Mateus 18:29
Então o seu colega se prostrou diante dos seus pés, e lhe suplicou, dizendo: “Tem paciência comigo, e tudo te pagarei”.
Então o seu colega se prostrou diante dos seus pés, e lhe suplicou, dizendo: “Tem paciência comigo, e tudo te pagarei”.
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21Então Pedro aproximou-se dele, e perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?
22Jesus lhe respondeu: Eu não te digo até sete, mas sim até setenta vezes sete.
23Por isso o Reino dos céus é comparável a um certo rei, que quis fazer acerto de contas com os seus servos.
24E começando a fazer acerto de contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos.
25Como ele não tinha com que pagar, o seu senhor mandou que ele, sua mulher, filhos, e tudo quanto tinha fossem vendidos para se fazer o pagamento.
26Então aquele servo caiu e ficou prostrado diante dele, dizendo: “Senhor, tem paciência comigo, e tudo te pagarei”.
27O senhor daquele servo compadeceu-se dele, então o soltou e lhe perdoou a dívida.
28Todavia, depois daquele servo sair, achou um servo, colega seu, que lhe devia cem denários; então o agarrou e o sufocou, dizendo: “Paga-me o que [me] deves!”
30Mas ele não quis. Em vez disso foi lançá-lo na prisão até que pagasse a dívida.
31Quando os servos, colegas dele, viram o que se passava, entristeceram-se muito. Então vieram denunciar ao seu senhor tudo o que havia se passado.
32Assim o seu senhor o chamou, e lhe disse: “Servo mau! Toda aquela dívida te perdoei, porque me suplicaste.
33Não tinhas tu a obrigação de ter tido misericórdia do sevo colega teu, assim como eu tive misericórdia de ti?”
34E, enfurecido, o seu senhor o entregou aos torturadores até que pagasse tudo o que lhe devia.
35Assim também meu Pai celestial vos fará, se não perdoardes de coração cada um ao seu irmão suas ofensas.
5E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?
41[Jesus] disse: Um certo credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentas moedas de prata, e o outro cinquenta.
42E eles, não tendo com que pagar, perdoou-lhes [a dívida] de ambos. Dize pois, qual destes o amará mais?
7E qual de vós terá um servo, lavrando ou apascentando [gado] que, voltando do campo, logo lhe diga: Chega, e senta [à mesa] .
8E não lhe diga antes: Prepara-me o jantar, e apronta-te, e serve-me, até que eu tenha comido e bebido; e depois, come e bebe tu.
9Por acaso [o senhor] agradece a tal servo, porque fez o que lhe foi mandado? Acho que não.
13Ele, porém, respondeu a um deles: “Amigo, nada de errado estou fazendo contigo. Não concordaste tu comigo por um denário?
14Toma o que é teu, e vai embora; e quero dar a este último tanto quanto a ti.
59Eu te digo que não sairás dali enquanto não pagares até a última moeda.
22Porém ele lhe disse: Servo mau, por tua boca eu te julgarei; tu sabias que eu era um homem rigoroso, que tomo o que não pus, e que colho o que não semeei;
23Por que, então, não puseste meu dinheiro no banco; e quando eu viesse, o receberia de volta com juros?
24E disse aos que estavam com ele: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem as dez minas.
18Mas o que tinha recebido um foi cavar a terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19Muito tempo depois, o senhor daqueles servos veio, e fez contas com eles.
18E vieram também seus irmãos, e prostraram-se diante dele, e disseram: Eis-nos aqui por teus servos.
29Porém ele respondeu: “Não quero”; mas depois se arrependeu, e foi.
30E, aproximando-se do segundo, disse da mesma maneira. E ele respondeu: “Eu [vou] , senhor”, mas não foi.
26Em verdade te digo que não sairás dali enquanto não pagares a última moeda.
12E perdoa-nos nossas dívidas, assim como nós também perdoamos aos nossos devedores.
2Ele entrou em acordo com os trabalhadores por um denário ao dia, e os mandou à sua vinha.
18E se ele te fez algum dano, ou te deve [alguma coisa] , põe [isto] na minha conta.
7Depois disse a outro: E tu, quanto deves? E ele disse: Cem volumes de trigo. E disse-lhe: Toma tua conta, e escreve oitenta.
27Se não tens como pagar, por que razão tirariam tua cama debaixo de ti?
6E dizendo: Senhor, o meu servo jaz em casa, paralítico, e gravemente atormentado.
4E se pecar contra ti sete vezes ao dia, e se sete vezes ao dia voltar a ti, dizendo: Estou arrependido. Perdoa-lhe.
4E perdoa-nos nossos pecados, pois também perdoamos a todo aquele que nos deve. E não nos ponhas em tentação, mas livra-nos do mal.
5Disse-lhes também: Qual de vós que, tendo um amigo, se for a ele à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães.
3E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.
14E quando chegaram à multidão, veio a ele um homem, que se ajoelhou diante dele, e disse:
13E o cobrador de impostos, estando em pé de longe, nem mesmo queria levantar os olhos ao céu, mas batia em seu peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, [que sou] pecador.
49e começar a espancar os servos companheiros [seus] , e a comer, e a beber com os beberrões,
46Virá o senhor daquele servo, no dia em que ele não espera, e na hora que ele não sabe; e será partido em dois, e porá sua porção com os incrédulos.
35E partindo-se no outro dia, tirou dois dinheiros, e os deu para o hospedeiro; e disse-lhe: Cuide dele; e tudo o que gastares a mais, eu te pagarei quando voltar.
18E cada um deles todos começou a dar desculpas. O primeiro lhe disse: Comprei um campo, e tenho que ir vê-lo; peço-te desculpas.
19E já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como a um de teus empregados.
15E aconteceu que, quando ele voltou, tendo tomado o reino, disse que lhe chamassem a aqueles servos, a quem tinha dado o dinheiro, para saber o que cada um tinha ganho fazendo investimentos.