Jó 15:3
Repreenderá com palavras que nada servem, e com argumentos que de nada aproveitam?
Repreenderá com palavras que nada servem, e com argumentos que de nada aproveitam?
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2Por acaso o sábio dará como resposta vão conhecimento, e encherá seu ventre de vento oriental?
3Por acaso terão fim as palavras de vento? Ou o que é que te provoca a responderes?
25Como são fortes as palavras de boa razão! Mas o que vossa repreensão reprova?
26Pretendeis repreender palavras, sendo que os argumentos do desesperado são como o vento?
2Por acaso a multidão de palavras não seria respondida? E o homem falador teria razão?
3Por acaso tuas palavras tolas faria as pessoas se calarem? E zombarias tu, e ninguém te envergonharia?
3Como tende aconselhado ao que não tem conhecimento, e [lhe] explicaste detalhadamente a verdadeira causa!
4A quem tens dito [tais] palavras? E de quem é o espírito que sai de ti?
9Porque disse: De nada aproveita ao homem agradar-se em Deus.
16Por isso Jó abriu sua boca em vão, e multiplicou palavras sem conhecimento.
15Quem é o Todo-Poderoso, para que o sirvamos? E de que nos aproveitará que oremos a ele?
5Bom seria se vos calásseis por completo, pois seria sabedoria de vossa parte.
6Ouvi agora meu argumento, e prestai atenção aos argumentos de meus lábios.
7Por acaso falareis perversidade por Deus, e por ele falareis engano?
13Para que vires teu espírito contra Deus, e deixes sair [tais] tais palavras de tua boca?
2Por acaso o homem será de [algum] proveito a Deus? Pode ele se beneficiar de algum sábio?
3É útil ao Todo-Poderoso que sejas justo? Ganha ele alguma coisa se teus caminhos forem perfeitos?
4Por acaso ele te repreende [e] vem contigo a juízo por causa de teu temor [a ele] ?
3As palavras da boca dele são malícia e falsidade; ele deixou de [fazer] o que é sábio e bom.
35Jó não fala com conhecimento, e a suas palavras falta prudência.
23Em todo trabalho cansativo há proveito, mas o falar dos lábios só [leva] à pobreza.
14Jó não dirigiu suas palavras a mim, nem eu lhe responderei com vossos dizeres.
13Por que razão brigas contra ele por não dar resposta às palavras do ser humano?
9Que proveito tem o trabalhador naquilo em que ele trabalha?
14Como poderia eu lhe responder, e escolher minhas palavras contra ele?
2Quem é esse que obscurece o conselho com palavras sem conhecimento?
20Seria contado a ele o que eu haveria de falar? Por acaso alguém falaria para ser devorado?
4Porém tu destróis o temor, e menosprezas a oração diante de Deus.
13O princípio das palavras de sua boca é tolice; e o fim de sua boca [é] uma loucura ruim.
3Mas eu falarei com o Todo-Poderoso, e quero me defender para com Deus.
2Se tentarmos falar contigo, ficarás incomodado? Mas quem poderia deter as palavras?
2Por acaso quem briga contra o Todo-Poderoso pode ensiná-lo? Quem quer repreender a Deus, responda a isto.
30Não brigues contra alguém sem motivo, se ele não fez mal contra ti.
9Não fales aos ouvidos do tolo, porque ele desprezará a prudência de tuas palavras.
3Porque disseste: Para que ela te serve? [Ou] : Que proveito terei dela mais que meu pecado?
30Não escapará das trevas; a chama secará seus ramos, e ao sopro de sua boca desparecerá.
16Para que serve o dinheiro na mão do tolo, já que ele não tem interesse em obter sabedoria?
9Mas evita as questões tolas, e às genealogias e discussões, e às disputas quanto à Lei, porque elas são inúteis e vás.
14Com os reis e os conselheiros da terra, que edificavam para si os desertos;
2Quando é que dareis fim às palavras? Prestai atenção, e então falaremos.
3Ainda se quisesse disputar com ele, não conseguiria lhe responder uma coisa sequer em mil.
3Contudo sobre este abres teus olhos, e me trazes a juízo contigo.
5Responde ao tolo conforme sua loucura, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.
3Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho que ele trabalha abaixo do sol?
9Seria bom [para vós] se ele vos investigasse? Enganareis a ele como se engana a algum homem?
3Fará ele súplicas a ti, [ou] falará contigo suavemente?
4[e] é presunçoso, e nada sabe, mas se interessa de forma doentia por questões e disputas de palavras, das quais nascem invejas, brigas, blasfêmias, suspeitas maldosas,
19Na abundância de palavras não há falta de transgressão; mas aquele que refreia seus lábios é prudente.
3[Parece] -te bem que [me] oprimas, que rejeites o trabalho de tuas mãos, e favoreças o conselho dos perversos?
4Por acaso eu me queixo de algum ser humano? Porém ainda que [assim fosse] , por que meu espírito não se angustiaria?