Mateus 26:5
Porém diziam: Não na festa, para que não haja tumulto entre o povo.
Porém diziam: Não na festa, para que não haja tumulto entre o povo.
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1E dali a dois dias era a Páscoa, e [a festa dos pães] asmos; e os chefes dos sacerdotes, e os escribas buscavam um meio de prendê-lo através de engano, e [o] matarem.
2Diziam, porém: Não na festa, para que não venha a haver tumulto entre o povo.
2Vós bem sabeis que daqui a dois dias é a Páscoa, e o Filho do homem será entregue para ser crucificado.
3Então os chefes dos sacerdotes, os escribas, e os anciãos do povo se reuniram na casa do sumo sacerdote, que se chamava Caifás.
4E conversaram a fim de, usando mentira, prenderem Jesus, e [o] matarem.
1Estava perto a festa dos pães sem fermento, chamada de páscoa.
2E os chefes dos sacerdotes, e os escribas procuravam um meio de o matar, pois eles temiam ao povo.
56Buscavam pois a Jesus, e diziam uns aos outros estando no Templo: Que vos parece? Que ele não virá à festa?
57E os sacerdotes e os fariseus tinham dado ordem de que, se alguém soubesse onde ele estava, o denunciasse, para que o pudessem prender.
16E desde então ele buscava oportunidade para o entregar.
17E no primeiro [dia da festa] dos pães sem fermento, os discípulos vieram a Jesus lhe perguntar: Onde queres que te preparemos para comer a Páscoa?
18E ele respondeu: Ide à cidade a um tal, e dizei-lhe: “O Mestre diz: ‘Meu tempo está perto. Contigo celebrarei a Páscoa com os meus discípulos’”.
11Buscavam-no pois os judeus na festa, e diziam: Onde ele está?
12E havia grande murmuração dele nas multidões. Alguns diziam: Ele é Bom;e outros diziam: Não; ele, porém, engana a multidão.
13Todavia ninguém falava dele abertamente, com medo dos judeus.
55Naquela hora Jesus disse às multidões: Como a um ladrão saístes com espadas e bastões para me prender? Todo dia eu me sentava convosco, ensinando no templo, e não me prendestes.
30Procuravam pois prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele, porque sua hora ainda não era vinda.
12E incitaram ao povo, aos anciãos e aos escribas; e vieram sobre [Estêvão] , e o detiveram, e o levaram ao Supremo Conselho.
46E procuravam prendê-lo, mas temeram as multidões, pois elas o consideravam profeta.
5E [estes] se alegraram, e concordaram em lhe dar dinheiro.
6E [lhes] prometeu, e buscava oportunidade para o entregar quando não houvesse uma multidão.
7E veio o dia dos [pães] sem fermento, em que se devia fazer o sacrifício da páscoa.
44E alguns deles queriam prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele.
25Diziam, pois, alguns dos de Jerusalém: Não é este ao que procuram matar?
28Levaram pois a Jesus de Caifás para o tribunal. E era pela manhã; e não entraram no tribunal, para que não se contaminassem, mas que pudessem comer a Páscoa.
4E já a Páscoa, a festa dos judeus, estava perto.
26E não puderam lhe pegar em algo que ele tenha dito diante do povo; e maravilhados de sua resposta, calaram-se.
11Mas os Príncipes dos Sacerdotes agitaram a multidão, para que, ao invés disso, lhes soltasse a Barrabás.
12E nem me acharam falando com alguém no Templo, nem incitando ao povo, nem nas sinagogas, nem na cidade.
20Quando foram para uma casa, outra vez se ajuntou uma multidão, de maneira que nem sequer podiam comer pão.
20Estas palavras falou Jesus junto à arca do tesouro, ensinando no Templo; e ninguém o prendeu, porque sua hora ainda não era chegada.
32Ouviram os fariseus que a multidão murmurava estas coisas sobre ele; e os fariseus e os chefes dos Sacerdotes mandaram oficiais para prendê-lo.
26Então foi o chefe da guarda do Templo com os oficiais, e os trouxe, [mas] não com violência, porque temiam ao povo, para que não fossem apedrejados.
12E buscavam prendê-lo, mas temiam a multidão; porque entendiam que era contra eles que dizia aquela parábola; então o deixaram e se retiraram.
18Os escribas e os chefes dos sacerdotes ouviram isso, e buscavam uma maneira de o matar; pois o temiam, porque toda a multidão estava admirada do ensino dele.
26Mas se dissermos: “Dos seres humanos”, temos medo da multidão, pois todos consideram João como profeta.
19E os chefes dos sacerdotes e os escribas queriam detê-lo naquela mesma hora, mas temiam ao povo; porque entenderam que foi contra eles que ele tinha dito a parábola.
20E, observando-o, mandaram espiões, que fingissem ser justos, para o pegarem por meio de algo que ele dissesse, e o entregarem ao poder e autoridade do governador.
12E o primeiro dia dos [pães] asmos, quando sacrificavam [o cordeiro da] Páscoa, seus discípulos lhe disseram: Onde queres, que vamos preparar para comerdes a Páscoa?
16E não consentia que ninguém levasse vaso algum pelo Templo.
66E quando já era de dia, juntaram-se os anciãos do povo, e os chefes dos sacerdotes, e os escribas, e o trouxeram ao seu conselho,
9E eles lhe disseram: Onde queres que [a] preparemos?
20Mas os chefes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram as multidões a pedirem Barrabás, e a exigirem a morte de Jesus.
10E os chefes dos sacerdotes se aconselharam de também matarem a Lázaro,
24Os fariseus lhe disseram: Olha! Por que estão fazendo o que não é lícito no sábado?
47Enquanto ele ainda estava falando, eis que veio Judas, um dos doze, e com ele uma grande multidão, com espadas e bastões, da parte dos chefes dos sacerdotes e dos anciãos do povo.
48E não achavam como fazer, porque todo o povo o ouvia com muita atenção.
1E aconteceu, num daqueles dias que, enquanto ele estava ensinando ao povo no Templo, e anunciando o Evangelho, vieram até ele os chefes dos sacerdotes, e os escribas com os anciãos.
30Responderam, e disseram-lhe: Se este não fosse malfeitor, não o entregaríamos a ti.
48Se assim o deixamos, todos crerão nele, e virão os romanos, e nos tomarão tanto o lugar quanto a nação.