Neemias 4:11
Porém nossos inimigos diziam: Eles não saibam, nem vejam, até que entremos em meio deles, e os matemos; assim faremos cessar a obra.
Porém nossos inimigos diziam: Eles não saibam, nem vejam, até que entremos em meio deles, e os matemos; assim faremos cessar a obra.
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12E foi que, quando os judeus que habitavam entre eles vieram, dez vezes nos disseram: Por todos os lados para que virardes, [eles estão] contra nós.
13Então pus [guardas] nos lugares baixos, atrás do muro, [e] nos lugares altos; e pus ao povo por [suas] famílias com suas espadas, suas lanças, e seus arcos.
14Depois olhei, me levantei, e disse aos nobres, aos oficiais, e aos demais do povo: Não os temais; lembrai-vos do Senhor grande e temível, e lutai por vossos irmãos, por vossos filhos e vossas filhas, por vossas mulheres e vossas casas.
15E foi que, quando nossos inimigos ouviram falar que já sabíamos [de tudo] , e que Deus havia frustrado o plano deles, todos voltamos ao muro, cada um à sua obra.
16Sucedeu, porém, que desde aquele dia a metade dos meus servos trabalhava na obra, e outra metade deles tinha lanças, escudos, arcos, e couraças; e os líderes estavam por detrás de toda a casa de Judá.
17Os que edificavam o muro, e os que traziam as cargas [e] os que carregavam, com uma mão faziam a obra, e na outra tinham armas.
18E cada um dos construtores trazia sua espada cingida a seus lombos, e [assim] edificavam; e o que tocava a trombeta estava junto a mim.
19E eu disse aos nobres, aos oficiais, e aos demais do povo: A obra é grande e extensa, e nós estamos separados no muro, longe uns dos outros.
20No lugar onde ouvirdes o som da trombeta, ali vos ajuntareis conosco; nosso Deus lutará por nós.
21Assim trabalhávamos na obra; e a metade deles tinham lanças desde a subida do amanhecer até o surgir das estrelas.
22Também naquele tempo eu disse ao povo: Cada um passe a noite com seu servo dentro de Jerusalém, para que de noite nos sirvam de guarda, e de dia na obra.
1E foi que, quando Sambalate ouviu que nós edificávamos o muro, ele se indignou muito, e escarneceu dos judeus.
2E falou diante de seus irmãos e do exército de Samaria, dizendo: O que fazem estes fracos judeus? Será isso lhes permitido? Farão eles sacrifícios? Acabarão isso algum dia? Ressuscitarão dos amontoados de entulho as pedras que foram queimadas?
3E com ele estava Tobias, o amonita, que disse: Ainda que edifiquem, contudo, se uma raposa vier, ela [sozinha] será capaz de derrubar seu muro de pedra.
4Ouve, ó Deus nosso, que somos desprezados, e devolve a humilhação deles sobre suas cabeças; e entrega-os para o despojo, na terra do cativeiro;
5E não cubras a perversidade deles, nem o pecado deles seja riscado diante de teu rosto; pois provocaram à ira diante dos construtores.
6Edificamos, pois o muro, e todo o muro foi completado até metade [de] sua [altura] ; porque o coração do povo estava disposto a trabalhar.
7E foi que, quando Sambalate e Tobias, e os árabes, os amonitas, e os de Asdode, ouviram que os muros de Jerusalém estavam sendo reparados, que as brechas já começavam a serem fechadas, eles ficaram muito irados.
8E todos conspiraram entre si para virem guerrear contra Jerusalém, e causarem confusão nela.
9Porém nós oramos a nosso Deus; e pusemos guarda contra eles, dia e noite, por causa deles.
10Então Judá disse: As forças dos carregadores se enfraqueceram, e o entulho é muito; e nós não podemos reconstruir o muro.
16E foi que, quando todos os nossos inimigos ouviram, temeram nações ao nosso redor temeram, e se abateram muito seus olhos, pois reconheceram que foi nosso Deus que fizera esta obra.
1Quando, pois, os adversários de Judá e de Benjamim, que os que tinham vindo do cativeiro estavam edificando o templo ao SENHOR, Deus de Israel,
1Sucedeu, pois, que, quando Sambalate, Tobias, e Gesém o árabe, e os demais de nossos inimigos, ouviram que eu tinha edificado o muro, e que não havia mais brecha nele (ainda que até aquele tempo não tinha posto as portas nas entradas),
2Sambalate e Gesém mandaram dizer: Vem, e nos reunamos em alguma das aldeias no vale de Ono. Mas eles haviam pensado em fazer o mal a mim.
4Todavia o povo da terra desencorajava o povo de Judá, e os perturbava, para que não edificassem.
5E subornaram contra eles conselheiros para frustrarem sua intenção, todos os dias de Ciro rei da Pérsia, e até o reinado de Dario, rei da Pérsia.
16E os oficiais não sabiam aonde eu tinha ido, nem o que tinha feito; nem mesmo aos judeus e aos sacerdotes, nem aos nobres e oficiais, nem aos demais que faziam a obra, havia eu declarado coisa alguma.
17Então eu lhes disse: Com certeza vedes a miséria em que estamos, que Jerusalém está arruinada, e suas portas queimadas a fogo. Vinde, e reconstruamos o muro de Jerusalém, e não sejamos mais humilhados.
18Então lhes declarei como a mão de meu Deus havia sido boa sobre mim, e também as palavras do rei, que ele tinha me dito. Então disseram: Levantemo-nos, e edifiquemos. Assim esforçaram suas mãos para uma boa obra.
19Porém, quando Sambalate o horonita, Tobias o servo amonita, e Gesém o árabe, ouviram [isto] , zombaram de nós, e nos desprezaram, dizendo: O que é isto que vós fazeis? Por acaso estais vos rebelando contra o rei?
20Então lhes respondi, dizendo-lhes: O Deus dos céus é quem nos dará sucesso; e nós, servos dele, nos levantaremos e edificaremos; pois vós não tendes parte, nem direito, nem memória em Jerusalém.
12Seja conhecido do rei que os judeus que subiram de ti a nós, vieram a Jerusalém; e edificam aquela cidade rebelde e má, e estão restaurando [seus] muros; e reparado [seus] fundamentos.
13Seja agora conhecido do rei, que se aquela cidade for reconstruída, e os muros forem restaurados, os tributos, taxas, e impostos não serão pagos, e o patrimônio real será prejudicado.
22E sede cuidadosos para que não falheis nisto; por que haveria de aumentar o dano para o prejuízo real?
23Assim que o teor da carta do rei Artaxerxes foi lido diante de Reum, e de Sinsai o escrivão, e seus companheiros, eles foram apressadamente a Jerusalém aos judeus, e os impediram com força e violência.
9Porque todos eles procuravam nos atemorizar, dizendo: As mãos deles se enfraquecerão da obra, e ela não será feita.Esforça pois minhas mãos, [ó Deus] .
10E quando eu vim à casa de Semaías filho de Delaías, filho de Meetabel (que estava encerrado), ele me disse: Vamos juntos à casa de Deus dentro do templo, e cerremos as portas do templo, porque virão para te matar; sim, de noite virão para te matar.
3Naquele tempo veio a eles Tatenai, capitão da região além do rio, e Setar-Bozenai e seus companheiros, e lhes perguntaram assim:Quem vos deu ordem para reconstruir esta casa, e restaurar estes muros?
4Então assim lhes dissemos quais eram os nomes dos homens que reconstruíam este edifício.
5Mas os olhos de seu Deus estavam sobre os anciãos dos judeus, e não os impediram, até que a causa viesse a Dario; e então responderam por carta sobre isso.
8Seja conhecido do rei, que fomos à província de Judeia, à casa do grande Deus, a qual é edificada com grandes pedras; e a madeira é posta nas paredes, e a obra se faz apressadamente, e tem sido próspera a em suas mãos.
9Então perguntamos aos anciãos, dizendo-lhes assim: Quem vos deu ordem para reconstruir esta casa, e para restaurar estes muros?
4Eles disseram: Vinde, e os destruamos, para que não sejam mais um povo, e nunca mais seja lembrado o nome de Israel.
14Lembra-te, meu Deus, de Tobias e de Sambalate, conforme estas suas obras, e também da profetiza Noadia, e dos outros profetas que procuravam me atemorizar.
18Caçaram nossos passos, de modo que não podíamos andar por nossas ruas; achegou-se o nosso fim, nossos dias se completaram, pois nosso fim veio.
9E eu disse mais: Não é bom o que fazeis. Por acaso não andareis no temor a nosso Deus, para que não haja humilhação da parte das nações [que são] nossas inimigas?
12Nem os reis da terra, nem todos os que habitam no mundo, criam que o adversário e o inimigo entraria pelas portas de Jerusalém.
18E clamaram a grande voz em judaico ao povo de Jerusalém que estava nos muros, para espantá-los e pôr-lhes temor, para tomar a cidade.
6E eles sairão atrás de nós, até que os tiremos da cidade; porque eles dirão: Fogem de nós como a primeira vez. Fugiremos, pois, diante deles.