Lucas 16:27
E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai.
E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai.
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28Porque tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho; para que também não venham para este lugar de tormento.
29Disse-lhe Abraão: Eles têm a Moisés e aos profetas, ouçam-lhes.
30E ele disse: Não, pai Abraão; mas se alguém dos mortos fosse até eles, eles se arrependeriam.
31Porém [Abraão] lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, também não se deixariam convencer, ainda que alguém ressuscite dos mortos.
22E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o colo de Abraão. E o rico também morreu, e foi sepultado.
23E estando no mundo dos mortos em tormentos, ele levantou seus olhos, e viu a Abraão de longe, e a Lázaro em seu colo.
24E ele, chamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe a ponta de seu dedo na água, e refresque a minha língua; porque estou sofrendo neste fogo.
25Porém Abraão disse: Filho, lembra-te que em tua vida recebeste teus bens, e Lázaro do mesmo jeito [recebeu] males. E agora este é consolado, e tu [és] atormentado.
26E, além de tudo isto, um grande abismo está posto entre nós e vós, para os que quisessem passar daqui para vós não possam; nem também os daí passarem para cá.
11E disse: Um certo homem tinha dois filhos.
12E disse o mais jovem deles ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que [me] pertencem. E ele lhe repartiu os bens.
13E depois de não muitos dias, o filho mais jovem, juntando tudo, partiu-se para uma terra distante, e ali desperdiçou seus bens, vivendo de forma irresponsável.
26E chamando para si um dos servos, perguntou-lhe: O que era aquilo?
27E ele lhe disse: Teu irmão chegou; e teu pai matou o bezerro engordado, porque ele voltou são.
28Porém ele se irritou, e não queria entrar. Então o seu pai, saindo, rogava-lhe [que entrasse] .
29Mas [o filho] respondendo, disse ao pai: Eis que eu te sirvo há tantos anos, e nunca desobedeci tua ordem, e nunca me deste um cabrito, para que eu me alegrasse com meus amigos.
30Porém, vindo este teu filho, que gastou teus bens com prostitutas, tu lhe mataste o bezerro engordado.
31E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas.
16E ele ficava com vontade de encher seu estômago com os grãos que os porcos comiam, mas ninguém [as] dava para ele.
17E ele, pensando consigo mesmo, disse: Quantos empregados de meu pai tem pão em abundância, e eu [aqui] morro de fome!
18Eu levantarei, e irei a meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti.
19E já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como a um de teus empregados.
20E levantando-se, foi a seu pai. E quando ainda estava longe, o seu pai o viu, e teve compaixão dele; e correndo, caiu ao seu pescoço, e o beijou.
21E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu, e diante de ti; e já não sou digno de ser chamado teu filho.
22Mas o pai disse a seus servos: Trazei a melhor roupa, e o vesti; e ponde um anel em sua mão, e sandálias nos [seus] pés.
10E rogava-lhe muito que não os expulsasse daquela terra.
1E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.
2E ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser [meu] mordomo.
3E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.
4Eu sei o que farei, para que, quando eu for expulso do meu trabalho de mordomo, me recebam em suas casas.
5E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?
21E outro dos seus discípulos lhe disse: Senhor, permite-me ir primeiro enterrar meu pai.
5E o criado lhe respondeu: Talvez a mulher não queira vir atrás de mim a esta terra; farei voltar, pois, teu filho à terra de onde saíste?
6E Abraão lhe disse: Guarda-te que não faças voltar a meu filho ali.
16E enviaram a dizer a José: Teu pai mandou antes de sua morte, dizendo:
59E disse a outro: Segue-me.Porém ele disse: Senhor, deixa-me ir, para que antes eu enterre a meu pai.
33Rogo-te, portanto, que fique agora teu servo pelo jovem por servo de meu senhor, e que o jovem vá com seus irmãos.
34Porque como irei eu a meu pai sem o jovem? Não poderei, por não ver o mal que sobrevirá a meu pai.
19Havia porém um certo homem rico, e vestia-se de púrpura, e de linho finíssimo, e festejava todo dia com luxo.
20Havia também um certo mendigo, de nome Lázaro, o qual ficava deitado à sua porta cheio de feridas.
38E aquele homem, do qual os demônios tinham saído, lhe rogou para que pudesse estar com ele; mas Jesus o despediu, dizendo:
43E havendo dito isto, clamou com grande voz: Lázaro, sai fora.
2Na casa de meu Pai há muitas moradas; senão, eu vos diria; vou para vos preparar lugar.
6Tendo ele, pois, ainda um, o seu filho amado, mandou-lhes também por último a este, dizendo: Pelo menos respeitarão o meu filho.
13E um da multidão lhe disse: Mestre, dize a meu irmão que reparta a herança comigo.
61E outro também disse: Senhor, eu te seguirei; mas deixa-me antes despedir dos que estão em minha casa.
5Meu pai me fez jurar dizendo: Eis que eu morro; em meu sepulcro que eu cavei para mim na terra de Canaã, ali me sepultarás; rogo, pois, que vá eu agora, e sepultarei a meu pai, e voltarei.
7E gritou em alta voz: Que tenho eu contigo Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Imploro-te por Deus que não me atormentes.
8E não lhe diga antes: Prepara-me o jantar, e apronta-te, e serve-me, até que eu tenha comido e bebido; e depois, come e bebe tu.
26Naquele dia pedireis em meu nome; e não vos digo, que eu suplicarei ao Pai por vós.