Jó 38:8
Ou [quem] encerrou o mar com portas, quando transbordou, saindo da madre,
Ou [quem] encerrou o mar com portas, quando transbordou, saindo da madre,
Estes versículos são encontrados usando pesquisa semântica com IA, baseada em significado e contexto. Os resultados podem, ocasionalmente, incluir ligações inesperadas.
9Quando eu pus nuvens por sua vestidura, e a escuridão por sua faixa;
10Quando eu passei sobre ele meu decreto, e [lhe] pus portas e ferrolhos,
11E disse: Até aqui virás, e não passarás adiante, e aqui será o limite para a soberba de tuas ondas?
12Desde os teus dias tens dado ordem à madrugada? [Ou] mostraste tu ao amanhecer o seu lugar,
13Para que tomasse os confins da terra, e os perversos fossem sacudidos dela?
7Quando as estrelas do amanhecer cantavam alegremente juntas, e todos os filhos de Deus jubilavam?
16Por acaso chegaste tu às fontes do mar, ou passeaste no mais profundo abismo?
17Foram reveladas a ti as portas da morte, ou viste as portas da sombra de morte?
18Entendeste tu as larguras da terra? Declara, se sabes tudo isto.
27Quando preparava os céus, ali eu estava; quando ele desenhava ao redor da face do abismo.
28Quando firmava as nuvens de cima, quando fortificava as fontes do abismo.
29Quando colocava ao mar o seu limite, para que as águas não ultrapassassem seu mandado; quando estabelecia os fundamentos da terra.
28Por acaso a chuva tem pai? Ou quem gera as gotas do orvalho?
29De qual ventre procede o gelo? E quem gera a geada do céu?
30As águas se tornam duras como pedra, e a superfície do abismo se congela.
7Ele dá ordem ao sol, e ele não brilha; e sela as estrelas.
8Ele é o que sozinho estende os céus, e anda sobre as alturas do mar.
24Onde está o caminho em que a luz se reparte, e o vento oriental se dispersa sobre a terra?
25Quem repartiu um canal às correntezas de águas, e caminho aos relâmpagos dos trovões,
10Pois não fechou as portas do ventre onde eu estava, nem escondeu de meus olhos o sofrimento.
37Quem pode enumerar as nuvens com sabedoria? E os odres dos céus, quem pode os despejar?
38Quando o pó se endurece, e os torrões se apegam uns aos outros?
4Onde estavas tu quando eu fundava a terra? Declara- [me] , se tens inteligência.
5Quem determinou suas medidas, se tu o sabes? Ou quem estendeu cordel sobre ela?
16Então apareceram as profundezas do mar, E os fundamentos do mundo foram descobertos, À repreensão do SENHOR, Ao sopro do vento de seu nariz.
8Com o sopro de tuas narinas se amontoaram as águas; Pararam-se as correntezas como em um amontoado; Os abismos se solidificaram em meio do mar.
33Sabes tu as ordenanças dos céus? Ou podes tu dispor do domínio deles sobre a terra?
34Ou podes levantar tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra?
24Quando ainda não havia abismos, eu fui gerada; quando ainda não havia fontes providas de muitas águas.
7Ele junta as águas do mar como se estivessem empilhadas; aos abismos ele põe como depósitos de tesouros.
15E as profundezas das águas foram vistas, e os fundamentos do mundo foram descobertos por tua repreensão, SENHOR, pelo sopro do vento do teu nariz.
12Ele agita o mar com seu poder, e com seu entendimento fere abate a Raabe.
10Não és tu aquele que secaste o mar, as águas do grande abismo, e que fizeste o caminho das profundezas do mar, para que passassem os redimidos?
10Ele determinou limite à superfície das águas, até a fronteira entre a luz e as trevas.
2E se fecharam as fontes do abismo, e as comportas dos céus; e a chuva dos céus foi detida.
12Por acaso sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas guarda?
15Tu dividiste a fonte e o ribeiro; tu secaste os rios perenes.
9Sua medida é mais comprida que a terra, e mais larga que o mar.
10Se ele passar, e prender, ou se ajuntar [para o julgamento] , quem poderá o impedir?
22Por acaso entraste tu aos depósitos da neve, e viste os depósitos do granizo,
16Assim diz o SENHOR, aquele que preparou no mar um caminho, e nas águas impetuosas uma vereda;
11Ele tapa os rios desde suas nascentes, e faz o oculto sair para a luz.
7Ele é o que amansa o ruído dos mares, o ruído de suas ondas, e o tumulto dos povos.
14Eis que o que ele derruba não pode ser reconstruído; e ninguém pode libertar o homem a quem ele aprisiona.
15Eis que, [quando] ele detém as águas, elas se secam; [quando] ele as deixa sair, elas transtornam a terra.
9Tu dominas a arrogância do mar; quando suas ondas se levantam, tu as aquietas.
16Quando ele dá sua voz, há um grande estrondo de águas no céu, e faz subir as nuvens desde os confins da terra; ele faz os relâmpagos com a chuva, e tira o vento de seus tesouros.
8As aves dos céus, e os peixes do mar; [e] os que passam pelos caminhos dos mares.
30Eis que estende sobre ele sua luz, e cobre as profundezas do mar.
13Tu dividiste o mar com a tua força; quebraste as cabeças dos monstros nas águas.