaremos, pois, agora, a anular teus mandamentos, e a nos aparentarmos com os povos destas abominações? Não te indignarias tu contra nós até nos consumir, até não haver resto nem remanescente?
13E disseram-lhes: Não metais aqui os cativos; porque o pecado contra o SENHOR será sobre nós. Vós tratais de acrescentar sobre nossos pecados e sobre nossas culpas, sendo suficientemente grande nosso delito, e a ira do furor sobre Israel.
22Tua prata se tornou em escórias; teu vinho se misturou com água.
13Naquele tempo as belas virgens e os rapazes desmaiarão de sede.
13Certamente eu os apanharei,diz o SENHOR. Não haverá uvas na vide, nem figos na figueira, e [até] a folha cairá; e aquilo que lhes dei passará deles.
24Quem entregou a Jacó como roubo, e a Israel a ladrões? Por acaso não foi o SENHOR, aquele contra quem pecamos? Pois não queriam andar em seus caminhos, e não deram ouvidos à sua lei.
18Teu caminho e teus atos te causaram estas coisas; esta é tua maldade, tão amarga, que chega ao teu coração.
3Assim que o povo teve ali sede de água, e murmurou contra Moisés, e disse: Por que nos fizeste subir do Egito para matar-nos de sede a nós, e a nossos filhos e a nossos gados?
18O SENHOR é justo; eu que me rebelei contra sua boca. Ouvi, pois, todos os povos, e vede minha dor; minhas virgens e meus rapazes foram em cativeiro.
28E será que, se não querem tomar o copo de tua mão para beber, então tu lhes dirás: Assim diz o SENHOR dos exércitos: Certamente bebereis;
11Todos nós bramamos como ursos, e continuamente gememos como pombas; esperamos pela justiça, e nada [acontece] ; [esperamos] pela salvação, [porem] ela está longe de nós.
17Em vez disso certamente faremos toda a palavra que saiu de nossa boca, para oferecer incenso à rainha dos céus, e para lhe apresentar ofertas de bebidas, tal como temos feito, nós e nossos pais, nossos reis e nossos príncipes, nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém, quando nos fartávamos de pão, vivíamos bem, e não víamos calamidade alguma.
10Sentados na terra [e] calados estão os anciãos da filha de Sião; lançaram pó sobre suas cabeças, vestiram-se de saco; as virgens de Jerusalém baixaram suas cabeças à terra.
8Ó SENHOR, a nós [pertence] a vergonha de rosto, a nossos reis, nossos príncipes, e nossos pais; porque contra ti pecamos.
15Fartou-me de amarguras, embebedou-me de absinto.
12Por acaso correm os cavalos pelos rochedos? Pode-se arar [ali] com bois? Porém vós pervertestes o juízo em veneno, e o fruto da justiça no amargo absinto.
14Por muito tempo fiquei calado, quieto estive, [e] me retive; [mas agora] darei gritos como a que está de parto, suspirando e juntamente ofegando.
17Tudo isto veio sobre nós; porém não nos esquecemos de ti, nem traímos o teu pacto.
8Porque Jerusalém tropeçou, e Judá está caído; pois sua língua e suas obras são contra o SENHOR, para irritar os seus gloriosos olhos.
15Pois dizeis: Fizemos um pacto com a morte, e com o mundo dos mortos fizemos um contrato: quando passar a abundância de açoites, não chegará a nós; pois pusemos a mentira como nosso refúgio, e abaixo da falsidade nos escondemos.
12Pois assim diz o SENHOR: Eis que os que não estavam condenados a beberem do cálice, certamente o beberão; e ficarias tu impune por completo? Não ficarás impune, e certamente beberás.