Lucas 15:16
E ele ficava com vontade de encher seu estômago com os grãos que os porcos comiam, mas ninguém [as] dava para ele.
E ele ficava com vontade de encher seu estômago com os grãos que os porcos comiam, mas ninguém [as] dava para ele.
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11E disse: Um certo homem tinha dois filhos.
12E disse o mais jovem deles ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que [me] pertencem. E ele lhe repartiu os bens.
13E depois de não muitos dias, o filho mais jovem, juntando tudo, partiu-se para uma terra distante, e ali desperdiçou seus bens, vivendo de forma irresponsável.
14E ele, tendo já gastado tudo, houve uma grande fome naquela terra, e ele começou a sofrer necessidade.
15E foi, se chegou a um dos cidadãos daquela terra; e [este] o mandou a seus campos para alimentar porcos.
17E ele, pensando consigo mesmo, disse: Quantos empregados de meu pai tem pão em abundância, e eu [aqui] morro de fome!
18Eu levantarei, e irei a meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti.
19E já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como a um de teus empregados.
20E levantando-se, foi a seu pai. E quando ainda estava longe, o seu pai o viu, e teve compaixão dele; e correndo, caiu ao seu pescoço, e o beijou.
21E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti; e já não sou digno de ser chamado teu filho.
19Havia porém um certo homem rico, e vestia-se de púrpura, e de linho finíssimo, e festejava todo dia com luxo.
20Havia também um certo mendigo, de nome Lázaro, o qual ficava deitado à sua porta cheio de feridas.
21E desejava se satisfazer com as migalhas que caíam da mesa do rico; porém vinham também os cães, e lambiam suas feridas.
2E os fariseus e escribas murmuravam, dizendo: Este recebe aos pecadores, e come com eles.
3E ele lhes propôs esta parábola, dizendo:
10E rogava-lhe muito que não os expulsasse daquela terra.
11Havia ali perto dos montes uma grande manada de porcos pastando.
12E todos [aqueles ] demônios rogaram-lhe, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles.
28Porém ele se irritou, e não queria entrar. Então o seu pai, saindo, rogava-lhe [que entrasse] .
29Mas [o filho] respondendo, disse ao pai: Eis que eu te sirvo há tantos anos, e nunca desobedeci tua ordem, e nunca me deste um cabrito, para que eu me alegrasse com meus amigos.
30Porém, vindo este teu filho, que gastou teus bens com prostitutas, tu lhe mataste o bezerro engordado.
31E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas.
30Enquanto isso longe deles estava uma manada de muitos porcos pastando.
31E os demônios rogaram-lhe, dizendo: Se nos expulsares, permite-nos entrar naquela manada de porcos.
32E ele lhes disse: Ide. Então eles saíram, e entraram na manada de porcos; e eis que toda aquela manada de porcos se lançou de um precipício ao mar, e morreram nas águas.
32E havia ali uma manada de muitos porcos, que comiam no monte; e rogaram-lhe que lhes concedesse entrar neles; e ele lhes concedeu.
33E os demônios, saindo daquele homem, entraram nos porcos; e a manada se lançou de um precipício no lago, e se afogou.
34E vendo os que cuidavam [dos porcos] o que acontecera, fugiram; e indo, o anunciaram na cidade, e nos campos.
14Os que apascentavam os porcos fugiram, e avisaram na cidade e nos campos; e [as pessoas] foram ver o que havia acontecido.
16E os que haviam visto contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado, e sobre os porcos.
26E chamando para si um dos servos, perguntou-lhe: O que era aquilo?
3E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.
16E propôs-lhes uma parábola, dizendo: A terra de um homem rico tinha frutificado bem.
17E ele questionava a si mesmo, dizendo: Que farei? Porque não tenho onde juntar meus frutos.
15E um dos que juntamente estavam sentados [à mesa] , ouvindo isto, disse-lhe: Bem-aventurado aquele que comer pão no Reino de Deus.
16Porém ele lhe disse: Um certo homem fez um grande jantar, e convidou a muitos.
1E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.
3Mas o pobre não tinha mais que uma só cordeira, que ele havia comprado e criado, e que havia crescido com ele e com seus filhos juntamente, comendo de seu bocado, e bebendo de seu vaso, e dormindo em seu fundo: e tinha-a como de uma vez filha.
7E qual de vós terá um servo, lavrando ou apascentando [gado] que, voltando do campo, logo lhe diga: Chega, e senta [à mesa] .
8E não lhe diga antes: Prepara-me o jantar, e apronta-te, e serve-me, até que eu tenha comido e bebido; e depois, come e bebe tu.
36Despede-os, para eles irem aos campos e aldeias circunvizinhos, e comprarem pão para si; pois não têm o que comer.
23E estando no mundo dos mortos em tormentos, ele levantou seus olhos, e viu a Abraão de longe, e a Lázaro em seu colo.
42Pois tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber.
2E depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome.
10E tendo ele fome, quis comer; [e] enquanto estavam [lhe] preparando, caiu sobre ele um êxtase.
5E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?
27E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai.
15Engoliu riquezas, porém as vomitará; Deus as tirará de seu ventre.
3Mas eles, tomando-o à força, feriram-no, e mandaram-no vazio.
29Porém ele respondeu: “Não quero”; mas depois se arrependeu, e foi.