Lucas 18:6
E disse o Senhor: Ouvi o que diz o juiz injusto.
E disse o Senhor: Ouvi o que diz o juiz injusto.
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1E [Jesus] lhes disse também uma parábola [sobre] o dever de sempre orar, e nunca se cansar.
2Dizendo: Havia um certo juiz em uma cidade, que não temia a Deus, nem respeitava pessoa alguma.
3Havia também naquela mesma cidade uma certa viúva, e vinha até ele, dizendo: Faze-me justiça com meu adversário.
4E por um [certo] tempo ele não quis; mas depois disto, disse para si: Ainda que eu não tema a Deus, nem respeite pessoa alguma,
5Porém, porque esta viúva me incomoda, eu lhe farei justiça, para que ela pare de vir me chatear.
7E Deus não fará justiça para seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite? Demorará com eles?
8Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Porém, quando o Filho do homem vier, por acaso ele achará fé na terra?
7E ele de dentro, respondendo, disser: Não me perturbe! A porta já está fechada, e meus filhos estão comigo na cama; não posso me levantar para te dar.
8Digo-vos, que ainda que ele não se levante para lhe dar por seu seu amigo, contudo, por sua teimosia ele se levantará, e lhe dará tudo quanto ele precisar.
1Algum de vós, tendo um assunto contra outro, ousa ir a juízo perante os injustos, e não perante os santos?
6E disse aos juízes: Olhai o que fazeis: porque não julgueis em lugar de homem, mas sim em lugar do SENHOR, o qual está convosco no negócio do juízo.
6Não perverterás o direito de teu pobre em seu pleito.
46E por que me chamais: Senhor, Senhor! E não fazeis o que digo?
6Mas irmão vai a juízo contra outro irmão, e isto perante incrédulos?
57E por que também não julgais por vós mesmos o que é justo?
58Pois quando fores com teu adversário à autoridade, procura te livrares dele no caminho, para que ele não venha a te levar ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial de justiça, e o oficial de justiça te lance na prisão.
5Disse-lhes também: Qual de vós que, tendo um amigo, se for a ele à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães.
8E aquele senhor elogiou o injusto mordomo, por ter feito prudentemente; porque os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filhos da luz com esta geração.
9Abre tua boca, julga corretamente, e faze justiça aos oprimidos e necessitados.
17Cansais ao SENHOR com vossas palavras. E ainda dizeis: Em que nós [o] cansamos? Quando dizeis: Qualquer um que faz o mal é bom aos olhos ao SENHOR, que se agrada deles; ou: Onde está o Deus do juízo?
1E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.
2E ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser [meu] mordomo.
22Porém ele lhe disse: Servo mau, por tua boca eu te julgarei; tu sabias que eu era um homem rigoroso, que tomo o que não pus, e que colho o que não semeei;
1Faze-me justiça, ó Deus, e defende minha causa contra a nação impiedosa; livra-me do homem enganador e perverso;
6Condenastes [e] matastes o justo; [e] ele não vos resistiu.
5E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?
7Eis que eu clamo: Violência! Porém não sou respondido; grito, porém não há justiça.
1Ouve, SENHOR, a [minha] justiça; presta atenção ao meu choro, dá ouvidos à minha oração de lábios que não enganam.
2Até quando julgareis injustamente, e favoreceis a aparência dos perversos? (Selá)
19Ó SENHOR, presta atenção a mim, e ouve a voz dos que brigam comigo.
6Inclina, SENHOR, teus ouvidos à minha oração; e presta atenção à voz de minhas súplicas.
51Por acaso nossa Lei julga ao homem sem primeiro o ouvir, e entender o que faz?
1Ouvi agora o que o SENHOR diz: Levanta-te, briga com os montes, e ouçam os morros a tua voz.
9O SENHOR tem ouvido a minha súplica; o SENHOR aceitará a minha oração.
16Ele julgou a causa do aflito e do necessitado, e então esteve bem. Por acaso conhecer a mim não é isto?diz o SENHOR.
24Não julgueis segundo a aparência, mas julgai juízo justo.
1Não julgueis, para que não sejais julgados.
10E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, Santo e Verdadeiro Soberano, não julgas e vingas nosso sangue daqueles que habitam sobre a terra?
1Quando houver pleito entre alguns, e vierem a juízo, e os julgarem, e absolverem ao justo e condenarem ao iníquo,
25Longe de ti o fazer tal, que faças morrer ao justo com o ímpio e que seja o justo tratado como o ímpio; nunca faças tal. O juiz de toda a terra, não há de fazer o que é justo?
37E não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e vos soltarão.
15A ele, ainda que eu fosse justo, não lhe responderia; a meu juiz pediria misericórdia.
46Virá o senhor daquele servo, no dia em que ele não espera, e na hora que ele não sabe; e será partido em dois, e porá sua porção com os incrédulos.
13O SENHOR se apresenta para brigar a causa judicial, e se põe para julgar aos povos.
9Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que [o] Juiz está à porta.
8(Porque, [enquanto] aquele justo habitava entre eles, todo dia ele atormentava sua justa alma, ao ver e ouvir as injustas obras [deles] ).
7E ouvi um outro do altar, dizendo: Sim, Senhor Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são teus juízos!
23Tu ouvirás desde os céus, e operarás, e julgarás a teus servos, dando a paga ao ímpio, voltando-lhe seu proceder sobre sua cabeça, e justificando ao justo em dar-lhe conforme a sua justiça.
8O SENHOR julgará aos povos; julga-me, SENHOR, conforme a minha justiça, e conforme a sinceridade [que há] em mim.
15Não farás injustiça no juízo: não favorecerás deslealmente ao pobre, nem honrarás a face do poderoso: com justiça julgarás a teu próximo.