Mateus 2:18
Uma voz se ouviu em Ramá, lamentação, choro, e grande pranto; Raquel chorava por seus filhos, e não quis ser consolada, pois já não existem.
Uma voz se ouviu em Ramá, lamentação, choro, e grande pranto; Raquel chorava por seus filhos, e não quis ser consolada, pois já não existem.
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15Assim diz o SENHOR: Uma voz foi ouvida em Ramá, lamentação e choro amargo: Raquel chora por seus filhos; não quer ser consolada por causa de seus filhos, pois já não existem.
16Assim diz o SENHOR: Reprime tua voz de choro, e teus olhos de lágrimas; pois há recompensa para teu trabalho, diz o SENHOR, pois voltarão da terra do inimigo.
13E tendo eles partido, eis que um anjo do Senhor apareceu a José em sonho, dizendo: Levanta-te, toma o menino e sua mãe, e foge para o Egito; e fica lá até que eu te diga, porque Herodes buscará o menino para o matar.
14Então ele se despertou, tomou o menino e sua mãe de noite, e foi para o Egito;
15E esteve lá até a morte de Herodes, para que se cumprisse o que foi dito pelo Senhor por meio do profeta, que disse: Do Egito chamei o meu Filho.
16Então Herodes, ao ver que tinha sido enganado pelos magos, irou-se muito, e mandou matar todos os meninos em Belém e em todos os limites de sua região, [da idade] de dois anos e abaixo, conforme o tempo que tinha perguntado com precisão dos magos.
17Então se cumpriu o que foi dito pelo profeta Jeremias, que disse:
28E Jesus, virando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim, mas chorai por vós mesmas, e por vossos filhos.
29Porque eis que vêm dias em que dirão: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não deram a luz, e os peitos que não amamentaram.
19Mas depois de Herodes ter morrido, eis que um anjo do Senhor apareceu no Egito a José em sonho,
20Dizendo: Levanta-te, toma o menino e sua mãe, e vai para a terra de Israel, porque já morreram os que procuravam a morte do menino.
21Então ele se levantou, tomou o menino e sua mãe, e veio para a terra de Israel.
18E aconteceu que ao sair dela a alma, (pois morreu) chamou seu nome Benoni; mas seu pai o chamou Benjamim.
19Assim morreu Raquel, e foi sepultada no caminho de Efrata, a qual é Belém.
16Por estas coisas que eu choro; meus olhos, de meus olhos correm águas; pois afastou-se de mim consolador que daria descanso à minha alma: meus filhos estão desolados, porque o inimigo prevaleceu.
3[Ouve-se] uma voz de clamor de Horonaim: Ruína e grande destruição!
4Moabe foi destruída; fizeram com que se ouvisse o grito de seus pequenos.
5Pois na subida de Luíte subirão com grande choro; pois na descida de Horonaim os inimigos [de Moabe] ouviram clamor de destruição.
7Porque quando eu vinha de Padã-Arã, se me morreu Raquel na terra de Canaã, no caminho, como certa distância vindo a Efrata; e sepultei-a ali no caminho de Efrata, que é Belém.
18De todos os filhos que ela gerou, nenhum há que a guie mansamente; e de todos os filhos que ela criou, nenhum há que a segure pela mão.
19Estas duas coisas te aconteceram; quem terá compaixão de ti? Assolação e ruína; fome e espada; por meio de quem te consolarei?
1E vendo Raquel que não dava filhos a Jacó, teve inveja de sua irmã, e dizia a Jacó: Dá-me filhos, ou senão, morro.
2E Jacó se irritava contra Raquel, e dizia: Estou eu em lugar de Deus, que te impediu o fruto de teu ventre?
11Naquele dia haverá grande pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadade-Rimom no vale de Megido.
12Ainda que venham a criar seus filhos, contudo eu os privarei deles, de modo que reste nenhum. Ai deles quando deles eu me afastar!
16E partiram de Betel, e havia ainda como alguma distância para chegar a Efrata, quando deu à luz Raquel, e houve trabalho em seu parto.
22E lembrou-se Deus de Raquel, e Deus a ouviu, e abriu sua madre.
23Mas ai das grávidas, e das que amamentarem naqueles dias; porque grande calamidade haverá na terra, e ira contra este povo.
17Mas ai das grávidas, e das que amamentarem naqueles dias!
18E se apressem, e levantem pranto sobre nós, e desfaçam-se nossos olhos em lágrimas, e nossas pálpebras se destilem em águas.
11Meus olhos se consumiram de lágrimas, atormentam-se minhas entranhas; meu fígado se derramou por terra por causa do quebrantamento da filha de meu povo, porque crianças e bebês de mama desfalecem pelas ruas da cidade.
31Porque ouço uma voz, como de mulher que está de parto, uma angústia como de parto de primeiro filho; é a voz da filha de Sião, que lamenta e estende suas mãos, [dizendo] : Ai de mim agora! Pois minha alma desmaia por causa dos assassinos.
17Portanto tu lhes dirás esta palavra: Corram meus olhos em lágrimas noite e dia, e não cessem; porque a virgem filha de meu povo está quebrada de grande quebrantamento, [de] praga muito dolorosa.
19Mas ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias!
11E Jacó beijou a Raquel, e levantou sua voz, e chorou.
20Ouvi pois, vós mulheres, a palavra do SENHOR, e vossos ouvidos recebam a palavra de sua boca; e ensinai pranto a vossas filhas, e cada uma lamentação a sua companheira.
2Amargamente chora na noite, e suas lágrimas [correm] em seu rosto; entre todos os seus amantes não há quem a console; todos seus amigos a traíram, tornaram-se inimigos.
35E levantaram-se todos os seus filhos e todas as suas filhas para consolá-lo; mas ele não quis tomar consolação, e disse: Porque eu tenho de descer a meu filho com luto até à sepultura. E chorou por ele seu pai.
37Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes eu quis ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas; porém não quisestes!
34Jerusalém, Jerusalém, que matas aos profetas, e apedrejas aos que te são enviados: quantas vezes eu quis juntar teus filhos, como a galinha junta seus pintos debaixo de suas azas, e não quisestes?
4Por isso eu disse: Desviai vossa vista de mim, [pois] chorarei amargamente; não insistais em me consolar pela destruição da filha do meu povo.
3Porque assim diz o SENHOR quanto aos filhos e às filhas que nascerem neste lugar, e às suas mães que os tiverem e aos pais que os gerarem nesta terra:
2E ela estava grávida, gritando, tendo dores de parto, e sendo atormentada pelo trabalho de parto.
2Judá está de luto, e suas portas se enfraqueceram; lamentam até o chão, e o clamor de Jerusalém está a subir.
10Não choreis pelo morto, nem dele vos lastimeis; mas chorai mesmo por aquele que vai embora; porque nunca mais voltará, nem verá a terra onde nasceu.
4E não terei compaixão de seus filhos, porque são filhos de prostituições.
18O coração deles clamou ao Senhor. Ó muralha da filha de Sião, derrama lágrimas como um ribeiro dia e noite; não te dês descanso, nem cessem as meninas de teus olhos.