Lamentações 4:18
Caçaram nossos passos, de modo que não podíamos andar por nossas ruas; achegou-se o nosso fim, nossos dias se completaram, pois nosso fim veio.
Caçaram nossos passos, de modo que não podíamos andar por nossas ruas; achegou-se o nosso fim, nossos dias se completaram, pois nosso fim veio.
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19Nossos perseguidores foram mais velozes que as águias do céu; sobre os montes nos perseguiram, no deserto armaram ciladas para nós.
20O fôlego de nossas narinas, o ungido do SENHOR, do qual dizíamos: Abaixo de sua sombra teremos vida entre as nações; foi preso em suas covas.
17Quanto a nós, desfaleceram-se nossos olhos [esperando] por socorro para nós; aguardávamos atentamente uma nação que não podia salvar.
11Agora eles têm nos cercado em nossos passos; eles fixam seus olhos para [nos] derrubar ao chão.
4Bebemos nossa água por dinheiro; nossa lenha temos que pagar.
5Perseguição sofremos sobre nossos pescoços; estamos cansados, mas não temos descanso.
17Por isso nosso coração ficou fraco, por isso nossos olhos escureceram;
18Por causa do monte de Sião, que está desolado; raposas andam nele.
46Todos os nossos inimigos abriram sua boca contra nós.
47Medo e cova vieram sobre nós, devastação e destruição.
6Eles se reúnem e se escondem; eles espiam os meus passos, como que esperando a [morte] de minha alma.
9Por isso o juízo está longe de nós, nem a justiça nos alcança; esperamos luz , [porém] eis que há [somente] trevas; [esperamos] brilho, [porém] andamos às escuras.
10Apalpamos as paredes como cegos, e como se não tivéssemos olhos andamos apalpando; tropeçamos ao meio-dia como se fosse noite; entre os fortes estamos como mortos.
11Todos nós bramamos como ursos, e continuamente gememos como pombas; esperamos pela justiça, e nada [acontece] ; [esperamos] pela salvação, [porem] ela está longe de nós.
12Pois nossas transgressões se multiplicaram diante de ti, e nossos pecados dão testemunho contra nós; pois nossas transgressões estão conosco, e conhecemos nossas perversidades,
4Até quando lamentará a terra, e a erva de todo o campo ficará seca? Pela maldade dos que nela habitam, os animais e as aves perecem; porque dizem: Ele não verá ele nosso fim.
14Ao tempo da tarde eis que há pavor; [mas] antes que amanheça não há mais: Esta é a parte daqueles que nos despojam, e o futuro reservado para aqueles que nos saqueiam.
4Somos humilhados pelos nossos vizinhos; zombados e escarnecidos pelos que estão ao nosso redor.
25Meus dias foram mais rápidos que um homem que corre; fugiram, e não viram o bem.
26Passaram como barcos de papiro, como a águia que se lança à comida.
13Destroem meu caminho, e promovem minha miséria, sem necessitarem que alguém os ajude.
14Eles vêm [contra mim] como que por uma brecha larga, [e] revolvem-se entre a desolação.
24Nós ouvimos a fama deles, e nossas mãos perderam a força; fomos tomados pela angústia, [e] dor como de mulher no parto.
25Não saiais ao campo, nem andeis pelo caminho; porque a espada do inimigo [e] o terror está ao redor.
20Passou a ceifa, acabou-se o verão, e nós não fomos salvos.
22Ouçam-se gritos de suas casas, quando tu trouxeres tropas contra eles de repente; pois cavaram uma cova para me prender, e armaram laços para meus pés.
18Nosso coração não se voltou para trás, nem nossos passos de desviaram de teu caminho.
19Tu tens nos afligido num lugar de chacais, e nos cobriste com sobra de morte.
8Servos passaram a nos dominar; ninguém há que [nos] livre de suas mãos.
9Com risco de vida trazemos nosso pão, por causa da espada do deserto.
15Esperávamos paz, mas nada de bom houve; [esperávamos] tempo de cura, e eis aqui terror.
21Porque a morte subiu a nossas janelas, [e] entrou em nossos palácios; para arrancar os meninos das ruas, os rapazes das praças.
18Os cursos de seus caminhos se desviam; vão se minguando, e perecem.
9Porque todos os nossos dias se vão por causa de tua irritação; acabamos nossos anos como um suspiro.
18E se apressem, e levantem pranto sobre nós, e desfaçam-se nossos olhos em lágrimas, e nossas pálpebras se destilem em águas.
19Porque uma voz de pranto foi ouvida de Sião: Como fomos destruídos! Nós nos tornamos muito envergonhados, por termos deixado a terra, por nossas moradas terem sido arruinadas.
11Porém nossos inimigos diziam: Eles não saibam, nem vejam, até que entremos em meio deles, e os matemos; assim faremos cessar a obra.
11Eis que eles nos dão o pago, vindo a lançar-nos de tua herdade, que tu nos deste a possuir.
7Nossa alma escapou como um pássaro da armadilha dos caçadores; a cadeia se quebrou, e nós escapamos.
14Nossos bois sejam vigorosos; não haja nem assalto, nem fugas, nem gritos em nossas ruas.
6Prepararam uma rede de armadilha para os meus passos, minha alma [estava] abatida; cavaram perante mim uma cova, [porém] eles mesmos caíram nela. (Selá)
9Já não vemos os nossos sinais; já não há mais profeta; e ninguém entre nós sabe até quando será assim.
20[Dizendo] : Certamente nossos adversários foram destruídos, e o que sobrou deles o fogo consumiu.
6Vem o fim, o fim vem; despertou-se contra ti; eis que vem.
6E eles sairão atrás de nós, até que os tiremos da cidade; porque eles dirão: Fogem de nós como a primeira vez. Fugiremos, pois, diante deles.
17Certamente [é] inútil se estender a rede diante da vista de todas as aves;
2Nossa herança passou a ser de estrangeiros, nossas casas de forasteiros.
4As águas teriam nos coberto, [e] a corrente de águas teria passado por sobre nossas almas.
19Rejeitaste a Judá por completo? Tua alma detesta a Sião? Por que nos feriste [de modo] que não haja cura para nós? Esperávamos paz, mas nada há de bom; [esperávamos] tempo de cura, e eis o terror!
16Todos os teus inimigos abrem suas bocas contra ti, assoviam, e rangem os dentes; dizem: Nós [a] devoramos; pois este é o dia que esperávamos; nós o achamos, [e] o vimos.