Lucas 23:18
Porém todos clamavam juntos, dizendo: Tirai-o daqui! E soltai Barrabás para nós!
Porém todos clamavam juntos, dizendo: Tirai-o daqui! E soltai Barrabás para nós!
Estes versículos são encontrados usando pesquisa semântica com IA, baseada em significado e contexto. Os resultados podem, ocasionalmente, incluir ligações inesperadas.
39Mas vós tendes por costume que eu vos solte um pela páscoa. Quereis pois que vos solte ao Rei dos Judeus?
40Voltaram pois todos a clamar, dizendo: Não a este, mas a Barrabás!E Barrabás era um ladrão.
15Na festa o governador costuma soltar um preso ao povo, qualquer um que quisessem.
16E tinham então um preso bem conhecido, chamado Barrabás.
17Quando, pois, se ajuntaram, Pilatos lhes perguntou: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, que é chamado Cristo?
18Pois ele sabia que foi por inveja que o entregaram.
20Mas os chefes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram as multidões a pedirem Barrabás, e a exigirem a morte de Jesus.
21O governador lhes perguntou: Qual destes dois quereis que vos solte? E responderam: Barrabás!
22Pilatos lhes disse: Que, pois, farei de Jesus, que é chamado Cristo? Todos lhe disseram: Seja crucificado!
23E o governador perguntou: Ora, que mal ele fez? Porém gritavam mais: Seja crucificado!
16Então eu o castigarei, e [depois] o soltarei.
17E ele tinha de soltar-lhes alguém durante a festa.
19(O qual por uma rebelião feita na cidade, e [por] uma morte, tinha sido lançado na prisão).
20Pilatos falou-lhes então outra vez, querendo soltar Jesus.
21Mas eles clamavam, dizendo: Crucifica [-o] ! crucifica-o!
22E ele lhes disse a terceira vez: Pois que mal este fez? Nenhuma culpa de morte nele eu achei. Então eu o castigarei, e [depois] o soltarei.
23Mas eles continuavam, com grandes gritos, pedindo que fosse crucificado. E seus gritos, e [os] dos chefes dos sacerdotes, prevaleceram.
24Então Pilatos julgou que se fizesse o que pediam.
25E soltou-lhes ao que fora lançado na prisão por uma rebelião e [uma] morte, que [era] o que pediam; porém a Jesus [lhes] entregou à sua vontade.
26E enquanto o levavam, tomaram a um Simão Cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse atrás de Jesus.
6E na festa [Pilatos] lhes soltava um preso, qualquer que eles pedissem.
7E havia um chamado Barrabás, preso com [outros] revoltosos, que em uma rebelião tinha cometido uma morte.
8E a multidão, dando gritos, começou a pedir [que fizesse] como sempre lhes tinha feito.
9E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte ao Rei dos Judeus?
25E todo o povo respondeu: O sangue dele [venha] sobre nós, e sobre os nossos filhos.
26Então soltou-lhes Barrabás, enquanto que mandou açoitar Jesus, e o entregou para ser crucificado.
27Em seguida, os soldados do governador levaram Jesus consigo ao pretório, ajuntaram-se a ele toda a unidade miltar.
11Mas os Príncipes dos Sacerdotes agitaram a multidão, para que, ao invés disso, lhes soltasse a Barrabás.
12E respondendo Pilatos, disse-lhes outra vez: Que pois quereis que eu faça do que chamais Rei dos Judeus?
13E eles voltaram a clamar: Crucifica-o!
14Mas Pilatos lhes disse: Pois que mal ele fez? E eles clamavam ainda mais: Crucifica-o!
15Mas Pilatos, querendo satisfazer à multidão, soltou-lhes a Barrabás, e entregou a Jesus açoitado, para que fosse crucificado.
16E os soldados o levaram para dentro da sala, que é o tribunal; e convocaram toda a tropa.
36Porque a multidão do povo [o] seguia, gritando: Tragam-no para fora!
15Mas eles bradaram: Tira, tira, crucifica-o! Disse-lhes Pilatos: Crucificarei a vosso Rei?Responderam os chefes dos sacerdotes: Não temos [outro] rei, a não ser César.
16Então o entregou a eles, para que fosse crucificado. E tomaram a Jesus, e levaram [-no] .
1E levantando-se toda a multidão deles, o levaram a Pilatos.
2E começaram a acusá-lo, dizendo: Encontramos este [homem] , que perverte a nação, e proíbe dar tributo a César, dizendo que ele mesmo é Cristo, o Rei.
29Saiu pois Pilatos até eles fora, e disse: Que acusação trazeis contra este homem?
30Responderam, e disseram-lhe: Se este não fosse malfeitor, não o entregaríamos a ti.
31Disse-lhes pois Pilatos: Tomai-o vós, e julgai-o segundo vossa lei. Disseram-lhe pois os Judeus: Não nos é lícito matar a alguém.
12Desde então Pilatos procurava soltá-lo; mas os Judeus clamavam, dizendo: Se soltas a este, não és amigo de César; qualquer que se faz Rei, contradiz a César.
22E eles o ouviram até esta palavra, e [em seguida] levantaram suas vozes, dizendo: Extermina-o da terra! Porque não é bom que ele viva.
23E enquanto eles gritavam, tiravam [suas] capas, e lançavm pó ao ar,
34E Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo suas roupas, lançaram sortes.
2E o levaram amarrado, e o entregaram a Pôncio Pilatos, o governador.
20E como os chefes dos sacerdotes, e nossos líderes o entregaram à condenação de morte, e o crucificaram.
6Quando então os chefes dos sacerdotes e os trabalhadores o viram, eles clamaram, dizendo: Crucifica [-o] ! Crucifica [-o] ! Disse-lhes Pilatos: Tomai-o vós, e crucificai [-o] ; porque eu nenhum crime acho nele.
14Vós me trouxestes a este homem, como que perverte o povo; e eis que eu, examinando-o em vossa presença, nenhuma culpa eu acho neste homem, das de que o acusais.
34E na multidão clamavam [uns de uma maneira] , e outros de outra maneira; mas [como] ele não podia saber com certeza por causa do tumulto, ele mandou que o levassem para a área fortificada.