Jó 37:17
Tu, cujas vestes se aquecem quando a terra se aquieta por causa do [vento] sul,
Tu, cujas vestes se aquecem quando a terra se aquieta por causa do [vento] sul,
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9Da recâmara vem o redemoinho, e dos [ventos] que espalham [vem] o frio.
10Pelo sopro de Deus se dá o gelo, e as largas águas se congelam.
11Ele também carrega de umidade as espessas nuvens, [e] por entre as nuvens ele espalha seu relâmpago.
14Escuta isto, Jó; fica parado, e considera as maravilhas de Deus.
15Por acaso sabes tu quando Deus dá ordem a elas, e faz brilhar o relâmpago de sua nuvem?
16Conheces tu os equilíbrios das nuvens, as maravilhas daquele que é perfeito em conhecimentos?
18Por acaso podes estender com ele os céus, que estão firmes como espelho fundido?
24Onde está o caminho em que a luz se reparte, e o vento oriental se dispersa sobre a terra?
8Com moderação brigaste contra ela, quando a rejeitaste; [quando] a tirou com seu vento forte, no dia do vento do Oriente.
21E agora não se pode olhar para o sol, quando brilha nos céus, quando o vento passa e os limpa.
22Do norte vem o esplendor dourado; em Deus há majestade temível.
55E quando venta do sul, dizeis: Haverá calor; E assim acontece.
6Pois ele diz à neve: Cai sobre à terra; Como também à chuva: Sê chuva forte.
6O vento vai ao sul, e rodeia para o norte; continuamente o vento vai rodeando e voltando aos lugares onde circulou.
26Ele fez soprar o vento do oriente nos céus, e trouxe o [vento] do sul com seu poder.
7Ele faz as nuvens subirem desde os confins da terra, faz os relâmpagos com a chuva; ele produz os ventos de seus tesouros.
33Sabes tu as ordenanças dos céus? Ou podes tu dispor do domínio deles sobre a terra?
34Ou podes levantar tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra?
16Que dá a neve como a lã; espalha a geada como a cinza.
17Que lança seu gelo [em] pedaços; quem pode subsistir ao seu frio?
18Ele manda sua palavra, e os faz derreter; faz soprar seu vento, [e] escorrem-se as águas.
9Quando eu pus nuvens por sua vestidura, e a escuridão por sua faixa;
22Por acaso entraste tu aos depósitos da neve, e viste os depósitos do granizo,
37Quem pode enumerar as nuvens com sabedoria? E os odres dos céus, quem pode os despejar?
38Quando o pó se endurece, e os torrões se apegam uns aos outros?
17Tu estabeleceste todos os limites da terra; tu formaste o verão e o inverno.
16Quando ele dá sua voz, há um grande estrondo de águas no céu, e faz subir as nuvens desde os confins da terra; ele faz os relâmpagos com a chuva, e tira o vento de seus tesouros.
8O fogo e a saraiva, a neve e o vapor; o vento tempestuoso, que executa sua palavra.
4Quem subiu ao céu, e desceu? Quem juntou os ventos com suas mãos? Quem amarrou as águas numa capa? Quem estabeleceu todos os limites da terra? Qual é o seu nome? e qual é o nome de seu filho, se tu o sabes?
29Poderá alguém entender a extensão das nuvens, [e] os estrondos de seu pavilhão?
4Onde estavas tu quando eu fundava a terra? Declara- [me] , se tens inteligência.
17Que no tempo do calor se secam e, ao se aquecerem, desaparecem de seu lugar;
18Entendeste tu as larguras da terra? Declara, se sabes tudo isto.
26Por acaso é por tua inteligência que o gavião voa, [e] estende suas asas para o sul?
1Então o SENHOR respondeu a Jó desde um redemoinho, e disse:
27Ele traz para cima as gotas das águas, que derramam a chuva de seu vapor;
13Quando ele pronuncia sua voz, [logo] há ruído de águas no céu, e faz subir vapores dos confins da terra; faz os relâmpagos com a chuva, e faz sair o vento de seus tesouros.
29E se ele ficar quieto, quem [o] condenará? Se ele esconder o rosto, quem o olhará? [Ele está] quer sobre um povo, quer sobre um único ser humano,
28Por acaso a chuva tem pai? Ou quem gera as gotas do orvalho?
29De qual ventre procede o gelo? E quem gera a geada do céu?
21O vento oriental o levará, e ele partirá; e toma-o de seu lugar.
7A terra descansa, já está sossegada; gritam de prazer com alegria.
33O trovão anuncia sua presença; o gado também [prenuncia a tempestade] que se aproxima.
14Eis que estas são [somente] as bordas de seus caminhos; e quão pouco é o que temos ouvido dele! Quem, pois, entenderia o trovão de seu poder?
2Até quando falarás tais coisas, e as palavras de tua boca serão como um vento impetuoso?
22Levantas-me sobre o vento, [e] me fazes cavalgar [sobre ele] ; e dissolves o meu ser.
6Desde uma extremidade dos céus [é] sua saída, e seu curso até as [outras] extremidades deles; e nada se esconde de seu calor.
26Pretendeis repreender palavras, sendo que os argumentos do desesperado são como o vento?
29Ele fez cessar as tormentas, e as ondas se calaram.
13Para que tomasse os confins da terra, e os perversos fossem sacudidos dela?