Jó 13:25
Por acaso quebrarás a folha arrebatada [pelo vento] ? E perseguirás a palha seca?
Por acaso quebrarás a folha arrebatada [pelo vento] ? E perseguirás a palha seca?
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24Por que escondes teu rosto, e me consideras teu inimigo?
26Por que escreves contra mim amarguras, e me fazes herdar as transgressões de minha juventude?
27Também pões meus pés no tronco, e observas todos os meus caminhos. Tu pões limites às solas dos meus pés.
8Com moderação brigaste contra ela, quando a rejeitaste; [quando] a tirou com seu vento forte, no dia do vento do Oriente.
24Portanto eu os espalharei como os restos de palha que passam com o vento do deserto.
18Eles serão como palha diante do vento, como o restos de palha que o turbilhão arrebata.
21Tu te tornaste cruel para comigo; com a força de tua mão tu me atacas.
22Levantas-me sobre o vento, [e] me fazes cavalgar [sobre ele] ; e dissolves o meu ser.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
11Por acaso as consolações de Deus te são poucas? As mansas palavras voltadas a ti?
12Por que o teu coração te arrebata, e por que centelham teus olhos,
13Para que vires teu espírito contra Deus, e deixes sair [tais] tais palavras de tua boca?
4Ó tu, que despedaças tua alma com tua ira; será a terra abandonada por tua causa, e será movida a rocha de seu lugar?
9Dize: Assim diz o Senhor DEUS: Por acaso [a videira] terá sucesso? Não arrancará [a águia] suas raízes, e cortará seu fruto, e se secará? Todas as folhas que dela brotavam se secarão; e nem [é necessário] um braço grande, nem muita gente, para a arrancar desde suas raízes.
10Mas eis que, [mesmo] estando plantada, terá ela sucesso? Por acaso, quando o vento oriental a tocar, ela não se secará por completo? Nos canteiros de seus renovos se secará.
13Deus meu, faze-os como a um redemoinho, como a palhas perante o vento;
30Porque sereis como o carvalho ao qual suas folhas caem, e como o bosque que não tem água.
11Pode o papiro crescer sem lodo? Ou pode o junco ficar maior sem água?
12Estando ele ainda verde, sem ter sido cortado, ainda assim se seca antes de toda erva.
38Quando o pó se endurece, e os torrões se apegam uns aos outros?
15Persegue-os assim com tua tempestade, e assombra-os com o teu forte vento.
26Pretendeis repreender palavras, sendo que os argumentos do desesperado são como o vento?
28Se disserdes: Como o perseguiremos? Pois a raiz do problema se acha em mim,
27Para fartar [a terra] deserta e desolada, e para fazer crescer aos renovos da erva.
11Concebestes palha, gerais restos de cascas; vosso sopro vos consumirá [como] o fogo.
11Naquele tempo se dirá a este povo e a Jerusalém: Um vento seco dos lugares altos do deserto [veio] ao caminho da filha do meu povo; não para padejar, nem para limpar;
19Até quando não me deixarás, nem me liberarás até que eu engula minha saliva?
5Tal como o calor em lugar seco, assim tu abaterás o ímpeto dos estrangeiros; tal como uma espessa nuvem [diminui] o calor, assim será humilhada a canção dos violentos.
24Mal foram plantados, mal foram semeados, mal seu caule forma raízes na terra; e [logo] ele sopra neles, e se secam, e um vento forte os leva como palha fina.
9Antes que vossas panelas sintam os espinhos, tanto vivos, como aquecidos, ele os arrebatará furiosamente.
2Até quando atormentareis minha alma, e me quebrantareis com palavras?
24Onde está o caminho em que a luz se reparte, e o vento oriental se dispersa sobre a terra?
11No dia que as plantares, tu as farás crescer, e pela manhã farás com que tua semente brote; porém a colheita será perdida no dia de sofrimento e de dores insuportáveis.
8Por acaso tu anularias o meu juízo? Tu me condenarias, para te justificares?
3Por isso serão como a névoa da manhã, como o orvalho da madrugada que passa; como a palha que o vento leva da eira, e como a fumaça que sai da chaminé.
10Mesmo estando entretecidos como espinhos, e embriagados como beberrões, eles serão consumidos como a palha seca.
27Eu soube teu assentar-te, teu sair e teu entrar, e teu furor contra mim.
12Pode, por acaso o ferro [comum] quebrar o ferro do norte, ou o bronze?
13Para que tomasse os confins da terra, e os perversos fossem sacudidos dela?
5Se ao correres com os que estão a pé, eles te cansam, como competirás com os cavalos? E se [somente] em terra de paz te sentes seguro, como agirás tu nos matagais junto ao Jordão?
15Ainda que ele frutifique entre os irmãos, virá o vento oriental, vento do SENHOR, subindo do deserto, e sua fonte se secará, sua nascente se secará; ele saqueará o tesouro de tudo o que for precioso.
12Por que [pois] quebraste seus muros, de modo que os que passam arrancam seus frutos?
18Por que minha dor é contínua, e minha ferida intratável, que não permite cura? Por acaso serias tu para mim como uma ilusão, como águas que não se pode confiar?
27Por isso os moradores delas, com as mãos impotentes, ficaram atemorizados e envergonhados; eram [como] a erva do campo, e a grama verde, o capim dos telhados e o trigo queimado antes de crescer.
8Fareis acepção de sua pessoa? Brigareis em defesa de Deus?
12Porém foi arrancada com furor, derrubada na terra, e vento oriental secou seu fruto; suas fortes varas foram quebradas, e se secaram; o fogo as consumiu.
36E aos que restarem de vós porei em seus corações tal covardia, na terra de seus inimigos, que o som de uma folha movida os perseguirá, e fugirão como de espada, e cairão sem que ninguém os persiga:
8Eu me apressaria para escapar do vento violento [e] da tempestade.
3Por acaso terão fim as palavras de vento? Ou o que é que te provoca a responderes?
10Tira teu tormento de sobre mim; estou consumido pelo golpe de tua mão.