Marcos 14:2
Diziam, porém: Não na festa, para que não venha a haver tumulto entre o povo.
Diziam, porém: Não na festa, para que não venha a haver tumulto entre o povo.
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5Porém diziam: Não na festa, para que não haja tumulto entre o povo.
1E dali a dois dias era a Páscoa, e [a festa dos pães] asmos; e os chefes dos sacerdotes, e os escribas buscavam um meio de prendê-lo através de engano, e [o] matarem.
1Estava perto a festa dos pães sem fermento, chamada de páscoa.
2E os chefes dos sacerdotes, e os escribas procuravam um meio de o matar, pois eles temiam ao povo.
3E estando ele em Betânia, em casa de Simão o Leproso, sentado [à mesa] , veio uma mulher, que tinha um vaso de alabastro, de óleo perfumado de nardo puro, de muito preço, e quebrando o vaso de alabastro, derramou-o sobre a cabeça dele.
4E houve alguns que se irritaram em si mesmos [com aquilo] , e disseram: Para que foi feito este desperdício do óleo perfumado?
5Porque isto podia ter sido vendido por mais de trezentos dinheiros, e seria dado aos pobres. E reclamavam contra ela.
6Porém Jesus disse: Deixai-a; por que a incomodais? Ela tem me feito boa obra.
56Buscavam pois a Jesus, e diziam uns aos outros estando no Templo: Que vos parece? Que ele não virá à festa?
57E os sacerdotes e os fariseus tinham dado ordem de que, se alguém soubesse onde ele estava, o denunciasse, para que o pudessem prender.
11E eles ouvindo, alegraram-se; e prometeram lhe dar dinheiro; e buscava como o entregaria em tempo oportuno.
12E o primeiro dia dos [pães] asmos, quando sacrificavam [o cordeiro da] Páscoa, seus discípulos lhe disseram: Onde queres, que vamos preparar para comerdes a Páscoa?
17E no primeiro [dia da festa] dos pães sem fermento, os discípulos vieram a Jesus lhe perguntar: Onde queres que te preparemos para comer a Páscoa?
18E ele respondeu: Ide à cidade a um tal, e dizei-lhe: “O Mestre diz: ‘Meu tempo está perto. Contigo celebrarei a Páscoa com os meus discípulos’”.
4E já a Páscoa, a festa dos judeus, estava perto.
9E eles lhe disseram: Onde queres que [a] preparemos?
18Os escribas e os chefes dos sacerdotes ouviram isso, e buscavam uma maneira de o matar; pois o temiam, porque toda a multidão estava admirada do ensino dele.
11Buscavam-no pois os judeus na festa, e diziam: Onde ele está?
12E havia grande murmuração dele nas multidões. Alguns diziam: Ele é Bom;e outros diziam: Não; ele, porém, engana a multidão.
13Todavia ninguém falava dele abertamente, com medo dos judeus.
7veio a ele uma mulher com um vaso de alabastro, de óleo perfumado de grande valor, e derramou sobre a cabeça dele, enquanto estava sentado à mesa.
8E quando os seus discípulos viram, ficaram indignados, dizendo: Para que este desperdício?
9Pois esse óleo perfumado podia ter sido vendido por muito, e o dinheiro dado aos pobres.
10Porém Jesus, sabendo [disso] , disse-lhes: Por que perturbais a esta mulher? Ora, ela me fez uma boa obra!
2Vós bem sabeis que daqui a dois dias é a Páscoa, e o Filho do homem será entregue para ser crucificado.
3Então os chefes dos sacerdotes, os escribas, e os anciãos do povo se reuniram na casa do sumo sacerdote, que se chamava Caifás.
28Levaram pois a Jesus de Caifás para o tribunal. E era pela manhã; e não entraram no tribunal, para que não se contaminassem, mas que pudessem comer a Páscoa.
16E não consentia que ninguém levasse vaso algum pelo Templo.
7Disse pois Jesus: Deixa-a; para o dia de meu sepultamento guardou isto.
12No dia seguinte, ouvindo uma grande multidão, que viera à festa, que Jesus vinha a Jerusalém,
20Quando foram para uma casa, outra vez se ajuntou uma multidão, de maneira que nem sequer podiam comer pão.
7E veio o dia dos [pães] sem fermento, em que se devia fazer o sacrifício da páscoa.
9Muita gente dos judeus soube pois, que ele estava ali; e vieram, não somente por causa de Jesus, mas também para verem a Lázaro, a quem ressuscitara dos mortos.
2Quando os fariseus viram, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer no sábado.
5Por que se não vendeu este óleo perfumado por trezentos dinheiros, e se deu aos pobres?
16E seus discípulos saíram, e vieram à cidade, e acharam como lhes tinha dito, e prepararam a Páscoa.
13E estava perto a Páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém.
1E aconteceu que, entrando ele num sábado para comer pão na casa de um dos chefes dos fariseus, eles estavam o observando.
20Estas palavras falou Jesus junto à arca do tesouro, ensinando no Templo; e ninguém o prendeu, porque sua hora ainda não era chegada.
24Os fariseus lhe disseram: Olha! Por que estão fazendo o que não é lícito no sábado?
12E buscavam prendê-lo, mas temiam a multidão; porque entendiam que era contra eles que dizia aquela parábola; então o deixaram e se retiraram.
14E onde quer que ele entrar, dizei ao senhor da casa: O Mestre diz: Onde está o cômodo onde comerei Páscoa com meus discípulos?
32Ouviram os fariseus que a multidão murmurava estas coisas sobre ele; e os fariseus e os chefes dos Sacerdotes mandaram oficiais para prendê-lo.
46E procuravam prendê-lo, mas temeram as multidões, pois elas o consideravam profeta.
19E os chefes dos sacerdotes e os escribas queriam detê-lo naquela mesma hora, mas temiam ao povo; porque entenderam que foi contra eles que ele tinha dito a parábola.
1E aconteceu, num daqueles dias que, enquanto ele estava ensinando ao povo no Templo, e anunciando o Evangelho, vieram até ele os chefes dos sacerdotes, e os escribas com os anciãos.
11Mas os Príncipes dos Sacerdotes agitaram a multidão, para que, ao invés disso, lhes soltasse a Barrabás.
12E incitaram ao povo, aos anciãos e aos escribas; e vieram sobre [Estêvão] , e o detiveram, e o levaram ao Supremo Conselho.
12E nem me acharam falando com alguém no Templo, nem incitando ao povo, nem nas sinagogas, nem na cidade.
47E ensinava diariamente no Templo; e os chefes dos sacerdotes, e os escribas, e os chefes do povo, procuravam matá-lo.