Jó 6:26
Pretendeis repreender palavras, sendo que os argumentos do desesperado são como o vento?
Pretendeis repreender palavras, sendo que os argumentos do desesperado são como o vento?
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25Como são fortes as palavras de boa razão! Mas o que vossa repreensão reprova?
3Por acaso terão fim as palavras de vento? Ou o que é que te provoca a responderes?
4Também eu poderia falar como vós, se vossa alma estivesse no lugar da minha alma; eu poderia amontoar palavras contra vós, e contra vós sacudir minha cabeça.
27De fato vós lançaríeis [sortes] sobre o órfão, e venderíeis vosso amigo.
2Por acaso o sábio dará como resposta vão conhecimento, e encherá seu ventre de vento oriental?
3Repreenderá com palavras que nada servem, e com argumentos que de nada aproveitam?
3Como tende aconselhado ao que não tem conhecimento, e [lhe] explicaste detalhadamente a verdadeira causa!
4A quem tens dito [tais] palavras? E de quem é o espírito que sai de ti?
2Até quando falarás tais coisas, e as palavras de tua boca serão como um vento impetuoso?
13Para que vires teu espírito contra Deus, e deixes sair [tais] tais palavras de tua boca?
2Até quando atormentareis minha alma, e me quebrantareis com palavras?
20Viste um homem precipitado em suas palavras? Mais esperança há para um tolo do que para ele.
25Por acaso quebrarás a folha arrebatada [pelo vento] ? E perseguirás a palha seca?
8Com moderação brigaste contra ela, quando a rejeitaste; [quando] a tirou com seu vento forte, no dia do vento do Oriente.
2Quem é esse que obscurece o conselho com palavras sem conhecimento?
18Como o louco que lança faíscas, flechas e coisas mortíferas,
6Ouvi agora meu argumento, e prestai atenção aos argumentos de meus lábios.
7Por acaso falareis perversidade por Deus, e por ele falareis engano?
22Levantas-me sobre o vento, [e] me fazes cavalgar [sobre ele] ; e dissolves o meu ser.
16Por isso Jó abriu sua boca em vão, e multiplicou palavras sem conhecimento.
2Quando é que dareis fim às palavras? Prestai atenção, e então falaremos.
2Por acaso a multidão de palavras não seria respondida? E o homem falador teria razão?
3Por acaso tuas palavras tolas faria as pessoas se calarem? E zombarias tu, e ninguém te envergonharia?
18Eles serão como palha diante do vento, como o restos de palha que o turbilhão arrebata.
21Os que acusam aos homens por meio de palavras, e armam ciladas contra quem [os] repreende na porta [da cidade] , e os que prejudicam ao justo.
29Aquele que perturba sua [própria] casa herdará vento; e o tolo será servo do sábio de coração.
3Pois na verdade seria mais pesada que a areia dos mares; por isso minhas palavras têm sido impulsivas.
13O princípio das palavras de sua boca é tolice; e o fim de sua boca [é] uma loucura ruim.
4Não respondas ao tolo conforme sua loucura; para que não te faças semelhante a ele.
5Responde ao tolo conforme sua loucura, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.
6Nada acrescentes às suas palavras, para que ele não te repreenda, e sejas mostrado como mentiroso.
25E rejeitastes todo o meu conselho, e não quisestes minha repreensão,
21O vento oriental o levará, e ele partirá; e toma-o de seu lugar.
16De modo que isto também é um mal causador de sofrimentos, que exatamente como veio, assim se vai; e que proveito ele teve em trabalhar para o vento?
9Não fales aos ouvidos do tolo, porque ele desprezará a prudência de tuas palavras.
16Se pois há [em ti] entendimento, ouve isto: dá ouvidos ao som de minhas palavras.
5O tolo despreza a correção de seu pai; mas aquele que presta atenção à repreensão age com prudência.
17Tu, cujas vestes se aquecem quando a terra se aquieta por causa do [vento] sul,
6Tua boca te condena, e não eu; e teus lábios dão testemunho contra ti.
6Os lábios do tolo entram em briga, e sua boca chama pancadas.
16Tentar contê-la é como tentar conter o vento, ou impedir que o óleo escorra de sua mão direita.
2[Se] tu foste capturado pelas palavras de tua [própria] boca, e te prendeste pelas palavras de tua boca,
23Convertei-vos à minha repreensão; eis que vos derramarei meu espírito, [e] vos farei saber minhas palavras.
5Visto que vos exaltais contra mim, e contra mim usais minha desgraça,
20Seria contado a ele o que eu haveria de falar? Por acaso alguém falaria para ser devorado?
27Quando vier vosso temor como tempestade, e a causa de vosso sofrimento como ventania, quando vier sobre vós a opressão e a angústia,
9Seria bom [para vós] se ele vos investigasse? Enganareis a ele como se engana a algum homem?
17Pois tu odeias a repreensão, e lança minhas palavras para detrás de ti.
9Como espinho na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.
4A boca do homem são [como] águas profundas; e o manancial de sabedoria [como] um ribeiro transbordante.