Lucas 23:17
E ele tinha de soltar-lhes alguém durante a festa.
E ele tinha de soltar-lhes alguém durante a festa.
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6E na festa [Pilatos] lhes soltava um preso, qualquer que eles pedissem.
7E havia um chamado Barrabás, preso com [outros] revoltosos, que em uma rebelião tinha cometido uma morte.
8E a multidão, dando gritos, começou a pedir [que fizesse] como sempre lhes tinha feito.
9E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte ao Rei dos Judeus?
10(Porque ele sabia, que os chefes dos sacerdotes o entregaram por inveja).
11Mas os Príncipes dos Sacerdotes agitaram a multidão, para que, ao invés disso, lhes soltasse a Barrabás.
12E respondendo Pilatos, disse-lhes outra vez: Que pois quereis que eu faça do que chamais Rei dos Judeus?
15E nem também Herodes; porque a ele eu vos remeti; e eis que ele nada fez para que seja digno de morte.
16Então eu o castigarei, e [depois] o soltarei.
15Na festa o governador costuma soltar um preso ao povo, qualquer um que quisessem.
16E tinham então um preso bem conhecido, chamado Barrabás.
17Quando, pois, se ajuntaram, Pilatos lhes perguntou: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, que é chamado Cristo?
18Pois ele sabia que foi por inveja que o entregaram.
18Porém todos clamavam juntos, dizendo: Tirai-o daqui! E soltai Barrabás para nós!
19(O qual por uma rebelião feita na cidade, e [por] uma morte, tinha sido lançado na prisão).
20Pilatos falou-lhes então outra vez, querendo soltar Jesus.
21Mas eles clamavam, dizendo: Crucifica [-o] ! crucifica-o!
22E ele lhes disse a terceira vez: Pois que mal este fez? Nenhuma culpa de morte nele eu achei. Então eu o castigarei, e [depois] o soltarei.
23Mas eles continuavam, com grandes gritos, pedindo que fosse crucificado. E seus gritos, e [os] dos chefes dos sacerdotes, prevaleceram.
24Então Pilatos julgou que se fizesse o que pediam.
25E soltou-lhes ao que fora lançado na prisão por uma rebelião e [uma] morte, que [era] o que pediam; porém a Jesus [lhes] entregou à sua vontade.
39Mas vós tendes por costume que eu vos solte um pela páscoa. Quereis pois que vos solte ao Rei dos Judeus?
40Voltaram pois todos a clamar, dizendo: Não a este, mas a Barrabás!E Barrabás era um ladrão.
20Mas os chefes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram as multidões a pedirem Barrabás, e a exigirem a morte de Jesus.
21O governador lhes perguntou: Qual destes dois quereis que vos solte? E responderam: Barrabás!
22Pilatos lhes disse: Que, pois, farei de Jesus, que é chamado Cristo? Todos lhe disseram: Seja crucificado!
23E o governador perguntou: Ora, que mal ele fez? Porém gritavam mais: Seja crucificado!
26Então soltou-lhes Barrabás, enquanto que mandou açoitar Jesus, e o entregou para ser crucificado.
14Mas Pilatos lhes disse: Pois que mal ele fez? E eles clamavam ainda mais: Crucifica-o!
15Mas Pilatos, querendo satisfazer à multidão, soltou-lhes a Barrabás, e entregou a Jesus açoitado, para que fosse crucificado.
16E os soldados o levaram para dentro da sala, que é o tribunal; e convocaram toda a tropa.
12Desde então Pilatos procurava soltá-lo; mas os Judeus clamavam, dizendo: Se soltas a este, não és amigo de César; qualquer que se faz Rei, contradiz a César.
31E se alguém vos perguntar: Por que [o] soltais? Direis assim a ele: Porque o Senhor precisa dele.
7E veio o dia dos [pães] sem fermento, em que se devia fazer o sacrifício da páscoa.
29Saiu pois Pilatos até eles fora, e disse: Que acusação trazeis contra este homem?
30Responderam, e disseram-lhe: Se este não fosse malfeitor, não o entregaríamos a ti.
31Disse-lhes pois Pilatos: Tomai-o vós, e julgai-o segundo vossa lei. Disseram-lhe pois os Judeus: Não nos é lícito matar a alguém.
2E o levaram amarrado, e o entregaram a Pôncio Pilatos, o governador.
16Aos quais eu respondi não ser costume dos romanos entregar a algum homem à morte, antes que o acusado tenha seus acusadores face a face, e tenha oportunidade para se defender da acusação.
16Então o entregou a eles, para que fosse crucificado. E tomaram a Jesus, e levaram [-no] .
27Porque não me parece razoável enviar a um prisioneiro, sem também informar as acusações contra ele.
30E [n] o [dia] seguinte, querendo saber corretamente a causa de por que ele era acusado pelos judeus, ele o soltou das correntes, e mandou vir aos chefes dos sacerdotes e todo o Supremo Conselho deles; e tendo trazido a Paulo, apresentou [-o] diante deles.
7E quando soube que era da jurisdição de Herodes, ele o entregou a Herodes, que naqueles dias também estava em Jerusalém.
4Do qual, também detendo, lançou-o na prisão, entregando [-o] a quatro quaternos de soldados, que o guardassem; pretendendo tirá-lo [para mostrá-lo] ao povo depois da Páscoa.
1E levantando-se toda a multidão deles, o levaram a Pilatos.
2E esta é a maneira da remissão: perdoará a seu devedor todo aquele que fez empréstimo de sua mão, com que obrigou a seu próximo: não o exigirá mais a seu próximo, ou a seu irmão; porque a remissão do SENHOR é proclamada.
31E reunindo-se à parte, falavam uns aos outros, dizendo: Este homem nada faz [que seja] digno de morte ou de prisões.
35Disse: Eu te ouvirei quando também vierem [aqui] teus acusadores.E mandou que o guardassem na [s dependências da] sala de audiência de Herodes.
34E eles disseram: O Senhor precisa dele.
10Disse-lhe pois Pilatos: Não falas comigo? Não sabes que tenho poder para te crucificar, e tenho poder para te soltar?